tratamento do autismo

Atualmente existem várias correntes terapêuticas que podem ser usadas isoladas ou conjuntamente. Todas têm críticos e defensores. Um método pode ser muito útil para uma criança e inútil para outra. Cabe aos pais decidirem qual adaptar e por quanto tempo, já que também é possível que um método chegue até determinado ponto e estacione. O importante é não parar de tentar, de pesquisar e de lutar. Aqui vão alguns dos mais conhecidos:

Terapia Ocupacional

É comum concentrar-se no melhoramento das habilidades motoras perfeitas, ou habilidades motoras sensoriais que incluem o equilíbrio (sistema vestibular), a consciência da posição de corpo (sistema proprioceptivo), e toque (sistema táctil). Depois de o terapeuta identificar um problema específico, a terapia pode incluir atividades de integração sensoriais como: massagem, toque firme, balançar, e saltos.

www.cot.co.uk

Terapia da fala

É reconhecido que as crianças autistas têm dificuldades com a língua, mas é claro que as aproximações tradicionais que acentuam o domínio das propriedades formais da língua são basicamente impróprias: as crianças treinadas para falar não ocasionam uma transformação do seu comportamento. A criança autista tem de aprender não apenas a falar, mas a usar a língua socialmente para comunicar. Isto inclui o conhecimento como manter uma conversação, entender o que outra pessoa em uma conversação entende e acredita, e sintonizar aos sinais linguísticos de outra pessoa, como expressão facial, o tom de voz e a expressão corporal. É importante lembrar-se de que a comunicação é tão “não-verbal” como é verbal, e as pessoas autistas têm grande dificuldade a entender a “não-verbal”.

www.aslip.co.uk

TEACCH

O TEACCH é um programa especial de educação talhado para as necessidades individuais de aprendizagem da criança autista, baseado no desenvolvimento do quotidiano. Baseado no fato das crianças autistas serem frequentemente aprendizes visuais, o TEACCH traz uma clareza visual ao processo de aprendizagem, buscando a receptividade, a compreensão, a organização e a independência. A criança trabalha num ambiente altamente estruturado que deve incluir organização física dos móveis, áreas de atividades claramente identificadas, murais de rotina e trabalhos baseados em figuras e instruções claras de encaminhamento. A criança é guiada por uma sequência de atividades muito clara e isso ajuda que ela fique mais organizada.
Acredita-se que um ambiente estruturado para uma criança autista crie uma forte base para a aprendizagem. Embora o TEACCH não foque especificamente nas habilidades sociais e comunicativas tanto quanto outras terapias, ele pode ser usado junto com essas terapias para torná-las mais efetivas.
www.teacch.com

O Programa son-rise

O Programa Son-Rise propõe a implementação de um programa dirigido pelos pais na residência da criança ou adulto com autismo. As sessões individuais (um-para-um) são realizadas em um quarto especialmente preparado com poucas distrações visuais e auditivas, contendo brinquedos e materiais motivadores que sirvam como instrumento de facilitação para a interação e subsequente aprendizagem. Devido às diferenças neurológicas apresentadas por uma criança com autismo, os pais aprendem um novo estilo de interação que difere de como eles se relacionam com crianças de desenvolvimento típico. O Programa Son-Rise é lúdico. A ênfase está na diversão. Isto significa que os pais, facilitadores e voluntários seguem os interesses da criança e oferecem atividades divertidas e motivadoras nas quais a criança esteja empolgada para participar. O mesmo se aplica para o trabalho com um adulto. As atividades são adaptadas para serem motivadoras e apropriadas ao estágio de desenvolvimento específico do indivíduo, qualquer que seja sua idade. Uma vez que a pessoa com autismo esteja motivada para interagir com um adulto, este adulto facilitador poderá então criar interacções que a ajudarão a aprender todas as habilidades do desenvolvimento que são aprendidas através de interacções dinâmicas com outras pessoas (por exemplo, o contacto visual “olho no olho”, as habilidades de linguagem e de conversação, o brincar, a imaginação, a criatividade, as subtilezas do relacionamento humano). O Programa Son-Rise instrui os pais na criação destas efectivas interacções com a criança ou adulto de forma que eles possam dirigir o programa de seus filhos e ajudá-los durante todas as interacções diárias com eles.

