Método TEACCH

TEACCH

O TEACCH (Treatment and Education of Autistic and related Communication-handicapped Children)

é um programa especial de educação talhado para as necessidades individuais de aprendizagem da criança autista, baseado no desenvolvimento do quotidiano.•

Baseado no fato das crianças autistas serem frequentemente aprendizes visuais, o TEACCH traz uma clareza visual ao processo de aprendizagem, buscando a receptividade, a compreensão, a organização e a independência. A criança trabalha num ambiente altamente estruturado que deve incluir organização física dos móveis, áreas de atividades claramente identificadas, murais de rotina e trabalhos baseados em figuras e instruções claras de encaminhamento. A criança é guiada por uma sequência de atividades muito clara e isso ajuda que ela fique mais organizada.

Acredita-se que um ambiente estruturado para uma criança autista crie uma forte base para a aprendizagem. Embora o TEACCH não foque especificamente nas habilidades sociais e comunicativas tanto quanto outras terapias, ele pode ser usado junto com essas terapias para torná-las mais efetivas.

Objetivo: aumentar o funcionamento independente. Valoriza o aprendizado estruturado (principalmente no início do tratamento). Dá importância à rotina e a informação visual. É necessário organizar e simplificar o ambiente, apresentando  menos estímulos sensoriais concomitantes. Isto facilita a criança a focar a atenção nos detalhes relevantes.

UTILIZAÇÃO DE  MATERIAL COM INFORMAÇÃO VISUAL

A informação dada visualmente tem como objetivo amenizar as dificuldades de comunicação existentes. A programação das atividades do dia deve ser dada visualmente. Pode existir um quadro indicando, em seqüência, quais atividades ou tarefas a criança deve realizar. Alguns quadros são feitos de maneira a induzir a criança a retirar o cartão com a foto ou desenho da próxima atividade e depositá-la no local onde deve ir. Por exemplo, retirar a foto da piscina do quadro e colocá-la em um lugar com o mesmo símbolo na piscina. É claro que a utilização dos quadros requer um aprendizado. Inicialmente alguém fará cada passo com a criança, colocando os cartões em sua mão e ensinado-a a colocá-lo no local. Quando a atividade tiver acabado, a criança deve voltar ao quadro de tarefas para ver qual a próxima atividade e pegar seu respectivo cartão. Com o tempo ela poderá realizar a tarefa de maneira independente. O fundamental é a persistência até que a criança aprenda a utilizar a informação visual. Na maioria das vezes a utilização deste método traz tranqüilidade à criança já que possibilita melhor compreensão e comunicação. O quadro a seguir ilustra os passos que a criança deve seguir ao chegar na escola e quais serão as atividades: guardar mochila, ir ao banheiro, jogo, lavar as mãos, lanchar e ir para casa. Ao invés do nome pode-se colocar uma foto da criança em cima do quadro de suas atividades. É necessário que ao ver a figura a criança entenda o que se espera dela. Isto ajuda na organização, minimiza possíveis problemas de linguagem receptiva e dá independência para a criança. É possível também utilizar material visual para ensinar a fazer determinadas tarefas como fazer café, escovar os dentes, etc. A próxima figura utiliza um álbum para ensinar a fazer café. As páginas do álbum possuem uma seqüência de fotos que ensinam cada passo de como fazer café. Primeiro pega a água, depois colocar na cafeteira, etc. Este tipo de orientação pode servir para qualquer coisa que se queira ensinar para a criança. É obvio que isto implica em um aprendizado. Inicialmente os passos serão dados com auxílio, mas sempre utilizando o álbum como referencial para a criança. É fundamental iniciar com tarefas bem simples (como por exemplo, pegar biscoitos em um pote) e sempre utilizando as fotos para a criança aprender a obter a informação ordenada e organizada visualmente. A família pode ter também um esquema na parede para a criança se situar com relação aos dias da semana e o que fará em determinado dia. Nos dias de semana pode-se colocar uma foto dela com uniforme da escola ou algum logotipo que a criança associe à escola. Nos sábados e domingos pode-se colocar uma foto de casa ou foto da criança com os pais ou avós. O importante é que fique claro para a criança que dia é hoje e o que ela fará. É também útil fotografar os locais e pessoas que fazem parte da vida da criança. Assim, quando os pais forem explicar para a criança aonde ela vai, podem mostrar uma foto ilustrativa enquanto passam a informação verbal (“hoje vamos à casa da vovó” e mostra a foto). Outro método utilizado com o intuito de aumentar a comunicação é o PECS (Picture Exchange Communication System). Este sistema utiliza cartões contendo fotos ou logotipos de coisas relevantes para a criança. Pode-se iniciar com coisas que a criança gosta de comer e ensiná-la a utilizar os cartões como objeto de troca pelo que deseja.

Fonte: Drª.Carla Gikovate – Neurologista Infantil – Mestre em Psicologia

http://www.carlagikovate.com.br

autistas

Psicólogos e fisioterapeutas acompanharão pacientes e seus pais

07-10-09 O Dia Online

Rio – Crianças autistas terão, a partir de hoje, um centro municipal com tratamento multidisciplinar para o problema. A unidade, que será oficialmente inaugurada hoje, já tem 30 pacientes e deverá dobrar a sua capacidade até o fim do ano, segundo o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Márcio Pacheco. “O objetivo do centro, que terá desde atividades lúdicas à fisioterapia, é desenvolver na criança autista a capacidade de aprendizagem. Queremos preparar este paciente para que tenha melhor desenvolvimento na escola. Essas crianças podem competir no mercado de trabalho e esse é um dos nossos objetivos”, diz. Segundo Pacheco, o centro, que conta com brinquedoteca e computadores, tem como diferencial o acompanhamento dos pais e familiares dos pacientes. “Esse atendimento é fundamental porque vamos poder trabalhar o relacionamento dos pais com seus filhos. Com um relacionamento em casa melhor, essas crianças terão mais facilidade para se relacionar com outras pessoas.” Segundo a neuropediatra Eliana Silva, diretora do centro, o diagnóstico do transtorno ocorre quando a criança tem cerca de 3 anos. “Os bebês autistas geralmente são mais quietos, choram pouco. As crianças evitam brincadeiras com outros colegas. Os movimentos repetitivos, principalmente das mãos, também são frequentes”, relata a médica. Os pais de crianças com o transtorno podem buscar auxílio e esclarecimentos no próprio centro, que fica na Avenida Presidente Vargas 1.997, 1º andar, ou pelo telefone: 21 2242-7700

CARACTERÍSTICAS DO TRANSTORNO

Estima-se que a prevalência do autismo seja de um para cada mil nascidos, sendo quatro vezes mais frequentes nos meninos do que nas meninas. Um dos mais famosos autistas é Kim Peek, imortalizado por Dustin Hoffman no filme ‘Rain Man’. Ele memorizou mais de 12 mil livros. Os sintomas podem variar de acordo com a idade. Os mais frequentes são a dificuldade de fazer amigos, resistência a mudanças de rotina e repetição de palavras e movimentos.
Não existe um exame capaz de identificar o transtorno. O diagnóstico é clínico.

