Neurotoxicidade de alimentos no autismo

Devido as excitotoxinas terem um papel tão importante no autismo, os pais de crianças autistas devem evitar alimentar as suas crianças com alimentos que contenham aditivos excitotóxicos, tais como MSG (glutamato monossódico), proteína hidrolisada, proteínas de extratos vegetais, proteína de soja ou proteína de soja isolada, condimento natural, etc.

Há muitos nomes disfarçados para alimentos aditivados com glutamato. Um estudo recente igualmente mostrou que há uma interação entre determinados corantes alimentares e glutamato e aspartame que realça a neurotoxicidade significativamente.

Devem evitar óleos que provocam imune supressão, tais como os óleos ômega-6 (óleos do milho, de soja, de amendoim, de girassol). Enquanto os óleos ômega-3 são saudáveis, o componente de EPA é significativamente imuno supressor e em conseqüência, a ingestão elevada deve ser evitada. Alguns estudos mostraram a função suprimida do linfócito (células de NK) com ingestão elevada de EPA.

É o componente de DHA que tem a maioria dos efeitos benéficos, especialmente com respeito ao reparo do cérebro e a redução inflamatória. O DHA inibe igualmente a excitotoxidade. Como a criança autista tem a inflamação intensa no cérebro, uma combinação de EPA e de DHA é preferível, com um índice mais baixo de EPA (não mais de 250mg).

O leite e os produtos de leite devem ser evitados e os alimentos que contem glúten devem  ser evitados. Os alimentos de soja são igualmente responsáveis por um número significativo de alergias a alimentos assim como tem níveis elevados de glutamato, de fluoreto e de manganês.

O fluoreto deve ser evitado, especialmente na água para beber. A água é igualmente uma fonte significativa de alumínio na dieta (se adiciona como um agente de limpeza) e em água fluoretada os complexos do fluoreto com o alumínio dão forma ao composto fluoralumínio altamente neurotóxico.

A grande fonte dietética de alumínio são biscoitos, panquecas, chá preto e guloseimas de confeitaria feitas com fermento químico que podem conter alumínio.

A ingestão baixa de magnésio,  é associada com os graus mais elevados de inflamação no corpo e com os níveis mais baixos da glutationa. Este fator aumenta a excitotoxidade, desde que o magnésio é um modulador natural do receptor de glutamato de NMDA. O consumo baixo de magnésio realça extremamente a sensibilidade do receptor de glutamato, agravando a excitotoxidade. O baixo consumo de magnésio igualmente abaixa níveis da glutationa no cérebro, o que aumenta a sensibilidade do cérebro à toxicidade do mercúrio. O maior consumo de magnésio, reduz a inflamação, levanta os níveis da glutationa e reduz a sensibilidade excitotóxica.

Um número grande de flavonóides são neuroprotetores, especialmente contra à inflamação e a excitotoxidade. Estes incluem a curcumina, a quercetina (polifenólico natural presente maçãs, cebolas, chá e vinho tinto), o ácido elágico (substância é a responsável pela coloração vermelha de frutas como amora, cereja e morango), a vitamina E natural, o flavonóide encontrado no chá branco, a teanina, o DHEA e o hesperidin. Todos estão disponíveis como suplementos e a maioria têm um perfil de segurança elevado.

pão sem gluten

Receita de Pão sem glúten e sem leite indicado para autistas

INGREDIENTES

3 ovos
1/2 copo (requeijão) de óleo
1 1/2 copo(requeijão) de farinha de arroz
1 copo yogurte de soja (+/- 200gr.)
1 colher sopa de açúçar
1 colher de chá de sal
1 colher sopa de fermento em pó químico ( pó royal)
PREPARO
Pré-aqueça o forno a 180C.
Bater todos ingredientes no lidiquificador (colocando por último o fermento).
Untar uma forma de pão com óleo (ou margarina) e polvilhar com farinha de arroz. Colocar a massa e passar por cima gema com um fio de óleo.
Esta receita não contém glútem nem leite (caseína) .

Assar por mais ou menos 45 min. O tempo varia conforme a o tipo de forno, se for elétrico é bem mais rápido.

Essa receita é indicada para dieta de portadores de autismo e síndrome de asperger

Fonte:  Receita da Cleci – http://www.delishvillesemgluten.com

Chocotone Sem glúten e Sem leite

chocotone sem gluten e sem leite

Ingredientes:

- 2 xícaras da mistura de farinha sem glúten (2 xíc. de farinha ou creme de arroz, 2/3 de xíc. de fécula de batata, 1/3 de xíc. de polvilho doce);