Texto completo: http://www.inspiradospeloautismo.com.br/Programa/Programa.html

Método de Lovaas / A.B.A

A terapia de Lovaas refere-se ao modelo de tratamento desenvolvido por Ivar Lovaas, doutor em filosofia, na Clínica UCLA do Tratamento Comportamental de Crianças, e é pela maior parte o programa de modificação de comportamento. Doctor Lovaas trabalhou com crianças autistas durante mais de 30 anos, ele ajudou algumas crianças. Mas a técnica por ele usada baseia-se num treino de um para um com a criança durante 40 horas por semana. ABA é a aplicação da ciência chamada Análise do Comportamento. É uma técnica de intervenção educacional estruturada usada no delineamento de programas de tratamento individualizados. Uma parte crucial do processo é saber o tempo todo onde o indivíduo está (saber o que ele pode e não pode fazer) e desenvolver estratégias para ensinar novas habilidades específicas. Uma das etapas principais é decidir que comportamentos-chave irão ajudar a criança a levar uma vida mais plena. Existe a concepção de que os défices no autismo resultariam primariamente de um bloqueio de “aprendizagem”. Os pais são parte importante no ensino de seus próprios filhos e a generalização das habilidades também é uma parte principal do ensino. A intervenção compreensiva deveria ser realizada em todos os lugares, em todo momento disponível. Deveriam ser praticados e generalizados em situações naturais. Os programas da ABA são delineados para trabalhar com pessoas em situações de um para um, dando ao indivíduo o máximo de atenção. Os programas enfatizam mais a importância de duas áreas: da imitação e agentividade, porém a mais importante de todas é a motivação.

Texto completo: http://autismoemfoco.googlepages.com

P.E.C.S

Sistema de Comunicação de troca de fotos. O Sistema de Comunicação de troca de fotos foi desenvolvido como pacote de tratamento alternativo / aumentativo que permite que crianças não-verbais e adultos com o autismo e outros défices de comunicação iniciem a comunicação. Resumidamente consiste no mostrar de uma imagem a uma criança/adulto com autismo de forma a esta identificar materialmente o conteúdo presente na imagem (ex. foto de prato=pegar num prato ou comer).

www.pecs.com

FLOORTIME

No Floortime, os pais entram numa brincadeira que a criança goste ou se interesse e seguem aos comandos que a própria criança lidera. A partir dessa ligação mútua, os pais ou o adulto envolvido na terapia, são instruídos em como mover a criança para atividades de interação mais complexa, num processo conhecido como ” abrindo e fechando círculos de comunicação”. O Floortime não separa ou foca nas diferentes habilidades da fala, habilidades motoras ou cognitivas, mas guia essas habilidades propriamente, enfatizando o desenvolvimento emocional. A intervenção é chamada Floortime porque os adultos vão para o chão, para poder interagir com a criança no seu nível e com contacto visual directo (olho no olho).
The “Greenspan” floor time model

Higashi (Terapia de Vida Diária)

A Terapia de Vida Diária, explorada por doutor Kiyo Kitahara na Escola Higashi no Japão, fornece uma educação onde se acentua a educação física vigorosa e as artes. A escola está aberta a estudantes com idades compreendidas entre os 3 e os 22 anos. Estes podem ser autistas ou com desordem de desenvolvimento, com exceção dos pessoas deficiências múltiplas, fisicamente inválidos, retardados mentais severos/profundos, depressivos, ou pessoas com outros tipos de desordens. O método foi desenvolvido no Japão e importado nos EUA. Ele inclui elementos normalmente encontrados na educação de crianças autistas, mas coloca a atenção excepcional ao exercício físico.

www.autismopipa.com.br

Natasha Campbell McBride

MEU FILHO

Por Natasha Campbell McBride

A Dra. Natasha Campbell McBride é uma renomada neurologista, também com pós-graduação em nutrição, que reside e atende em Cambridge Nutrition Clinic , Inglaterra com seu marido e seu filho diagnosticado com autismo, que nasceu no outono de 1992. Sua clínica trata crianças autistas do mundo todo e atualmente ela está trabalhando em um livro sobre o assunto, com tratamentos que têm efetivamente funcionado. Este texto foi escrito em fevereiro de 2003.