Fonte:  PÂMELA OLIVEIRA, RIO DE JANEIRO – O Dia Online

Eu tentei ligar algumas vezes mais até o momento, não consegui falar com ninguém. Se alguém conseguiu obter mais informações ou foi atendido, por favor, deixe aqui o seu depoimento dizendo o que achou do atendimento.

Um abraço,  Jaqueline Araujo

InspiradospeloAutismo

As crianças autistas possuem mais matéria cinzenta do que as outras crianças nas áreas do cérebro que serão responsáveis pelo processamento social e pela aprendizagem através da observação. As conclusões resultam de um estudo divulgado em Chicago, durante o encontro anual da Radiological Society of North America. As diferenças existem e foi possível observá-las com recurso a técnicas de imagiologia. “Os resultados apontam para a possibilidade da incapacidade de relacionamento das crianças autistas ser o resultado de um funcionamento anormal do sistema neurológico”, refere Manzar Ashtari, autor principal do estudo que trabalha num hospital pediátrico norte-americano (Children´s Hospital of Philadelphia). Tudo estará relacionado com os chamados neurônios espelho, que são ativados quando um indivíduo está a praticar uma ação ou a experimentar uma sensação ou emoção ou ainda quando observamos estes comportamentos nos outros.

Além das diferenças nas áreas de matéria cinzenta associadas aos neurônios espelho, os resultados do estudo revelaram que o aumento da camada no lóbulo parietal estava relacionado com os QI mais elevados nas crianças normais mas não nas crianças autistas. “Nos cérebros das crianças normais, a maior quantidade de matéria cinzenta está associada a QI mais elevado mas nos cérebros das crianças autistas esta correspondência não se verifica porque a matéria cinzenta não funciona adequadamente“. As crianças autistas também mostravam uma redução significativa de matéria cinzenta na região da amígdala direita que explicará a profunda inaptidão social.A equipa de investigadores acredita que este mapeamento do cérebro será capaz de contribuir de forma significativa para a compreensão dos problemas das crianças autistas, sobretudo da percepção da estrutura e funcionamento cerebral.

Rio ganha centro de estudos e tratamento para pessoas com autismo
Unidade começa a funcionar nesta quarta-feira (07/10/09), na Avenida Presidente Vargas. Inicialmente, serão atendidas 40 crianças.
Os profissionais mostrarão às famílias que, com a assistência certa, os autistas podem ter uma ótima convivência social. O secretário Municipal da Pessoa com Deficiência fala sobre o assunto.
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Autismo - More than Words

Baixar Livro Mais do que Palavras

Autor: Fern Sussman

Para crianças com Transtorno do Espectro do Autismo, a comunicação é tão importante como para as outras crianças.

No entanto, elas enfrentam desafios especiais, devido ao seu estilo de aprendizagem e preferências sensoriais, o que geralmente torna difíceis a interação e a comunicação.

Felizmente há algumas coisas que tornam mais fáceis para o seu filho todos os tipos de aprendizagem, inclusive aprender a se comunicar.

As idéias deste livro preparam pais para ajudar seus filhos a aprender a interagir e se comunicar, usando situações que ocorrem naturalmente durando o dia.

Conteúdo Livro mais do que Palavras – Autismo

Introdução

1. Saiba mais sobre a Comunicação de seu filho

2. Defina metas usando o que você sabe sobre seu filho

3. Deixe-se conduzir pelo seu filho

4. Participem juntos

5. Promova interações usando Brincadeiras com Gente

6. Ajude seu filho a entender o que você diz

7. Use ajudas visuais

8. R.O.D.A. nas suas rotinas

9. Aproveite a música ao máximo

10. Que venham os livros!

11. Traga os brinquedos

12. Vamos fazer amigos

Fonte: http://omundodepeu.blogspot.com

Download Livro Mais do que Palavras

Alimentos Orgânicos no Autismo

alimentos-organico

Temos muitos motivos para consumir orgânicos, dentre eles o de protegermos as futuras gerações de contaminação química (A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas), protegemos o ambiente pois esses produtos evitam erosões no solo (através de técnicas de rotação de cultura, compostagem, dentre outras técnicas que deixam o solo mais produtivo o ano todo), não poluírmos a água (agrotóxicos usados em plantações comuns atravessam o solo e atingem os lençóis freáticos), economizarmos energia, ajudarmos pequenos agricultores, ainda assim cuidamos da nossa saúde! E para os autistas esse cuidado é uma enorme diferença em sua vida, comportamento, corpo e desenvolvimento. Como já dissemos aqui, existem diversas pesquisas baseadas na ligação entre os metais pesados e diversas síndromes do desenvolvimento, dentre elas o AUTISMO!

De acordo com Andrea Lalama, mãe que curou seus dois filhos do espectro autista e ajuda em muitos casos nos E.U.A., o autismo é causado pela proteína cristal de um biopesticida natural feito do Bacillus Thuringiensis (BT). Esse biopesticida é ou foi enriquecido com Chlorodimeform que é um pesticida a base de mercúrio (aqui nosso vilão, o metal pesado mercúrio) para potencializar o poder do BT e que depois foi substituído pelo Amitraz. Esse biopesticida anunciado como vilão somente dos insetos é também prejudicial aos seres humanos, principalmente os autistas.

Essa combinação pode estar nos destruindo e provocando não só os casos de autismo dos EUA como também todas as disfunções neurológicas e psicológicas vistas na população em geral.
O BT destrói a octopamina que controla os neurotransmissores dopamina, serotonina, noradrenalina e a istamina. É a octopamina a responsável pelo senso de direção e comunicação dos insetos. Ela descobriu isso investigando a morte das abelhas, sim as abelhas estão desaparecendo. Quando contaminadas, elas não conseguem se comunicar, o que fazem através de uma dança cheia de códigos, e perdem o rumo, não sabem o que fazer na sua sociedade. Além de não descansarem e morrerem de exaustão. (Qualquer semelhança com um autista alheio aos acontecimentos da sociedade, “perdido”, NÃO é mera coincidência) Os seus intestinos também explodem por causa de algo muito parecido com o intestino permeável.