- 1/2 colher das chá de sal;
- 1/4 de xícara de chá de açúcar granulado;
- 1 1/2 colheres das de chá de CMC;
- 2 colheres das de chá de fermento biológico seco;
- 1 xícara de água mineral morna + 1 colher das de sopa;
- 1 ovo;
- 1 1/2 colheres das de sopa de creme vegetal;
- 1/2 colher das de sopa de essência de panettone;
- 1/2 xícara de mini gotas de chocolate.
Modo de fazer:
1º Em uma vasilha média, adicione todos os ingredientes secos e misture com um batedor de ovos.
2º Adicione a água morna e bata em velocidade baixa para misturar.
3º Junte o ovo levemente batido com o creme vegetal e a essência. Bata em velocidade baixa para misturar. Aumente a velocidade da batedeira para o máximo e bata por mais 3 minutos.
4º Com uma colher, misture as gotas de chocolate.
5º Despeje a massa em uma forma para panettone de 500g untada com creme vegetal. Deixe descansar em local quente (forno microondas fechado) por aproximadamente 40 minutos ou até que a massa atinja 1cm da borda.
6º Enquanto a massa está crescendo, posicione a grade no centro do forno e pré-aqueça o forno em temperatura máxima por 10 min.
7º Leve o Chocotone ao forno, sobre uma assadeira e, asse-o por 3o min. Após 20 min. de cozimento, abaixe para forno médio.
8º Após retirá-lo do forno, pincele creme vegetal sobre a casca para que ela fique mais macia.

Bom apetite!

Servido morno é mais gostoso :)
Fonte:  Claudia Marcelino, ativista no campo do autismo e mãe de Maurício. Estará lançando em breve o livro ? Autismo: Aceitação sim, conformismo não! – Usando a alimentação no tratamento do autismo. http://dietasgsc.blogspot.com/
 

Leite de Gergelim

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INGREDIENTES:

– 1/4 xícara de semente de gergelim hidratada (12hs.)
- 1 copo de água


MODO DE PREPARO:

- Bater no liquidificador e coar.
- Adoçar a gosto.

GERGELIM
(Sesamum indicum)

O gergelim é rico em vitamina A, B1, B2, E, niacina, cálcio, fósforo, ferro, fibras e, principalmente, em óleos, dos quais 40% é constituído de ácido linoléico, ácido linolênico, ácido oléico e outros. Dentre as gorduras poliinsaturadas contidas no óleo de gergelim, algumas são essenciais (ácido linoléico e ácido linolênico). O uso de óleo de gergelim é, portanto, importante, uma vez que o nosso organismo é incapaz de sintetizar esses ácidos graxos, que são indispensáveis no transporte de gorduras do sangue, promovendo assim a limpeza de gorduras saturadas sangüíneas, responsáveis pela hipercolesteroremia.

As sementes de gergelim contêm uma grande variedade de princípios nutritivos de alto valor biológico:

Lipídios ou gorduras (52%), praticamente todos eles constituídos por ácidos graxos insaturados, o que lhes confere uma grande eficácia na redução do nível de 3 colesterol do sangue.  Dentre as gorduras do gergelim, encontra-se a lecitina, que é um fosfolipídio (gordura fosforada) que desempenha uma importante função no nosso organismo. E componente essencial do tecido nervoso, também se encontra no sangue, no sêmen e na bílis e intervém na função das glândulas sexuais.

Proteinas (20 %) de alto valor biológico, formadas por 15 aminoácidos diferentes com elevada proporção de metionina (aminoácido essencial).

Vitaminas, especialmente a E (tocoferol), a B1 ou tiamina (0,1 mg por 100 g) e a B2 ou
riboflavina (0,24 mg por 100 g).

Minerais e oligoelementos diversos especialmente cálcio, fósforo, ferro, magnésio, cobre e cromo.

Mucilagens, ao que deve sua ação laxante suave.

OBS: Minha filha só se adaptou ao paladar do gergelim do Sítio do Moinho e do gergelim (Sésamo Real) que é vendido na Carioca Zen. De fato o sabor é mais adocicado e após hidratação não correm o risco de ficarem amargos


Leite de Linhaça

linhaça dourada

Deixar as sementes de molho por 12 horas.
Bater no liquidificador 10 colheres de sopa de sementes para 4 copos de água.
Coe 2 ou 3 vezes. A linhaça forma uma mucilagem (“gosma”) que difere dos outros preparados e é nesse gel que estão todas as suas propriedades. Quando for retirá-las do molho, enxague várias vezes – você vai perceber que mesmo enxaguando, a “gosma” permanece, mas as toxinas já terão ido embora nas lavagens repetidas.

Pode servir morno com chocolate em pó ou frio com frutas

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Leite de coco e Linhaça

Ingredientes: 1/2 xícara (chá) de polpa de coco verde (ideal com 0,5 cm de espessura) – 1 xícara (chá) da água do coco verde – 1 colher (sopa) da semente de linhaça pré-hidratada (ver preparo acima) – suco de 1/2 limão.

Preparo: bata tudo no liquidificador até ficar bem cremoso. Acrescente gelo se desejar. Sirva imediatamente.

leite de linhaça

A linhaça é riquíssima em componentes com efeitos benéficos à saúde como fibras, omegas 3 e 6, vitaminas, potássio, magnésio, fósforo, cálcio, ferro, cobre, zinco, manganês e selênio. Com sabor que lembra a castanha, é uma opção sem glúten para fornecer esses nutrientes. Este alimento funcional é capaz de ajudar o sistema imunológico, reduzir o envelhecimento celular e diminuir o risco de algumas doenças.