Meu filho tem 10 anos. Ele estuda numa escola especial e vem se saindo muito bem. Suas conquistas acadêmicas são perfeitamente compatíveis com sua faixa etária, se bem que matemática não é seu ponto forte. Ele pode ser meio “pateta” no que se refere a relacionamentos sociais, mas ele tem amigos e as crianças em geral gostam muito dele. Ele é infantil e hiperativo em algumas ocasiões, mas por vezes mostra uma maturidade incrível. Seu linguajar é impressionante, com um vocabulário acima da média para a idade e ele adora escrever poesias e estórias curtas. Ele está aprendendo piano e tem se saído muito bem, particularmente compondo a própria música. Ninguém pode jamais suspeitar o que essa crianças e seus pais enfrentaram. Ninguém que o conheceu agora, pensaria por um instante em ligá-lo de alguma forma com o autismo. Isso é agora. Me pediram para rever o passado e descrever como chegamos a isso. É sempre doloroso para uma mãe relembrar anos de desespero e trabalho tão duro com uma criança autista. É particularmente doloroso dar-se conta das inúmeras coisas que você fazia errado. Se nós ao menos soubéssemos naquela época o que sabemos agora! Se nós ao menos tivéssemos feito isso ou aquilo quando ele era menos, quem sabe ele tivesse se desenvolvido de outra forma! Entretanto eu não me arrependo nem por um momento de ter feito parte da jornada de aprendizado mental e espiritual pela qual meu filho me levou. Quando ele nasceu eu era uma médica especializada em neurologia com 7 anos de experiência profissional. Mas como bem dizem, os médicos são sempre os piores pacientes. Quando acontece algo com seu próprio filho, você se torna teimoso e cego como qualquer outro pai. Além de tudo, como os pais de autistas acabam descobrindo, os médicos sabem muito pouco sobre autismo. Eles são ensinados como diagnosticar, mas sobre o tratamento adequado a medicina convencional nada tem a oferecer. Pelo contrário, é um inferno vê-los tentar convencer a você de que não há nada a fazer e qualquer outra opinião é pura bobagem. Por isso, ser médica, neste caso, para mim não foi vantagem alguma. Nosso filho foi diagnosticado como autista aos 3 anos de idade. Após o choque inicial, meu marido e eu procuramos aprender o máximo possível sobre autismo. Naqueles tempos não havia muita informação disponível sobre o assunto como há agora, mas pelo menos havia alguma coisa que dava esperança ao nosso filho. Eu me lembro de alguém que nos deu o telefone de um tal Dr. Rimland, na Califórnia. Nós tivemos uma longa conversa com ele e o resultado foi que nosso filho ingressou num programa “A B A” (nota da Pat: A B A = Applied Behavior Analysis, uma das mais importantes técnicas utilizadas no tratamento do autismo) aos 3 anos e meio. Ao mesmo tempo ele começou a tomar “DMG” (nota da Pat: DMG = dimetilglicina, um remédio que tecnicamente pode ser classificado como um alimento, e que em alguns casos traz muito bons resultados). A conversa com o Dr. Rimland foi como um raio de sol nas nossas vidas. Ele era uma pessoa que sabia tanto sobre autismo e estava preparado para dividir seus conhecimentos conosco. Aqui estava um pai de um autista que não aceitou o posicionamento oficial sobre autismo e dedicou sua vida inteira atrás de mudar conceitos. Eu tenho certeza de que milhares famílias ao redor do mundo serão eternamente gratas a este homem. Eu quero acrescentar a minha família a esta lista. Desde o seu início, o programa A B A estava operando verdadeiros milagres no nosso filho. Eu nunca vou me esquecer do nosso primeiro encontro com nossa consultora A B A, que veio dos Estados Unidos para nos ver na Inglaterra. Ao final de dois exaustivos dias  de treinamento ela nos disse que esperava ver nosso filho falar pequenas sentenças em apenas 3 meses. Todos nós, inclusive nossos 5 profissionais de saúde encarregados do tratamento do nosso filho, pensávamos que ela estava sonhando porque nosso filho não falava absolutamente nada e seu entendimento do que falávamos era bastante duvidoso. Mas para nossa grata surpresa, ela estava certa! Nós meticulosamente gravamos em vídeo todo este período do nosso filho. Em 3 meses nós éramos perfeitamente capazes de manter uma conversação com ele. Conforme nosso filho ia avançando no programa A B A, eu dediquei todo meu tempo aprendendo mais e mais sobre biologia, bioquimica e nutrição no autismo. Era claro para mim que o fato de nosso filho ser tão enjoado com comida – resultado: tinha uma dieta muito pobre – estava relacionado ao seu autismo. Eu voltei para a universidade e peguei um mestrado em ciências de nutrição humana. Eu dediquei atenção particular nas patologias do sistema digestivo e como tratá-las naturalmente. A razão do meu interesse era o fato do sistema digestivo do nosso filho quase nunca ter funcionado normalmente até então. Começando no dia em que introduzimos os primeiros alimentos sólidos, nós atravessamos períodos de constipação grave