Outro possível efeito da octopamina é no mecanismo intracelular do cálcio, ajudando na função mitocondrial e sulfatação. Tudo muito haver com nossas crianças, não é mesmo?
O biopesticida BT começou a ser utilizado na costa leste dos EUA em 1938, mesma área onde surgiram os primeiros casos de autismo, logo catalogados por Kanner em 1943. O pai de uma das crianças, trabalhava nas plantações e manipulava pesticidas. Outra coincidência: começou a ser também utilizado na Áustria em 1939 e em 1944 foi catalogada a Síndrome de Asperger.

Fonte: http://blog.agencialumini.com/

Os Metais Tóxicos no Autismo

metais e autismo

OS METAIS TÓXICOS EM AUTISMO E TDHA

Em diferentes debates científicos sobre o autismo e meios de comunicação, se tem falado de uma epidemia dentro do espectro autista. Podemos encontrar uma criança autista nascendo a cada 3 horas, segundo relatos no estado da Califórnia.

O que está acontecendo?
Uma das respostas mais fortes, dadas pelos cientistas, é que o risco ambiental nesta doença é igual ao risco genético.

Ao se falar em risco ambiental, devemos considerar 3 aspectos principais:
1- uso indiscriminado de antibióticos;
2- Vacinas múltiplas;
3- Contaminação química: Metais pesados e outros contaminantes

O que são metais pesados?
São metais de alto peso molecular que entram no organismo por inalação, ingestão ou exposição cutânea. São bioacomulados, que se podem unir a moléculas dentro do organismo e por serem de difícil excreção, vão passando através da cadeia alimentar; e quando os metais entram e se acumulam nos tecidos do organismo, mais rápido do que o organismo pode excretar, é criado um estado de intoxicação desenvolvendo assim danos aos tecidos e células nervosas.

Com certeza, estamos expostos aos metais pesados, mas a fragilidade nas crianças autistas e TDHA, são maiores, mas por que é tão alta?

Podemos citar diversos fatores :
Sistema imunológico comprometidos
Existem danos nas vias de detoxificação
Bio-acumulação de toxinas multiplas ( amalgámas dentárias.. )
Alta exposição ( vacinas, pintura de unha -esmalte…)
Exposição em fases críticas ao nascimento( pre e pos natal)

Como saber se seu filho tem intoxicação com metais?
Existem muitas possíveis manifestações, porém é difícil reconhecer pela simples observação, pois se requer uma analise de metais no cabelo. Exame que comprova estes contaminantes, principalmente o mércurio, alumínio, chumbo, cobre.

Estas intoxicações, se expressam em grande quantidade no comportamento dentro do espectro autista.

Como podemos eliminar os metais pesados?
Através de uma técnica chamada quelação, que consiste na remoção por meio de um quelante (íon químico) , fazendo com que estes, sejam excretados na urina e nas fezes.

A quelação do Mércurio, como todos os outros são feitos através de um longo período, mas, com um tratamento nutricional e médico, podemos notar melhora na atenção, linguagem e motricidade, a fase do tratamento.
Os metais pesados e suas fontes principais de intoxicação, estão descritos na tabela abaixo:

Metal tóxico
Fontes principais

Alumínio (não é metal pesado)
Latas, utensilios de cozinha, antitranspirantes, antiácidos

Antimônio
Usado en pijamas, sabão, tendas resistentes ao fogo. Produtos antiparasitários

Arsênico
Como arsenato de cobre em conservadores de madeira para jogos infantis. fumaça de cigarro

Cádmio
Pigmentos, pinturas, pilhas recarregáveis

Níquel
Botões,zippers, instrumentos odontológicos. fumaça de cigarro

Estanho
Pastas de dentes, pinturas corrosivas de embarcações marinhas provocando intoxicação de peixes e mariscos

Chumbo
Altamente tóxico!: provoca dano cerebral e do sistema nervoso..
Pinturas, combustão de hidrocarburadores. Água em tubo de chumbo (parte hídrica em construções antigas )

Mercúrio
Altamente Tóxico! Tanto a forma inorgânica como orgânica .
Pode cruzar a placenta e penetrar no cérebro do embrião provocando dano cerebral severo.
Mercúrio inorgânico: minério, incineração de dejetos médicos. Atividades industriais.

Mercúrio orgânico: Consumo de salmão, atum, Amalgamas dentárias da gestante que passa para o feto.

Etilmercurio como conservante em vacinas principalmente múltiplas.

É importante assistência de profissionais como médicos e nutricionistas, para o tratamento da quelação e também para uma dieta sem glúten e caseína.

Vacinas Infantis podem causar Autismo

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O que os Laboratórios e Médicos não falam.
Texto gentilmente cedido por April Oakes,
Presidente do Projeto Autismo Autoimunidade.

Sua filha Casi Oakes, autista, falecida aos 4 anos de idade, transformou a vida desta mãe que hoje se dedica a ajudar outras famílias de autistas.

Discurso de Abertura da Conferência Autismo Autoimunidade
Conferência realizada em 16 de Agosto de 2002, em Davie/FL EUA.

Olá, meu nome é April Oakes e eu acho extremamente difícil ter que me apresentar aqui e servir de voz para estas crianças. Meu marido e eu começamos nossa organização em homenagem a nossa filha de 4 anos, chamada Casi, que faleceu no dia 13 de Junho de 1.999. A única razão que me faz ser capaz de respirar hoje, após ter perdido o ser mais importante de minha vida, é que Deus tornou a minha missão nesta vida muito clara.

Nós nos demos conta de que Casi foi vitimada por vacina, antes de ter recebido o rótulo de autista. Eu digo “rótulo” porque eu acredito ser isto o que os profissionais na sua maioria, e os burocratas da saúde pública desejam que chamemos estas crianças vitimadas por vacina, deste modo, isto implica que a condição delas seja algo sem causa ou cura e de ocorrência totalmente aleatória.

Comprometi-me a dedicar o resto de minha vida para fazer o QUE QUER QUE SEJA NECESSÁRIO, para ajudar crianças com Autismo Tóxico e de Autoimunidade, bem como proteger crianças saudáveis ou que ainda estejam por nascer da epidemia de autismo.

Este é o motivo por termos juntado fôrças com Ray Gallup e sua organização, no Projeto Autismo e Autoimunidade. Somos uma organização de caridade não lucrativa, dedicada a obter fundos para pesquisas independentes, de questões relativas a má formações ligadas a fatores imunológicos no autismo.