A linhaça marrom é nativa da região mediterrânea, mas também cultivada no Brasil. Ela apresenta casca um pouco mais dura e resistente, o que pode diminuir a disponibilidade dos seus nutrientes. A dourada cresce em climas mais frios e é geralmente importada do Canadá. Tem a casca mais fina e seu sabor é mais suave do que o da linhaça marrom.

Leite de Gergelim

gergelim

As sementes de gergelim são ricas em manganês, ferro, cobre e cálcio. Elas também trazem boas quantidades de vitamina B1, B2 e vitamina E – além de antioxidantes e fitoesteróis, que bloqueiam a produção do colesterol ruim (52% do gergelim é composto de ácidos graxos insaturados, que auxiliam nessa função de deter o LDL). Os nutrientes do gergelim, vale dizer, são melhores absorvidos se triturados antes do consumo.

gergelim 2

  • Usar o gergelim CRU (às vezes, ele é vendido tostado), amarelinho com a casca ou mais branquinho sem ela. O SEM CASCA fica pronto mais rápido. O gergelim COM CASCA pode ficar até 8 horas de molho;
  • Não deixar muito tempo suas sementes de molho, pois assim o leite ficará AMARGO (deixe as sementes sem casca, por no máximo, uma hora de molho na água). Com a casca, suporta mais tempo sem ficar amargo. Detalhe importante: a maior parte do cálcio está na casquinha… então, a escolha é sua
  • É interessante investir nesse líquido porque o gergelim é a semente das que usamos para esse processo, a que oferece mais cálcio. Eliminando a questão do amargo, o gergelim é excelente e o resíduo que fica pode ser aproveitado para fazer uma deliciosa pasta vegetal, misturando-o aos temperos preferidos, como cebolinha, missô, shoyu, salsinha, coentro etc. Ou então: deixe o gergelim de molho por 8 horas; lave bem e escorra; bata no liquidificador com um pouco de sal e limão, depois adicione orégano
  • Aconselha-se usá-lo batido com frutas porque seu sabor é bem diferenciado, talvez exótico para quem não está habituado (até acostumar com ele, é claro…)

Como fazer:
¼ de xícara de semente de gergelim hidratada ou germinada
200 ml de água (um copo)
Bata as sementes de gergelim com a água no liquidificador e coe num coador de tecido.
Uso uma fralda de bebê, que tem a textura ideal.

OBS: Sempre é bom repetir: NÃO USE a água na qual as sementes ficaram de molho.

Fonte: http://cozinhanatureba.blogspot.com

alimentos autismo

Por Natasha Campbell McBride (traduzido por Cláudia Marcelino do site Autismo em Foco)

A Dra. Natasha é pediatra, pesquisadora da Universidade de Cambridge em neurologia e nutrição, tem um filho com TEA e escreveu um livro: “Gut and Psychology Syndrome: Natural Treatment for Autism, ADD/ADHD, Dyslexia, Dyspraxia, Depression, Schizophrenia”, ” O intestino e as Síndromes psicológicas: Tratamento Natural para Autismo, TDAH, Dislexia, Dispraxia, Depressão, Esquizofrenia”.

Uma dieta livre de glúten e caseína é bastante conhecida e tem bases científicas sólidas por trás. No entanto, existe muito mais que você pode fazer pela nutrição de seu filho, do que simplesmente cortar glúten e caseína.

Eu acredito na natureza. A natureza nos fez e ao mesmo tempo nos provem com todo tipo de alimento necessário para nos alimentar e nos manter saudáveis, ativos e cheios de energia. Nós devemos consumir esses alimentos da forma em que a natureza os proporciona. É quando começamos a adulterar esses alimentos, é que começamos a ter problemas. Qualquer processo a que submetemos o alimento, muda a sua estrutura química e biológica. Nossos corpos não foram planejados para consumir alimentos modificados. Quanto mais o alimento é processado, mais quimicamente alterado e com menos nutrientes eles ficam. Além de perder o seu valor nutricional, alimentos processados perdem as suas principais características de sabor e cor. Então, para compensar, várias químicas são adicionadas: enriquecedores de sabor, corantes e todos aqueles aditivos e preservativos, que finalmente tem sido mostrados como coadjuvantes nos problemas de aprendizado, desordens psiquiátricas e outros problemas de saúde. Se nós olharmos atentamente as prateleiras de supermercados, nós vamos perceber que a maioria dos alimentos processados são carboidratos. Todos aqueles cereais matinais, biscoitos, pães, massas, chocolates, doces, geléias, açúcares, frutas em calda, alimentos pré-cozidos cheios de misturas, são carboidratos altamente processados.