que se alternava com constantes diarréias. Novamente as consultas com a medicina convencional se mostravam decepcionantes. À parte das drogas convencionais, para tratar os sintomas e repletas de efeitos colaterais, não podíamos oferecer nada ao nosso menino que aliviasse seus problemas digestivos, constantes candidíases e uma tremenda dificuldade com alimentação. Ao mesmo tempo, estava claro para mim que seu sistema imunológico encontrava-se em total desarranjo graças à sua dieta tão pobre. Como muitas crianças autistas, ele passou por infecções de ouvido, infecções respiratórias, impetigo e sapinho (candidíase) causado por fungos. E é claro que tudo o que meus colegas médicos ofereciam eram antibióticos e mais antibióticos. Baseada no conhecimento que acabara de adquirir, eu mudei completamente a dieta dele. Nossa consultora A B A nos auxiliou a desenvolver uma sistemática para introduzir novos alimentos a nosso filho. Sem essa sistemática teria sido impossível mudar a sua dieta, uma vez que ele era tão enjoado para comer. Examinando dietas bem-sucedidas em crianças com severos problemas digestivos como colite ulcerativa, doença de Crohn e má nutrição crônica, eu me dei conta de que introduzir, única e simplesmente, uma dieta isenta de gluten e caseína não seria o suficiente para meu filho. Então trabalhei para desenvolver uma opção ainda mais natural e mais focada, mas que também excluísse glúten e caseína. O resultado foi fantástico, como se alguém tivesse retirado uma nuvem tóxica do cérebro de meu filho! Ele estava muito mais calmo e muito mais apto a aprender. Seu contato visual melhorou tremendamente e muito da auto-estimulação (nota da Pat: auto estimulação = sintoma muito característico do autismo, no qual o indivíduo fica se tocando ou se batendo com a mão) desapareceu. Nessa mesma fase, introduzimos também uma forte terapia probiótica. Não havia dúvidas de que sua flora intestinal era anormal. Desde muito cedo eu tentei dar a ele diversos tipos de probióticos, disponíveis no mercado, com nenhum resultado especial, até que eu achei uma fórmula que funcionava. Era potente o suficiente para curar seu sistema digestivo de tal forma, que podíamos até nos dar ao luxo de fugir da sua dieta restrita vez ou outra sem problema algum. Ao memso tempo essa terapia deu uma bela levantada no sistema imunológico do nosso garoto de tal forma, que agora eu já não me lembro do último resfriado que ele teve. Agora ele parece a própria imagem da saúde, com bochechas rosadas e olhos radiantes e ele é cheio de energia! Desde então eu desenvolvi minha própria fórmula de probióticos, que tem funcionado muito bem com crianças autistas e pessoas com problemas digestivos ou problemas de imunidade. É impossível superestimar o tamanho da guerra de uma família contra o autismo. Eu presenciei algumas situações muito tristes, quando um dos pais tenta de todas as formas ajudar seu filho autista e não recebe apoio algum do parceiro. Tratar uma criança autista é uma tarefa hercúlea e as famílias unidas normalmente apresentam maiores taxas de sucesso. Eu gostaria de dizer que o que alcançamos para nosso filho, alcançamos juntos, meu marido e eu. Sem o apoio constante do meu marido em todas as áreas possíveis para ele, eu não teria sido capaz de fazer nem metade do que fiz até hoje. Nosso filho tem muita sorte de ter um pai tão excelente, e que se orgulha dele. Uma boa parcela do sucesso no tratamento do autismo se deve ao fato de os pais de crianças autistas conversarem muito entre si. É daí que nós, pais, extraímos força e inspiração para levar a tarefa adiante. O nosso sucesso se torna fonte de inspiração para inúmeras outras famílias que me procuram e que estão tentando seguir o mesmo caminho que nós trilhamos. Tendo visto inúmeras famílias, dos mais variados países do mundo, eu nunca me canso de admirar sua força e determinação na tentativa de ajudar suas crianças. Eu aprendi muito com todos eles e com suas experiências. Há alguns meses atrás, ao final de uma consulta um dos pais olhou para mim e perguntou num tom consternado: “Você não escreveu um livro ainda?” A isso se seguiram inúmeros pais fazendo o mesmo pedido: eu deveria escrever um livro sobre autismo. Eu estou trabalhando nele agora (Nota Este texto é de 2003 – hoje o livro já está publicado e é um enorme sucesso). Eu sinto que é minha tarefa dividir meu conhecimentos e minha experiência clínica acumulada ao longo de todos esses anos graças ao meu filho e a tantas outras famílias com filhos autistas que eu conheci. Eu espero também que a minha experiência ajude outros pais a evitar os erros que eu cometi. Nós todos podemos aprender com nossos erros, mas o tempo é precioso para as nossas crianças. Quanto mais cedo começarmos a ajudá-los da forma correta, melhor as chances deles se recuperarem completamente do autismo. Eu acredito que toda criança autista tem uma chance, quando dada a ajuda adequada.