“Casi’s Quest” é portanto um projeto, ligado à sucursal da Flórida do Projeto Autismo e Autoimunidade, envolvendo proeminentes médicos e práticos naturalistas, com os mais recentes e exitosos tratamentos de autismo e problemas associados.

Casi’s Quest e o Projeto de Autismo e Autoimunidade, necessitam a sua ajuda para o apoio às pesquisas que levem a redução do número de casos de autismo. Nós apoiamos a pesquisa biomédica e sentimos que isto nos levará as respostas que estamos procurando, assim, poderemos um dia terminar o nosso projeto. Nós não temos 40 ou 50 anos para encontrarmos as respostas, porque as nossas crianças, estão em uma corrida contra o tempo.

Os políticos, repetem sem parar a assertiva ultrapassada de que o autismo é genético, sem querer enxergar uma realidade dolorosa e de muito custo. Respostas imunológicas causaram uma epidemia de doenças crônicas infantis, do tipo que a pesquisa genética atual é incapaz de controlar. Nós documentamos a epidemia de autismo em nosso site na web sob o titulo, “The United States Autism Epidemic: Our Bitter Harvest.” “A Epidemia de Autismos nos Estados Unidos: Nossa Amarga Colheita”.

Lá estão os dados que usamos, do Departamento de Educação dos EUA, que utiliza os mesmos critérios para identificação de autismo desde 1.991 até agora. Estes dados, mostram um incremento dramático de autismo, em todos os Estados Unidos. Ray Gallup escreveu um artigo para um Jornal Médico, The Lancet, que foi publicado em Julho de 2.000 entitulado “The MMR Question” ou “A Questão da MMR”. Ele citou o dramático aumento de autismo ocorrido na Califórnia, bem como na região leste de Surrey, no Reino Unido, onde 1 em cada 69 crianças, com idade de 3 anos, são autistas. Um importante geneticista, apontou recentemente que não existe uma coisa que possa ser considerada como “epidemia genética”.

Nós consultamos um dos maiores pesquisadores em Fort Lauderdale, Flórida, o Dr. Andrew Wakefield, em 8 de Setembro de 2.001. Ele de modo persistente, encontra o vírus vivo do sarampo nas entranhas de crianças com autismo, levado através da vacina MMR. Ele apresentou suas descobertas para aproximadamente 600 pessoas e nós fomos capazes de dedicar 40.000 dólares para as suas pesquisas. Que homem incrível !!! Eu pessoalmente, nunca encontrei um médico tão determinado nem tão caridoso, que realmente escuta os pais das crianças. Nós também apoiamos o trabalho dos Drs. Vijendra Singh e James Oleske, que estão encontrando elevados índices de anticorpos de virus de sarampo na maioria de seus pacientes autísticos.

O Dr. Singh recentemente identificou um particular anticorpo de MMR, relacionado com a vacina, encontrado em crianças com autismo, mas não presente em crianças normais do grupo de controle, nem em crianças com outras doenças. A existência de anticorpos de MMR e de anticorpos anti-cérebro em crianças autísticas, não é uma simples coincidência. A sua presença é de fato relatada. O Dr. Singh, que é Professor Associado de Neuro-imonologia da Universidade Estadual de Utah, precisa desesperadamente de recursos, assim, junte-se à nos no dia 12 de Outubro, para a conferência e o evento de solicitação de recursos para a sua muito necessária pesquisa. Esperamos que muito em breve, nós possamos ter mais doutores envolvidos e que nos ajudem a parar com esta epidemia.

A evidência que o autismo seja uma doença autoimune, é bastante forte. A autoimunidade, é um estado no qual o organismo, ataca à ele mesmo, devido a que errôneamente, interpreta seus próprios componentes como estranhos. Nós aprendemos que estas vacinas com multi-componentes, que são dadas aos nossos bebês, bem como as vacinas simples, que são frequentemente dadas junto em uma única dose, contêm muitas substâncias tóxicas. As vacinas contêm ingredientes tais como Anticongelante, Fenol (usado como um desinfetante), Formaldeído (conhecido como um cancerígeno), Alumínio (associado com a doença de Alzheimer), Thimerosal (um derivado do mercúrio, ligado à danos no cérebro e a doenças no sistema imunológico),Neomycina and Streptomycina.

Estas vacinas são produzidas e desenvolvidas à partir do cultivo em tecidos humanos e animais, como tecido de rins de macaco, embriões de galinha, tecido de rins de cachorro, cerum de bezerros, células diplóides humanas (orgãos dissecados de fetus de abortos), células sangüineas de porco e de cavalo e cérebro de coelho. Nós somos forçados a acreditar, que todos estes ingredientes e materiais genéticos possam ser injetados em sistemas imunológicos imaturos, sem efeitos negativos !!

O problema do uso de células animais, é que durante a passagem serial do vírus, o RNA ou o DNA do mesmo, podem ser transferidos de um hospedeiro para outro. Vírus animais não-detectados e outros materiais genéticos podem passar sem detecção por procedimentos de testes de controle de qualidade, como o ocorrido de 1955 até 1961 com o SV40. Este termo SV40, quer dizer vírus de símio #40 (significando o quadragésimo vírus de macaco descoberto), o qual contaminava a vacina da pólio e que foi relacionado com provocação de cancer.

Dizem-nos que nossas crianças, por ordem da Lei, não podem frequentar a escola sem terem todas as vacinas obrigatórias. Isto simplesmente NÃE É VERDADE !! Existem excessões para a aplicação de vacinas em praticamente todos os Estados, que permitem que nossas crianças freqüentem as escolas. Quando as excessões são reconhecidas pela Escola ou pelo pessoal ligado à Saúde, elas são freqüentemente confundidas com outras causas, como por ex., quando é dito que são eventos associados à crenças religiosas e relacionados com certos grupos específicos como os da religião da Ciência Cristã ou Testemunhas de Jeová. Isto não é apenas incorreto, mas também inconstitucional. Por falar nisso, as pessoas que determinam que vacinas sejam obrigatórias para as escolas, são as mesmas pessoas que são financiadas pelas companhias farmacêuticas, que fabricam as vacinas.

O Comitê do Deputado Dan Burton, sobre o Fundo de Reforma do Governo, encontrou conclusivas evidências de muitos agentes de saúde do governo, recebendo dinheiro ou mantendo ações de empresas produtoras de vacinas, alguns tendo inclusive trabalhado para o desenvolvimento das vacinas eles mesmos, assim tendo um investimento pessoal e profissional no caso.