Todo carboidrato da alimentação ao ser digerido se transforma em glicose. A natureza nos provém com uma grande quantidade de carboidratos na forma de frutas, vegetais e cereais. Quando nós os ingerimos em sua forma original, esses carboidratos são absorvidos vagarosamente produzindo um aumento gradual da glicose no sangue, o qual o nosso corpo foi planejado suportar. Carboidratos processados são absorvidos muito rapidamente, produzindo um rápido aumento da glicose no sangue. Agora, a glicose no sangue é um daqueles fatores onde o nosso corpo produz picos bioquímicos para lidar com a situação porque seus valores altos ou baixos são perigosos. Um aumento rápido de glicose no sangue é chamado hiperglicemia, coloca o pâncreas em estado de choque para bombear muita insulina rapidamente pra lidar com esse aumento. Como resultado, depois de uma hora a pessoa chega a um nível muito baixo de glicose sanguínea, chamado hipoglicemia. Algum de vocês já percebeu que após ingerir um desses cereais matinais no café da manhã, após 1 hora estão com fome de novo? Isso é hipoglicemia. E o que essas pessoas geralmente fazem nessas horas em que estão com fome? Comem biscoitos, uma barra de chocolate, um café ou qualquer coisa parecida e todo ciclo de hiper/hipo glicemia começa novamente. Essa ciranda de glicose alta e baixa no sangue é extremamente perigosa para todo mundo, podemos deixar de lado um pouco a nossa criança autista. Tem sido provado que muito da hiperatividade, agressividade e outros problemas comportamentais em crianças de idade escolar, são resultados da ciranda de glicose. A fase hiperglicêmica produz as tendências de hiperatividade e auto-estimulação em nossas crianças, enquanto na fase hipoglicêmica eles se sentem mal, geralmente com dores de cabeça, mau humor, furor ou fadiga geral com suor excessivo. Muitos alimentos já foram apontados pelo seu índice glicêmico – um indicador de como esses alimentos podem aumentar a glicose no sangue depois de ingeridos. Carboidratos processados incluindo o açúcar, alcançaram os maiores índices glicêmicos, assim como o arroz branco, batatas, cenouras cozidas e ervilhas cozidas. É melhor dar aos autistas carboidratos com baixos índices glicêmicos – frutas e vegetais crus e alguns cereais integrais cozidos e preparados por você mesmo. Frutose tem um baixo índice glicêmico.

Outro ponto importante sobre os carboidratos processados são os seus efeitos nocivos na flora intestinal. Carboidratos processados alimentam as bactérias patogênicas e os fungos no intestino, promovendo o seu crescimento e proliferação. Fora isso eles produzem um efeito parecido com uma cola onde vários parasitas hospedeiros se agarram e se desenvolvem. Todas essas criaturas microscópicas produzem substâncias tóxicas que seguem na corrente sanguínea “envenenando” literalmente a criança. Quanto mais carboidratos processados você der a sua criança, mais “intoxicado” ela vai ficar e mais sintomas autísticos você verá.

Evidências científicas recentes sugerem que o autismo pode ser uma desordem auto-imune. Um desequilíbrio entre os dois braços do sistema imune mais importantes:  o Th1 e o Th2, com uma super produção de Th2 e uma supressão de Th1. A mesma situação é encontrada em muitas doenças crônicas – em doenças virais, parasíticas, câncer, alergias, asma e outras condições auto-imunes. Alimentos processados, particularmente carboidratos processados e açúcar, enfraquecem diretamente a função de células exterminadoras e dos glóbulos brancos e mina a resistência sistêmica para todas as infecções. Um controle nutricional apropriado é uma peça chave para controlar o desbalanceamento do sistema imune. A flora intestinal tem uma função importante no controle do sistema imune. Um probiótico potente, não vai só restaurar a flora intestinal, mas vai também equilibrar a função imune do Th1 e do Th2. Vamos dar uma olhada nas várias formas desses carboidratos processados. Vamos começar com os cereais matinais. Eles são considerados saudáveis, não são? Infelizmente a verdade é justamente o contrário. Cereais matinais são carboidratos altamente processados, cheios de açúcar e outras substâncias. Eles tem um alto índice glicêmico e são péssimos para o equilíbrio da flora intestinal. A fibra desses alimentos é cheia de fitatos – substâncias que se ligam aos minerais essenciais e os colocam para fora do sistema, contribuindo para a deficiência mineral. Não tem nada de saudável neles para uma criança autista. Salgadinhos e aperitivos (incluindo a pipoca), um hit nas dietas das crianças hoje em dia, também são carboidratos processados com alto índice glicêmico. Mas isso não é tudo sobre esses alimentos. Eles são saturados de gorduras vegetais que foram aquecidas a alta temperatura. Qualquer óleo que tenha sido aquecido,  passa a adquirir substâncias chamadas ácidos trans. Esses são gorduras insaturadas que foram alteradas quimicamente. O que essas gorduras fazem é tomar o lugar do ômega3 e do ômega6 na estrutura da célula, tornando-as incapacitadas. Consumir gorduras trans, vai aumentar a atividade de Th2 e enfraquecer a imunidade de Th1. Como você deve se lembrar, a imunidade de Th1 em crianças autistas já é baixa e Th2, já é super ativada.

