Exame – Painel IgG de Alimentos

Painel  IgG

Saiu o 1º resultado de um exame que a Giulia fez, pelo visto ela vai ter que continuar tomando leite de arroz enriquecido de calcio de algas marinhas (Bevanda di Riso con calcio di alghe marine) que o nosso país não fabrica e importa da Itália e que custa 14, 95 na Carioca Zen e 16,15 numa loja no Barra Shopping. O que vende no Supermercado Zona  Sul e que custa 9, 95 não é enriquecido de cálcio e como todos os produtos lácteos que são as maiores fontes de cálcio foram retiradas da dieta, é importante que a bebida seja enriquecida com este mineral principalmente para as crianças que estão em fase de crescimento já que o cálcio é responsável pela formação e desenvolvimento dos ossos e dentes.

Fica aqui a minha indignação… O exame além de custar 944 reais, o Plano de Saúde não pagar e nem querer reembolsar, em minha opinião este exame deixou a desejar. Antes eu tivesse feito no Great Plains mas na época achei que fazendo aqui seria mais rápido e mais em conta… um grande erro! Eles enviam o sangue para ser analizado em um laboratório americano e o exame foi realizado dia 02/09 levando assim um mês e meio para ficar pronto e pelo valor deveria ser perfeito mas apresenta falhas! Será que alguém saberia dizer que taxa seria de 150 a 500 que não se encontra os valores no exame? Bem, agora já foi feito e não adianta chorar o leite derramado. Mas fico triste em ver os abusos no nosso país. Pagamos valores absurdos por um  plano de saúde com medo de cair na rede pública que deveria ser de qualidade e atender a todos com dignidade. A preocupação dos governantes é sediar a  Copa do Mundo e as Olimpíadas em um país que não é capaz nem de cuidar da saúde, educação e segurança do seu povo! Isso seria mais dinheiro no bolso dos políticos enquanto o povo vive a mercê da sorte! Tudo gira em torno de um capitalismo vergonhoso  onde “vidas”  não tem importância. Absurdo! Espero que um dia o Brasil possa se tornar um país digno de se viver e que possamos realmente nos orgulharmos de sermos “brasileiros”.

Um abraço, Jaqueline Araujo