Um exemplo é o testemunho de Betty D. Fluck,no dia 18 de maio de 1.999, numa das audiências do Sub-Comitê de Reforma do Governo. Eu tenho as minutas de uma reunião de um grupo de estudos do CDC (Centers for Disease Control) sobre a vacina da hepatite B realizado em março de 1.977.Devemos notar que a reunião da tarde foi presidida pelo Dr. Robert Sharrar do laboratória Merck. Um outro exemplo, foi na Escócia, em um artigo do jornal dominical de 30 de setembro de 2.001, onde o seguinte caso foi mencionado: O professor David Elliman, cujo estudo disse que os medos de que houvesse uma ligação entre autismo e vacina MMR eram infundados, admitiu que ele e a Dra. Helen Bedford tinha recebido dinheiro das gigantes farmacêuticas SmithKline Beecham e Pasteur Merieux Merck Sharp & Dohme.

Por que está o Instituto Nacional de Saúde concentrando todos os seus fundos de pesquisa sobre autismo em genética e nada em pesquisa imunológica? Parte da resposta é que as agência federais de saúde, como o próprio Instituto, o CDC e a FDA estão mais interessados em promoverem e regularem o uso de vacinas e não em descobrirem respostas para as nossas crianças. Em outras palavras, o bem estar de nossas crianças vem por último e os lucros de um produto como vacinas, vem primeiro. Audiências no Congresso, estão atualmente revelando estas informações, mas muitos pais estão desorientados.

A única informação que ouvimos na TV é a de que vacinas são seguras e efetivas, enquanto não existem evidências científicas provando isso! O deputado Burton, recentemente descobriu, que não existem estudos sobre segurança de vacinas desde 1.929 !!! Existem no momento 200 novas vacinas em desenvolvimento e muitas vão ser obrigatórias. Não existem, nem estão previstos, estudos de longo prazo sobre os efeitos destas vacinas, mas nós vamos ser solicitados a injetá-las nos sistemas imunológicos ainda não plenamente desenvolvidos de nossos bebês. Nós estamos básicamente jogando Roleta Russa com nossas crianças, porque as agências governamentais de saúde não estão executado estudos apropriados de segurança relacionados a estas vacinas e estão mais preocupados em promover e regular vacinas ao invés de discutirem a sua segurança. Uma coisa, nós já sabemos, que este é um sério conflito de interêsses !!!

Ray Gallup, começou o Projeto de Autoimunidade do Autismo em 1.998, porque o NIH, Instituto Nacional de Saúde, não iria prover fundos para pesquisa de projetos imunológicos em autismo. Nós conseguimos levantar mais de US$ 100.000,00 em fundos para as pesquisas dos Drs. Vijendra Singh, Andrew Wakefield and James Oleske.

O Dr. Oleske e o Dr. Singh encontraram evevados índices de “titers” de anticorpos de sarampo na maioria das crianças com autismo que testaram e o Dr. Wakefield, encontrou sarampo em seus intestinos.

Enquanto a nossa organização provê recursos de pesquisas para a relação entre o autismo e a vacina MMR, nossos membros acreditam que o autismo seja muito mais do que vacina MMR e thimerosal. Nós acreditamos que outras vacinas, tais como a DPT (Difecteria, Coqueluche e Tétano), HEPATITE B e PÓLIO, bem como vacina múltiplas dadas em uma única dose, possam causar o autismo.

Em um relatório da VAERS, sobre reações adversas causadas por vacinas, arquivado junto ao governo Federal, um médico na Califórnia, mencionou que uma criança ficou autista após receber uma dose oral das vacinas Pólio, DPT e MMR em um único dia e que ele sabia de outros casos. Alguns pais, notaram que suas crianças autísticas desenvolveram Diabetes após terem tomado a vacina da Hepatite B.

As pessoas nas comunidades médicas e orgãos oficiais de saúde, dos Estados Unidos e Inglaterra, negam a existência de uma ligação entre MMR e autismo. Até agora, eles dizem que a ciência tem demonstrado o seu ponto de vista. É a mesma coisa que deixar a raposa tomando conta dos pintinhos!!! O fato é que estas pessoas até agora não apresentaram nenhuma evidência científica conclusiva que não exista uma ligação entre a vacina MMR e o autismo.

Ao invés de nos darem labiosos relatórios de opinião sobre a ligação da vacina MMR e o autismo, as agências de saúde de nosso governo, deveriam vir com a ciência clínica, para explicarem isso e corrigirem o problema, com alguma modalidade de tratamento.

O nosso governo, poderia estar ajudando as nossas crianças e impedindo que mais crianças se tornassem autistas, através de pesquisas imunológicas e tratamentos. Seria muito mais construtivo do que ficar procurando genes desconhecidos que não irão se desenvolver em tratamento para nossas crianças, nem encerrarem a epidemia de autismo.

Muitas modalidades de tratamento, que propiciam que crianças com autismo melhorem, são imunológicas na sua natureza, tais como aplicações endovenosas de gama-globulina, dietas livres de glútem e caseína, secretina e o protocolo MT, desenvolvido no Centro Pfeiffer de Tratamento, pelo Dr. Bill Walsh em Naperville em Illinois.

Até agora, o Instituro Nacional de Saúde, não demonstrou interêsse em ajudar crianças com autismo a melhorarem, porque não estão provendo fundos de pesquisa para estudos independentes de imunologia e modalidades de tratamento.

Dizer que os pais não sabem nada e que você precisa ter algum diploma da moda de uma universidade como Harvard é uma falácia. Os pais, conhecem as suas crianças como ninguém, e junto com pesquisadores independentes, estão produzindo ciência, enquanto o estabelecimento oficial está produzindo cortinas de fumaça na opinião pública ao invés de sólidas evidências científicas.

Na Inglaterra, mais de 2.000 famílias estão no momento envolvidas em processos contra o departamento de saúde, devido à reações adeversas sofridas por suas crianças durante campanhas de vacinação de MMR no Reino Unido. Estas reações adversas, incluem autismo, problemas interstinais, epilepsia, dano cerebral, espasmos, encefalite, surdez, esclerose múltipla, bem como problemas comportamentais e de aprendizado. Em um artigo recente por um pai, David Thrower, intitulado “Autistic Enterocolitis”, ele diz o seguinte:

“Um número entre 2.000 a 3.000 familias, cujos filhos ficaram autísticos ou que tiveram outras reações adversas após terem recebido a vacina MMR, estão agora tomando medidas legais, ou buscando esse caminho, no Reino Unido, contra os fabricantes de MMR, Laboratórios Aventis Pasteur MSD Ltd, Merck and Company, Inc., SmithKline Beecham & French Laboratories Ltd., e SmithKline Beecham PLC. O julgamento está com data inicial prevista para Outubro de 2.003 na alta corte de justiça em Londres.