Trigo. A dieta livre de glúten é amplamente recomendada  e muitas famílias com filhos autistas a avaliam como uma grande ajuda. Mas, vamos dar uma olhada no trigo como um todo, com ou sem glúten. Ninguém compra os grãos de trigo para cozinhá-lo em casa. Nós compramos alimentos feitos de farinha de trigo. A farinha chega as padarias por  exemplo, em embalagens pré-prontas de misturas variadas para pães, biscoitos e tortas. Essas misturas já foram processadas e perderam os melhores nutrientes. Depois elas são “enriquecidas” com preservativos, pesticidas para manterem os insetos  longe, substâncias químicas para prevenir a absorção de umidade, corantes e flavorizantes, amaciantes, somente para mencionar um pouco deles. Depois o padeiro fabrica pães, tortas, bolos, biscoitos… cheios desses coquetéis químicos para nós comermos. Os produtores rapidamente produziram as misturas sem glúten e fizeram os produtos livres de glúten. Então, você vai consumir todos os carboidratos processados com todos esses aditivos químicos nele, mas só que agora livre de glúten. Uma vez consumido, um pedaço de pão branco se transforma numa massa grudenta, que alimenta parasitas, bactérias patogênicas e fungos no intestino, contribuindo para o aumento da toxicidade que sua criança já tem. Eu acredito firmemente, que uma criança autista não deve consumir trigo de nenhuma maneira ou forma. Trigo é uma matéria-prima do mundo ocidental e também o causador nº1 de alergias e intolerâncias alimentares.

Açúcar e nada que seja feito com ele. Açúcar é comumente chamado de “a morte branca”. Ele merece 100% desse título. O consumo de açúcar no mundo cresceu em enormes proporções no último século. É estimado que uma pessoa ocidental comum  consuma uma média de 73 a 92kg dessa substância artificial em um ano. Açúcar está em todo lugar e é difícil encontrar qualquer alimento processado que não o tenha. Mesmo deixando de lado o sobe/desce de glicose no sangue e o efeito nocivo que ele causa no intestino, já foi mostrado que ele age mal diretamente no sistema imune (o qual já é comprometido nas nossas crianças). No topo de todas as questões, para lidar com o consumo exagerado de açúcar, o corpo tem que  usar os minerais disponíveis, as vitaminas e as enzimas em níveis alarmantes, terminando em tornar-se enfraquecido dessas substâncias. Uma criança autista não deveria consumir açúcar sob forma alguma. Bolos, doces e outras guloseimas são feitos com açúcar e trigo, como seus principais ingredientes, adicionados de várias outras químicas como corantes, preservativos, flavorizantes… Não precisa dizer que isso tudo deveria estar fora da dieta da criança (com ou sem glúten). Para os aniversários e outras ocasiões raras, podemos fazer bolos caseiros feitos com mel ao invés de açúcar e farinha de amêndoas (ou qualquer outra castanha moída). Eu recomendo o livro de Elaine Gottschall, “Breaking The Vicious Cicle”. Ele tem ótimas receitas assim como ótimas dicas de nutrição.

Refrigerantes são umas das maiores fontes de açúcar na dieta de uma criança, para não mencionar todos os aditivos químicos. Sucos de frutas são cheios de açúcar processado e fungos. Ao menos que seja de fruta fresca, eles também não devem fazer parte da dieta de sua criança.  Aspartame,  um repositor do açúcar em muitas bebidas, foi descoberto que é cancerígeno e deve ser evitado. Ele é convertido em metanol no nosso corpo. Metanol é muito bem conhecido como um veneno. Água mineral ou água filtrada com uma fatia de limão é a melhor bebida para nossas crianças. Beber água tratada com cloro futuramente irá comprometer a flora intestinal de sua criança, simplesmente porque o cloro está lá para matar bactérias em primeiro lugar. Resumindo, uma criança autista não deveria ter alimentos processados na sua dieta. Toda comida deveria ser apresentada-as da forma mais próxima da natureza possível. Peixes frescos, carnes frescas, ovos frescos, castanhas e sementes, alho e azeite extra  virgem, quinua, devem ser preparados em casa com complementos também frescos.

Frutas e vegetais deveriam ser comidos crús quantas vezes possível na forma de saladas, sticks, pedaços… Frutas frescas e vegetais não são apenas uma boa fonte de vitaminas, minerais, antioxidantes e outros nutrientes, eles são também uma excelente fonte de enzimas vitais, as quais as crianças autistas tem falta. Essas enzimas são essenciais na desintoxicação do corpo. Comer vegetais crús com carnes vai dar um suporte na digestão das carnes e dos cereais. Vegetais e frutas cozidos perdem muito dos seus valores nutricionais: enzimas e vitaminas são destruídas, carboidratos mudam a sua estrutura. Cenoura, pepino, couve-flor, brócolis, aipo são deliciosos na forma de palitos com um molho de maionese; abacate amassado com bastante azeite extra  virgem e um pouco de suco de limão. Abacate é uma fruta maravilhosamente nutritiva e deveria fazer parte regularmente da dieta de seu filho. Falando sobre frutas, existe muita confusão nessa área. Você não pode transferir achados  laboratoriais científicos feitos com um nutriente isolado para um pedaço de alimento, feito pela natureza. Existem vários exemplos para ilustrar esse ponto de vista. A propósito, nós todos sabemos que a cianida é um veneno. Entretanto, ela é uma parte importante da molécula da vitamina B12 e todos nós sabemos, que nós não podemos viver sem a vitamina B12. Outro bom exemplo é o leite de peito. Leite de peito tem uma grande quantidade de caseína. Entretanto, é um dos melhores alimentos para crianças autistas. Todos os pais reportam o quanto as suas crianças  se desenvolvera normalmente enquanto só eram alimentadas com leite de peito. Na verdade, no 5º tópico do “Autism File” tem um artigo nomeado “O milagre do leite de peito”, onde uma mãe conseguiu um enorme desenvolvimento do seu menino autista ministrando-lhe leite de peito (felizmente, ela estava amamentando seu bebê mais novo nesta época). Eu não acredito em limitar as frutas na dieta de uma criança. Um fato importante para lembrar, no entanto, é de prover a maior variedade de frutas possíveis e não cair na armadilha de comer bananas todos os dias. Frutas silvestres frescas ou congeladas deveriam ser comidas sempre que possíveis. Lembre-se, nada de açúcar para acompanhar! Dentre várias substâncias benéficas, contém nitrilosides, essencial para a desintoxicação do corpo. Abacaxi irá lhe prover de enzimas proteolíticas, a qual nossas crianças tem falta. Frutas devem ser consumidas sozinhas, nunca com as refeições, como elas tem um padrão de digestão muito diferente, elas podem dificultar o trabalho do estômago. Sirva frutas como lanche entre as refeições com suas cascas e sementes (peles e sementes tem um grande valor nutricional). Nunca cozinhe frutas!