E não deixe ninguém lhe falar que autismo é incurável!

Vídeo da mãe de Hugo Nelson, autista. Ela fez diversos vídeos para orientar outros pais que que estão passando por situações semelhantes. Ela fala sobre tratamentos, dieta, suplementos, probióticos, alto custo dos tratamentos que não são pagos nem no Brasil pelos Planos de Saúde e nem nos E.U.A pelas asseguradoras por alegarem que é um custo de cerca de 50 dólares anuais para um problema que ainda não se conhece a cura. Fala também sobre ABA, Son-Rise, Protocolo Dan!, problemas gastroinstestinais, comportamentos atípicos

Instituto de pesquisa sobre Autismo

40 anos de Experiência e Sucesso

40 anos de Experiência e Sucesso

Instituto de Pesquisa sobre Autismo: 40 anos de esperança e  sucesso.

O escritório do Dr. Bernard Rimland abriga o instituto de pesquisas renomado no mundo  do Autismo, que melhorou as vidas de milhares de crianças com autismo – trazendo o alívio, a esperança, e até mesmo a recuperação às famílias no mundo todo.

Estabelecido em 1967, o ARI (Autism Research Institute – Instituto de Pesquisas sobre o Autismo) que é uma organização não lucrativa em São Diego,  é a matriz do mundo para a pesquisa e a informação sobre o  autismo e desorders relacionados, e o alicerce de um movimento ràpidamente crescente que prega que autismo pode ser tratado eficazmente com a modificação intensiva do comportamento e uma variedade de tratamentos biomédicos individualizados.