“Os advogado ingles, Alexander Harris, declarou que um padrão claro de eventos, começou a aparecer quando foi contactado pelas famílias com crianças, que tinham até então tido um desenvolvimento normal, tanto físico quanto mental, antes da vacina MMR e que logo em seguida, tornaram-se autísticas após a vacina. Esta condição estava frequentemente acompanhada por outros sintomas, com algumas vezes apenas um gradual declínio para o autismo. Muitas destas crianças, estão agora cronicamente doentes e mental ou fisicamente disabilitadas.

“Existem também mais de 600 advogados nos EUA, que estão buscando uma compensação legal para as nossas crianças. Estas audiências, estarão começando no final deste mes e nós precisamos demonstrar o nosso apoio. Juntos nós podemos e vamos fazer a diferença !!!

Uma outra coisa que David Thrower, diz é o seguinte:

“Em junho de 2.000, um estudo para a Fundação de Saúde Mental descobriu que o custo anual do autismo no Reino Unido era de no mínimo um bilhão de libras esterlinas, o custo individual por criança considerando-se a sua expectativa de vida, poderia atingir algo como 2,94 milhões de libras para cada uma.

“Estimativas similares, aplicam-se ao autismo nos EUA. Pode o nosso governo, seja ele local, estadual ou federal suportar financeiramente isso ? São os lucros dos produtos individuais mais importantes do que o custo humano e econômico do autismo ? As núvens de tempestade estão no horizonte e será responsabilidade da comunidade médica e das autoridades federais de saúde fazerem a coisa certa. Se não o fizerem, então pagarão o prêço, que é muito alto. Ninguém será perdoado por falsidades deliberadas que conduzam a deixar crianças permanentemente incapacitadas.

Meu marido e eu, fomos eleitos recentemente para assumirmos o Projeto de Autismo ligado à Autoimunidade e Ray Gallup continuará ainda a estar envolvido como membro da diretoria e fundador. As informações que estou apresentando hoje, são uma combinação dos discursos dêle e meu.

Nós já apresentamos estes discurso no Rally de Autismo de Abril em Washington e vamos continuar lutando por estas vítimas inocentes. Nós conclamamos todos os pais a apoiarem o Projeto de Autoimunidade e o Casi´s Quest, permitindo assim ajuda para as nossas crianças.

Por favor, escrevam para os seus representantes distritais na Câmara e no Senado dos EUA e peçam-lhes apoio para que os Institutos Nacionais de Saúde destinem fundos para pesquisas independentes na busca de ligações entre os problemas imunológicos/gastrointestinais e o autismo. Nós devemos pressioná-los bastante, se quisermos ajuda para nossas crianças.

Queremos que os pais se dêem conta do seguinte: Vocês têm opções…—Vocês têm o direito de tomarem uma decisão conciente e informada, embora este direito esteja constantemente sob a ameaça de pessoas que gostariam de mudar as leis.

A solução para este problema é atacar a causa e não os sintomas. É uma questão vital, que saibamos, tendo em vista as pesquisas de autismo, que existem muitos interêsses poderosos que perderiam dinheiro e possivelmente também a sua reputação, se o autismo fosse curado ou prevenido.

—Existe também, muito dinheiro a ser ganho se continuarmos com os tratamentos usuais: remédios que tratam apenas os sintomas (freqüentemente com efeitos colaterais destrutivos). Tragicamente, o governo, bem como a maioria das organizações privadas de pesquisas sobre o autismo, são dominados por estes interêsses.

Nós não desejamos criar uma nova indústria, não nos importamos também com quaisquer glórias; nós queremos ir até as causas e colocarmos um fim nesta epidemia !! Uma das razões principais que eu estou aqui hoje, é que eu gostaria de que alguém tivesse dividido estas informações comigo, antes que eu cegamente segurasse minha filha e permitisse que ela fosse vacinada. Desde o falecimento de Casi, a nossa vida não têm sido e jamais será a mesma. POR FAVOR, apreciem esta personalidade especial que é seu filho e dêem-se conta de que vocês foram realmente abençoados com um presente lá do alto. Muito obrigado por terem escutado o que eu tinha para dizer !

Eu agradeço a Deus acima de tudo, por ter me dado a coragem necessária para passar por tudo isso.

Obrigado a todos.

April Oakes

“Casi’s Quest”

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Existe uma crescente quantidade de provas que indicam que a ingestão de proteínas de glúten encontradas no trigo, na cevada e aveia, entre outros grãos, e de caseína, ou proteína do leite, afeta a função do cérebro normal. Um distúrbio do sistema digestivo prejudica a capacidade de fragmentar o glúten e a caseína e as pequenas cadeias protéicas resultantes apresentam estrutura e função similares aos opiácios (como morfina, ópio, etc…). Como estas cadeias protéicas viajam pela corrente sangüínea, elas podem alterar a função cerebral e causar sintomas imunológicos e intestinais.

Os profissionais de saúde prescrevem uma dieta isenta de Glúten e Caseína (GFCF) para os pacientes portadores de distúrbios neuropsiquiátricos e/ou distúrbios do desenvolvimento que são também incapazes de fragmentar efetivamente a caseína e o glúten, ou que são geralmente predispostos ao aumento do transporte destes peptídeos. A dieta GFCF é baseada na eliminação de todos os alimentos que contenham glúten e caseína, de forma a permitir que o organismo funcione na ausência destas substâncias psicoativas.
PRINCÍPIOS GERAIS DA DIETA GFCF

Fase 1 (2 – 4 semanas)
Comece a introduzir os alimentos GFCF na dieta para começar o período de ajuste que ajuda os pacientes a fazerem esta importante transição dietética. Esta fase é especialmente importante para as crianças e adultos que sejam enjoados para comer.

Fase 2 (3 semanas)
Elimine toda a caseína da dieta e substitua-a pelos alimentos CF afins (isentos de caseína).