Carnes, peixes, aves domésticas, carnes orgânicas e ovos caipira deveriam  ser a maior parte da alimentação da sua criança. Eles devem ser comprados frescos, ou os orgânicos, e cozidos em casa. Carnes, peixes e ovos são as maiores fontes de nutrientes para nós, seres humanos. Ao contrário do que popularmente se acredita, a maioria das vitaminas, dos minerais, dos aminoácidos e gorduras essenciais vem da carne, peixe e ovos. Os alimentos vegetais, como os cereais, verduras e vegetais, são cheios de vitaminas e minerais, mas a bio disponibilidade desses alimentos para nós humanos, é muito menor do que nas fontes animais. Nós não somos ruminantes, que tem bactérias especiais no estômago para digerir plantas. O nosso trato digestivo foi desenhado para consumir amplamente as carnes. Os esquimós por  exemplo, vivem basicamente de peixe, carne e gordura animal. Eles são comprovadamente um dos povos mais saudáveis do planeta.

Ovos frescos merecem uma explicação mais detalhada. De acordo com a sua facilidade em ser digerido e absorvido pelo intestino humano, o ovo é o único alimento que pode ser equiparado ao leite de peito. Gema de ovo cru  é uma das maiores fontes de aminoácidos essenciais, vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais da forma mais pura possível. Você deve ter um fornecedor seguro de ovos caipira. A clara deve sempre ser cozida, pois consumi-la crua pode bloquear a síntese de biotina no intestino. Mas a gema é melhor crua! No entanto, se você se sentir inconfortável em comer gema crua, então cozinhe da forma que desejar. É melhor comer gemas cozidas do que não comê-las de forma alguma.Dois ovos no café da manhã irá prover sua criança com muitas vitaminas, incluindo vitamina B, A, E e D, assim como também com todos os aminoácidos que nossas crianças são deficientes. Ao invés de cereais matinais no café da manhã, dê a elas dois ovos (pochê, mexidos, cozidos ou de qualquer outra maneira) com caldo de carne puro, cebolas fritas ou vegetais crus  de todas as formas. Regue com uma boa quantidade de azeite extra-virgem  e sirva. É importante você usar muita cebola e alho quando estiver cozinhando. Cebola tem muitas propriedades imuno-estimulantes, cozida ou crua. Alho é conhecido por ter propriedades anti-fungicas, anti-parasíticas anti-virais assim como habilidades para estimular o Th1. No entanto, essas propriedades são destruídas facilmente ao serem cozidos. Esta é a razão de adicioná-lo aos alimentos somente no final da cocção (3-4 min antes de desligar o fogo). Adicione alho crú as saladas e pratos já preparados. Para começar, você pode somente esfregar um pouco de alho no fundo do prato de seu filho antes de por a comida. Conforme o seu filho for se acostumando ao gosto do alho crú, lentamente vai introduzindo mais quantidade. Comer alho crú ou cozido regularmente, vai fazer muito bem a ele ou ela.

Óleo de oliva tem muitas propriedades parecidas com as do alho assim também como é uma excelente fonte de ácido oleico – um ácido graxo essencial monoinsaturado, que vai incrementar  o braço de Th1 do sistema imunológico de seu filho. Certifique-se de que ele seja prensado a frio e virgem e use-o bastante nos pratos prontos. Não é uma boa idéia cozinhar com ele, pelo fato dele ter muita quantidade de ácidos graxos insaturados que iram se transformar com o calor em perigosas gorduras trans. É melhor cozinhar com gorduras que não insaturam como, ghee (um tipo de manteiga muito pura usada por chefes de cozinha da culinária francesa), óleo de côco, porco, simplesmente porque elas não alteram suas estruturas quando são aquecidas. Elas podem até serem reutilizadas. Nós precisamos muitos de gorduras saturadas na nossa alimentação. O ponto importante aqui é que nós devemos consumir gorduras naturais. Por exemplo, manteiga é muito mais saudável do que qualquer substituto sintético. Todo óleo vegetal foi aquecido a altas temperaturas no processo de produção e estão de cheios de gorduras trans. Consuma gorduras que a natureza nos proporciona que você não estará errado. Eu gostaria de enfatizar que a criança autista necessita muito de gorduras naturais. Deixe-a comer a gordura das carnes, a pele do frango, muito azeite ao servir os seus pratos, ministre-a um bom óleo de bacalhau ou qualquer outra fonte de ômega3 com ácidos graxos essenciais EPA/DHA todos os dias. Ácidos graxos ômega3 encontrado em peixes de águas geladas reduz o IL-6 (a citikina Th2) a imunidade de Th1. Ao contrário do que acreditam, a gordura é a principal fonte de energia do corpo humano. O cérebro e todo o restante do sistema nervoso são feitos de gordura.