O livro do Dr. Rimland 1964, “Autism Infantile: A síndrome e suas implicações para uma teoria Neural do comportamento,” foi responsável por desafiar e por mudar a crença que por longo tempo foi aceita, que autismo era uma desordem emocional causada por mães incapazes de cuidar dos seus filhos. Autismo é reconhecido atualmente como um desordem biomédica. O Dr. Rimland devotou-se incansavelmente a conduzir e a disseminar os resultados das pesquisas sobre métodos  para diagnosticar e tratar o Espectro do Autismo. Estas modalidades de tratamento, já consideradas radicais, estão ganhando agora a grande aceitação com tantas notícias sobre as crianças anteriormente autistas que foram reclassificadas como o normais.

A determinação do Dr. Rimland causada pelo diagnóstico do seu próprio filho como autista, na idade de dois anos, em 1958. Após esta descoberta, e convencido por sua pesquisa, o Dr.Rimland lutou duramente nos anos 1960’s para avançar a causa da Análise Aplicada do Comportamento – O mais cedo possível (conhecida geralmente como o ABA). Quando a maioria dos profissionais convencionais a rejeitaram, hoje – quatro décadas mais tarde – aceitam inteiramente seu valor. Agora o Dr.Rimland e seus colegas (que acreditam que as drogas causam demasiados efeitos colaterais e frequentemente mais danos do que benefícios) estão abrindo caminho com uso de testes de laboratório para identificar problemas no metabolismo das crianças que pode ser corrigido com o uso das dietas, das vitaminas, dos minerais, dos aminoácidos e de outras substâncias seguras e naturais normalmente atuais no corpo.

Antes de 1995, o começo do que é hoje reconhecido extensamente por uma epidemia do autismo era evidente. Os estudos recentes mostram um aumento de 800% nos casos desde 1985. ARI estava desde então tentando chamar a atenção para a epidemia que ocorria. Hoje ARI mantém o banco de dados, o maior do mundo de indivíduos autistas com mais de 37.000 histórias detalhando casos de crianças autistas de 60 países, e é uma fonte principal da informação na epidemia e em suas potênciais causas.

Juntos os doutores. Sidney Baker,  Jon Pangborne e Rimland desenvolveram o Derrote o Autismo Agora! (DAN!) um projeto para treinar médicos e outros profissionais de saúde em como executar DAN avançado. Maneiras de fazer o diagnóstico e os tratamentos bem sucedidos do autismo. Há agora centenas de médicos DAN! Por todo o mundo e milhares de crianças – muitos deles os filhos ou as filhas de DAN! médicos — quem perderam o diagnostico do autismo e estão frequentando escolas normalmente.

Além do Instituto de Pesquisa sobre Autismo (ARI) que segue, financiando, monitorando e executando pesquisas nas causas e nos tratamentos do autismo, ARI esta acoplado em outros projetos que incluem:

Derrote o Autismo Agora! (DAN!) faz  reuniões para discutir resultados obtidos e buscar novas respostas e também conferências: DAN! trazem junto médicos e ciêntistas de todo o mundo para desenvolver métodos avançados de diagnóstico e de tratamento. Recomendações baseadas no DAN! O manual (opções Biomédicas para avaliação de crianças com Autismo e problemas relacionados) tem atraído a atenção internacional. DAN da continuação! As conferências e os treinamentos para médicos acontecem duas vezes por ano. “Mini-DAN!” As conferências são oferecidas periòdicamente

Revisão Internacional da pesquisa sobre o Autismo (ARRI): Este boletim de notícias, a cada 4 meses, fornece a informação mais recente sobre desenvolvimentos no mundo do autismo. As últimas novidades sobre autismo são recolhidos de uma busca do computador dos 25.000 científicos e dos artigos médicos publicados cada semana.

Surgem informações novas diariamente sobre o autismo e suas edições circunvizinhas. ARI trabalha sem descanço para aplicar as novidades das pesquisas nos  métodos que estão sendo desenvolvidos para ajudar crianças autistas e suas famílias agora, hoje.

ARI fornece a informação  de graça e/ou com custos baixos aos pais, aos profissionais e à imprensa pelo correio e em sua Web site. Uma lista da publicação de livros, de fitas adesivas, de vídeos e de artigos estão disponíveis na Web site do ARI e pelo correio.