Fase 3 (3 meses)
Elimine todo o glúten da dieta e substitua-os pelos alimentos GF afins (isentos de glúten).
ALIMENTOS A SEREM ELIMINADOS:
A lista que se segue deve ser usada como um guia. Alguns aditivos fora dos Estados Unidos podem não ser GFCF e certos alimentos podem ser derivados de trigo e de leite, portanto é mais importante ainda que se verifique junto aos fabricantes de alimentos quando em dúvida sobre os ingredientes. Verifique sempre os rótulos das embalagens dos produtos visto que os fabricantes também alteram os ingredientes sem qualquer aviso!!!
LATICÍNIOS E ALIMENTOS CONTENDO CASEÍNA

Observação: A caseína pode também ser encontrada em alimentos que não sejam do grupo de laticínios. Por exemplo: certas marcas de atum em lata contem caseinatos. Verifique sempre os rótulos das embalagens.

Produtos laticínios em geral: leite, queijo, iogurte, sorvete, creme de leite, creme azedo, manteiga.

Leite e componentes lácteos: Leites em pó, iogurte de leite em pó, proteína láctea, sólidos lácteos, pastas sólidas de leite, leite acidificado, buttermilk (leitelho), buttermilk em lata, leite condensado, leite cultivado, leite seco, leite evaporado, leite de cabra, leite maltado, lactose de queijo lácteo, creme não lácteo para o café, sólidos de buttermilk, gordura do leite, sorvete feito com leite magro. (Obs: leite de arroz da marca Rice Dream contém glúten)

Manteiga: Todas as manteigas, sabor artificial de manteiga, gordura de manteiga, óleo com sabor de manteiga, sólidos de manteiga de buttermilk, manteiga batida, margarinas (leia o rótulo nas embalagens).
Queijos: Todos os tipos de queijos (sólidos e cremosos), alimentos com queijo, sabor de queijo, queijo de cabra, queijo cottage, queijo cremoso (requeijão).

Caseína e caseinatos (encontrados na maioria dos substitutos de queijos, por exemplo, queijo de soja, queijo de arroz; também encontrado em alguns atum e salmão enlatados): caseinato de amônia, caseinato de cálcio, caseinato de magnésio, caseinato de potássio, caseinato de sódio.

Cremes: Creme de leite batido para chantilly, creme de leite integral e light, creme com sabor de côco (pode contém substâncias que dão sabor contendo proteína láctea), substituto do creme para café, creme de leite de lata, creme não lácteo (verifique o rótulo), iogurte cremoso, imitação de creme sólido.

Lactose e derivados: (verifique com seu médico todos os medicamentos prescritos quanto à presença de lactose): ácido lático/lactato, lactoglobulina, lactoalbumina, fosfato de lactoalbumina, lactilato de sódio (pode ou não conter caseína), lactulose, caseinato de magnésio.

Soro do leite: soro do leite acidificado, soro curado, soro sem lactose, soro desmineralizado, soro hidrolizado, soro em pó, soro fresco, soro concentrado, pó de soro, proteína de soro, caseinato de sódio de soro, sólidos de soro.

Substâncias flavorizantes: Sabor natural, sabor caramelo, sabor de coco, sabor de chocolate natural, sabor de creme da Bavária (pode conter proteína láctea), sabor de açúcar mascavo (pode conter proteína láctea).

Alimentos contendo glúten: (Observação: certos alimentos e bebidas “isentas” de glúten podem conter traços de glúten. Por exemplo: leite de arroz Rice Dream contém quantidades ínfimas de glúten. Lembre-se de verificar sempre os rótulos das embalagens).

A lista que se segue pode não conter todas as farinhas que não servem:
Todas as farinhas feitas de trigo, cevada, aveia, trigo alemão, centeio e kamut (triguilho): farinha de trigo comum, farinha de cevada, farinha de rosca, farinha integral, farinha de bolo, farinha dura (tipo de trigo bastante duro usado na fabricação de massas), farinha enriquecida, farinha de glúten, farinha de Graham, farinha debulhada, farinha rica em glúten, farinha rica em proteína, farinha de aveia, farinha para massas em geral, farinha de arroz, semolina, farinha de semolina, farinha seitan, farinha de gérmen de trigo, farinha de trigo, farinha branca, farinha de trigo integral, farinha branqueada por fermentação, farinha forte.

Todos os cereais feitos de trigo, cevada, aveia, trigo alemão, centeio e triguilho: Extrato de cereal, farelo, liga de cereal, farina.

Trigo: farelo de trigo, trigo durum, triticum (gênero triticum, espécie T. aestivum), gérmen de trigo, glúten de trigo, aveia de trigo, trigo em casca, amido de trigo, massa de trigo, farinha de trigo aestivum, farinha de titicum monoccum, bagas de trigo, bagas de trigo integral, trigo duro, farinha de trigo integral, gérmen (de trigo, triticum, durum) duro abissiniano.
Grãos integrais: aveia, cevada pérola, centeio, trigo alemão, trigo triticum alemão, cevada, trigo sarraceno, Job’s Tears (tipo de trigo em forma de lágrima típico da Ásia tropical), triguilho.

Massas: talharim com ovos, semolina, semolina de centeio, talharim soba, entre outras massas de trigo.

Amidos: amido modificado, amido de alimento modificado, amido de alimento (verifique sempre a origem visto poder ser um derivado de trigo ou milho), mono e diglicerídeos, amido gelatinizado (verifique, pois pode ser um derivado do trigo), amido vegetal (verifique, pois pode ser de origem de trigo).

Produtos maltados: extrato de malte, sabor de malte, vinagre de malte, malte barley (espécie Hordeum vulgare), malte de arroz (contém o gênero Barley ou Koji).
Observação: lembre-se, leite de arroz Rice Dream contém glúten do malte barley).

Corantes: Cor caramelo, cor natural de mostarda em pó (verifique, pois pode ser de origem de trigo), sabor de alta proteína.

Hidrossilatos: hidrossilato hordeum, hidrossilato de caseína, hidrossilato de caseína de leite, hidrossilato de soro de leite, hidrossilato da proteína do soro de leite, amido de aveia hidrolizado, proteína de planta hidrolizada, proteína vegetal hidrolizada (HVP) (verifique, pois pode ter um derivado do trigo).