O que falar dos cereais? Os cereais geralmente são muito indigestos, particularmente para um sistema digestivo que já não é muito bom. Crianças autistas não tem um sistema digestivo saudável então trigo, aveia, centeio, arroz, milho, particularmente os processados, devem ser mantidos fora da sua dieta. No entanto, existem alguns cereais os quais comidos uma ou duas vezes na semana, podem ser benéficos. Estes são o trigo sarraceno, painço e a quinua. Eles têm relativamente uma alta porcentagem de proteínas e não são processados a um mesmo nível dos outros cereais. Trigo sarraceno e painço em particular têm substâncias chamadas nitrilosides, que são essenciais para o processo de desintoxicação do organismo. Existem mais de 1500 alimentos que contém nitrilosides. Os mais importantes são: sementes de damasco, sementes de pêssego, sementes de uva, sementes de maçã, amoras, morangos, brotos e nozes macadâmia. Não se esqueça que cereais são basicamente constituídos de amido, o que irá alimentar a colônia de Cândida no intestino e possivelmente outras bactérias também. Esta é a razão de até estes ótimos cereais serem eliminados na dieta até a flora intestinal melhorar.

Castanhas e sementes são ótimas fontes de muitos nutrientes. Elas são as melhores fontes de magnésio, zinco, selênio e outros minerais essenciais na sua forma mais natural e disponível, que toda criança tem falta. Evite os amendoins, ao menos que você os compre com cascas. Todas as castanhas são melhores quando compradas nas suas cascas e quebradas somente na hora de comê-las. Desta forma elas são excelentes formas de ácidos graxos essenciais e estão livres de mofos e fungos. Você pode utilizar castanhas moídas para fabricar o seu próprio pão, panquecas e bolos. Nozes e sementes deveriam fazer parte regular da dieta de seu filho.

Não é fácil persuadir as crianças a se alimentarem de uma forma saudável. A maneira mais fácil que encontrei para introduzir novas comidas na dieta de meu filho foi colocá-las calmamente na frente dele enquanto assistia TV. Tudo fica muito mais fácil quando ele está absorvido pelos programas de televisão. A ABA também tem boas maneiras de introduzir novos alimentos. Isso tudo pode parecer completamente enfadonho e cansativo, mas o que é fácil com nossas crianças?! Então, por favor, não fique desapontado com as falhas, persevere. Afinal de contas você está fazendo uma mudança de vida. Então siga a sua estrada devagar, no ritmo que você e seu filho precisam. Se jogar de cabeça em coisas que você não domina é um passo para o fracasso. Introduza os alimentos um de cada vez, desenvolvendo a sua própria maneira de fazê-los e serví-los. Lembre-se que a regra nº 1 é cozinhe tudo o mínimo possível, não cozinhe nada que possa ser comido crú.

Um probiótico eficiente, vai ajudar a seu filho digerir e absorver a boa alimentação que você preparou pra ele. Eu acredito que esta dieta irá providenciar a nutrição que seu filho tanto precisa como merece.

Boa sorte!

A nutrição envolve 4 conceitos: ingestão, absorção, metabolização e excreção. Somos o que comemos, mas não somente o que comemos, porque também somos o que absorvemos, metabolizamos e excretamos. A nutrição funcional, por sua vez, envolve a letra R em 4 situações: Repor (déficit de nutrientes),Remover (excesso de poluentes), Reparar (consertar furos nos intestinos gerados por inflamação) e Reinocular (equilibrar a flora intestinal saudável contra a patogênica).

