autistas

Psicólogos e fisioterapeutas acompanharão pacientes e seus pais

07-10-09 O Dia Online

Rio – Crianças autistas terão, a partir de hoje, um centro municipal com tratamento multidisciplinar para o problema. A unidade, que será oficialmente inaugurada hoje, já tem 30 pacientes e deverá dobrar a sua capacidade até o fim do ano, segundo o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Márcio Pacheco. “O objetivo do centro, que terá desde atividades lúdicas à fisioterapia, é desenvolver na criança autista a capacidade de aprendizagem. Queremos preparar este paciente para que tenha melhor desenvolvimento na escola. Essas crianças podem competir no mercado de trabalho e esse é um dos nossos objetivos”, diz. Segundo Pacheco, o centro, que conta com brinquedoteca e computadores, tem como diferencial o acompanhamento dos pais e familiares dos pacientes. “Esse atendimento é fundamental porque vamos poder trabalhar o relacionamento dos pais com seus filhos. Com um relacionamento em casa melhor, essas crianças terão mais facilidade para se relacionar com outras pessoas.” Segundo a neuropediatra Eliana Silva, diretora do centro, o diagnóstico do transtorno ocorre quando a criança tem cerca de 3 anos. “Os bebês autistas geralmente são mais quietos, choram pouco. As crianças evitam brincadeiras com outros colegas. Os movimentos repetitivos, principalmente das mãos, também são frequentes”, relata a médica. Os pais de crianças com o transtorno podem buscar auxílio e esclarecimentos no próprio centro, que fica na Avenida Presidente Vargas 1.997, 1º andar, ou pelo telefone: 21 2242-7700

CARACTERÍSTICAS DO TRANSTORNO

Estima-se que a prevalência do autismo seja de um para cada mil nascidos, sendo quatro vezes mais frequentes nos meninos do que nas meninas. Um dos mais famosos autistas é Kim Peek, imortalizado por Dustin Hoffman no filme ‘Rain Man’. Ele memorizou mais de 12 mil livros. Os sintomas podem variar de acordo com a idade. Os mais frequentes são a dificuldade de fazer amigos, resistência a mudanças de rotina e repetição de palavras e movimentos.
Não existe um exame capaz de identificar o transtorno. O diagnóstico é clínico.

Fonte:  PÂMELA OLIVEIRA, RIO DE JANEIRO – O Dia Online

Eu tentei ligar algumas vezes mais até o momento, não consegui falar com ninguém. Se alguém conseguiu obter mais informações ou foi atendido, por favor, deixe aqui o seu depoimento dizendo o que achou do atendimento.

Um abraço,  Jaqueline Araujo