Outros: A maioria dos substitutos de carne vegetal (exemplo: produtos Morgingstar Farms), fermento Avena (alguns são GFCF, verifique), caldo de carne ou de galinha em pó ou em cubos, chilton, chouriço (leia o rótulo), refeição de biscoito de nata, Fu (glúten de trigo seco), glutamato (isento), ácido glutamato, misturas e cubos de molho de glúten (exceto os preparados em casa com amido de milho), caseinato de sódio, caseinato de potássio, caldos e molhos pré-prontos, caseina do Pudim Rennet, temperos moídos (alguns contém glúten), xarope de arroz (a menos que seja especificado isento de glúten, contem enzimas do tipo barley), misturas de molhos (leia os rótulos cuidadosamente, geralmente contém trigo), Seitan, Triticum, tritical, tritical X triticoseacale, triticum duro, croutons, coalho, nata, missô (veja abaixo), dextrina, einkorn (triticum manococcum – trigo de uma semente, cresce em regiões áridas), temperos, proteína vegetal aditivos de triticum, goma vegetal (verifique, pode ser de origem de trigo), molho de soja (verifique, pode ser de origem de trigo), shoyu, temperos e ervas (mas somente aqueles especificamente isentos de aditivos de trigo, cubos de caldo (podem conter glúten).

Algumas idéias de refeições GFCF que as crianças gostam:
Observação: verifique sempre os rótulos das embalagens visto que os ingredientes dos produtos mudam freqüentemente.

Café da manhã:
Cereal de arroz (verifique a presença de malte barley)
Cereal de milho (verifique a presença de malte barley)
Ovos
Waffles de arroz
Panquecas
Leite de arroz e barrinhas de fruta
Torrada de pão de batata ou de arroz puro
Creme de arroz e cereais quinoa

Lanches:
Sanduíches feitos com pão de arroz e fubá e carnes, ovos, pasta de vegetais ou tofu
Tortas de farinha de arroz recheadas com carnes, vegetais e frutas
Sopas frias ou quentes
Saladas frias feitas com arroz e quinoa, vegetais e feijão
Frutas cortadas
Bolos de arroz e nozes complementam muito bem um lanche

Jantares:
Espaguete de arroz ou quinoa e almôndegas
Sopas quentes
Montes de casca assada de batatas
Nuggets de frango feito com farinha de rosca GFCF
Pizza de farinha de arroz cheia de molho, carnes e vegetais.

Dicas de alguns alimentos GFCF para o iniciante:
• Use leite de coco, leite de arroz, leite de soja e leite de amêndoa ao invés de laticínios.
• Use molho de maçã ou de ameixa no lugar da gordura nos alimentos assados.
• Use tortilhas puras de milho ao invés de farinha de trigo.
• Use pães de fubá, batata e arroz ao invés de pães de farinha de trigo.
• Use massas de quinoa e arroz ao invés de massas de farinha de trigo e semolina.
Dicas gerais:
• Lembre aos professores da escola, membros da família e amigos que tenham contato freqüente com a sua criança de que os alimentos que contém glúten e caseína são extremamente tóxicos para seu filho e podem ter conseqüências desastrosas para sua saúde. Nossos médicos podem fornecer um atestado para comprovar isto.
• Tenha sempre lanchinhos à mão no caso de você e seu filho estarem ocupados e não haver disponibilidade de alimentos GFCF.
• Familiarize-se com os restaurantes da área que possam servir as comidas dietéticas do seu filho. Faça perguntas como: as batatas fritas são feitas no seu próprio óleo? Os vegetais cozidos levam manteiga no preparo? O feijão assado contém farinha?
• Mantenha um bom estoque de guloseimas GFCF na sala de aula, em caso de uma festa inesperada.
• Considere tornar sua culinária GFCF. Além de proteger seu filho das comidas que podem lhe fazer mal, isto pode evitar o sentimento de estar sendo colocado à parte no horário das refeições com a família. Ao fazer esta mudança você irá tornar as compras e a cozinha muito mais fácil de se lidar e ajudará a toda a família a se sentir mais saudável e mais alegre.

FONTES:
Livros:
Dietas especiais para crianças especiais
Celebrações de dietas especiais

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BIBLIOGRAFIA:

  • Meu Guerreiro Famoso – Danyelle Perorazio  (Tudo o que você gostaria de ouvir do pediatra quando o seu filho é diagnosticado com Autismo
  • Nascido Em Um Dia Azul – Daniel Tammet -: Editora: Intrinseca (Em ‘Nascido em um dia azul’, Daniel Tammet relembra sua infância, quando se sentia isolado e limitado pela incapacidade social que marca pessoas como ele – um portador da síndrome de Savant e da síndrome de Asperger. Crianças com esses distúrbios têm dificuldades de relacionamento, de compreender frases ou piadas de duplo sentido, de captar nuances emocionais do comportamento humano ou de dirigir automóveis. Apesar dessas limitações, ele se tornou professor de línguas estrangeiras, é atração de programas de televisão e de universidades com suas habilidades singulares para fazer cálculos com velocidade, graças à forma especial como consegue lidar com números)
  • Convivendo com Autismo e Síndrome de Asperger – Chris Williams – (Esta obra sobre os cuidados com a criança autista é um recurso ideal para as famílias e também para os profissionais que trabalham com eles. Em linguagem clara e simples, os autores explicam a natureza dessa condição e suas variações, e abordam problemas comuns vivenciados em atividades do cotidiano como comer, dormir e ir ao banheiro. Além disso, sugerem estratégias para lidar com crises repentinas de raiva ou mau humor, e apresentam alternativas para melhorar as aptidões sociais e de comunicação.
    Com base em pesquisas atuais e muitos exemplos de casos, os autores analisam, passo a passo, cada problema e suas causas, propondo várias soluções).
  • Autismo Infantil – Leboyer, Marion  – Editora Papirus (Apesar das numerosas pesquisas consagradas à síndrome do autismo, a polêmica em torno dessa patologia subsuste, especialmente sobre as causas ou fatores desencadeantes. Sem priorizar nenhuma das trilhas abertas por pesquisadores de todo o mundo, Marion Leboyer esquadrinha todos os enfoques dados ao autismo, apresentando e explicitando os aspectos clínicos, biológicos, psicológicos, psicodinâmicos, genéticos e orgânicos)
  • Uma Menina Estranha  – Ed: Temple Grandin - Nesta obra a trajetória de Temple uma criança autista muito inteligente nos conta como é ser um autista. Nos auxilia na compreensão de sua visão de mundo, quais seus medos e a melhor maneira de auxiliá-la.
    Utiliza uma linguagem franca às vezes ingênua, porém que nos auxilia e enriquece no trato com crianças e jovens com a síndrome do autismo. Utiliza uma linguagem franca às vezes ingênua, porém que nos auxilia e enriquece no trato com crianças e jovens com a síndrome do autismo. Tem alguns termos técnicos, porém é de leitura razoavelmente fácil. Indicado tanto para pais quanto para profissionais da área.
    Já indiquei este livro para alguns pais, e eles me relataram que após esta leitura puderam compreender algumas reações de seus filhos que lhes pareciam sem sentido.