Nutrição Funcional no Autismo

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O autismo é uma doença que vêm freqüentemente crescendo e há fortes indícios que seria por causa de fatores ambientais, já que a proporção desse aumento não pode ser justificado apenas pela genética, pois alterações genéticas sempre mantém a mesma proporção. Muitos estudos, então, vêm tentando desvendar outros fatores que levam ao aparecimento desta doença. Dentre as alterações que constantemente aparecem em autistas estão alterações gastrintestinais, como a má digestão de certos alimentos, hiperpermeabilidade intestinal, o que facilita a passagem de alimentos mal digeridos pelo intestino, alcançando a corrente sanguínea, desencadeando reações alérgicas, e /ou inflamatórias, que ativam o nosso sistema imunológico. O sistema imunológico é o segundo pilar que deve ser estudado quando se trata de autismo, que pode ser modulado, através de nutrientes, além de outras alternativas, como tratamentos antifúngicos, extremamente relacionados com esta patologia. E em terceiro lugar temos as alterações no sistema cerebral, que pode ser influenciado pelos outros fatores já descritos. A desintoxicação de metais pesados também parece ser extremamente necessária em pacientes autistas, então, este deve ser mais uma linha de pesquisa na busca do tratamento destes pacientes. Quando se pensa em nutrição para autistas dependerá muito das causas, história do desenvolvimento dos sintomas, se foi após uso de antibióticos, se foi após alguns tipos de vacinas, ou se não houve motivo aparente. Então o tratamento nutricional destes pacientes deve ser muito individualizado, e de preferência, depende de uma série de exames para identificação desde alergias alimentares (nunca desprezando sintomas clínicos), até a presença de crescimento de fungos no intestino e/ou aumento de toxinas ou compostos análogos (parecidos com os que encontramos normalmente no organismo), mas que interrompem ou prejudicam as vias metabólicas normais destes indivíduos. Os alimentos que foram mais relacionados com o autismo são os que possuem glúten (trigo, cevada, centeio, aveia) e caseína (laticínios), mas outros também podem ser prejudiciais dependendo da individualidade bioquímica, como: ovos, tomate, berinjela, abacate, pimenta soja, milho e nozes. Devem ser evitados aditivos químicos como os corantes, conservantes, nitratos, sódio e adoçantes. Portanto, evitar o consumo de alimentos industrializados e procurar uma alimentação rica em frutas, verduras, grãos integrais e legumes. Além disso, é importante evitar consumir cafeína e nem bebidas alcoólicas. Procurar manter os níveis de glicose no nosso sangue constantes, pois é importante para a função cerebral. Para isso, consumir alimentos a cada 3 horas em pequenas quantidades, assim, o organismo tem suprimento constante de energia e não vai ter picos e nem quedas de glicose ao longo do dia. Uma dieta antioxidante que ajudará a eliminar as toxinas e nutrir o organismo, além de manter glicemia é fundamental. Estas condutas também auxiliarão no bom funcionamento do intestino que é fundamental nestes pacientes, tanto para melhorar a sensibilidade alimentar, quanto para diminuir hiperpermeabilidade intestinal e melhor a imunidade. A utilização de produtos antifúngicos também pela nutrição é de grande valia.
Com isso, podemos perceber que invariavelmente a nutrição está envolvida com o tratamento do autismo, sendo que, muitos profissionais acreditam que a nutrição individualizada nestes pacientes deve vir antes de outras alternativas, tanto pela sua melhora do quadro, quanto por preparar o organismo para responder melhor aos outros tipos de tratamentos.

Fonte: Blog VP – Nutrição Funcional

bolo de laranja sem gluten e sem ovos

Nessa receita não vai leite, nem ovos e nem trigo. Costumo chamar essa receita de “Receita Base”, porque faço com ela bolo de frutas, de laranja, de cenoura com cobertura de cacau, torta de banana, etc. Então vc pode fazer as substituições que quiser, no lugar da água coloque suco de frutas. Suco de laranja fica uma delícia e faça uma calda com suco de laranja e açúcar e jogue por cima, leve ao forno só p/ secar Pode tb colocar bananas amassadas na massa depois de batida, fatias de banana no meio e em cima da massa, salpique açúcar e canela e leve ao forno por mais ou menos 10 min, vira uma torta de banana deliciosa. Pode também substituir a banana por maçã ou abacaxi.

Uma observação: em outras receitas, os ovos a gente substitui por 1 colher de chá de fermento em pó p/ cada ovo.

Pode substituir a farinha de arroz por amido de milho.

“Receita Base de Bolo da Marilian”

Copo usado p/ medida : 200 ml
Assadeira usada: redonda de 35cm de diâmetro ou retangular de 30cm de largura.

Ingredientes:
- ½ copo de óleo
- 1 copo de agua ou suco de 3 laranjas
- 1 copo cheio de açúcar
- 1 pitada de sal
- 2 e 1/2 copos de farinha de arroz (ou 1 copo de farinha de arroz e 1 e 1/2 copo de fubá se quiser o bolo de fubá)
- 1 colher sopa , mais 1 colher das de chá de fermento em pó Royal

Modo de Preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador e coloque numa assadeira untada com óleo. Se for fazer com o fubá, acrescente um pouco de erva doce, fica uma delícia! Leve ao forno médio até dourar.

Fonte: http://semglutensemlactose.blogspot.com

bolo de milharina sem gluten

Ingredientes:

  • 3 ovos
  • 9 colh. (sopa) milharina
  • 1/2 xíc. Óleo
  • 1 lata milho verde
  • 1 xíc. açúcar cristal
  • 1 colh. (sopa) fermento em pó
  • canela a gosto

Preparo:

Pré-aqueça o forno e unte uma forma com margarina, açúcar e canela. Bata no liquidificador primeiro os líquidos, depois os sólidos e por último o fermento. Dependendo da forma que você escolher o tempo do forno vai variar: se assar em forma com buraco no meio leva uns 55 min, se for em forma redonda maior, sem buraco, assa em + – 45 min. É sempre bom fazer o teste do palitinho pra ver se assou bem.