sem gluten

Autismo: tratamento com dieta

O tratamento do autismo – uma síndrome complexa que prejudica a capacidade de comunicação e interação social dos portadores – frequentemente consiste de uma série abrangente de programas educacionais, terapias e tratamentos comportamentais. Várias intervenções nutricionais também tem sido sugeridas, como a restrição de alguns alérgenos alimentares, o uso de probióticos e de suplementos nutricionais. Uma das intervenções atualmente mais populares, no entanto, é a dieta sem glúten e sem caseína (dieta SGSC) a qual, como o próprio nome diz, elimina todas as fontes de glúten (presente no trigo, cevada, centeio e aveia) e caseína (presente no leite e derivados) da alimentação.Um artigo recentemente publicado na revista Nutrition and Clinical Practice, pela Dra. Jenniger Elder, faz uma revisão do status médico e científico da dieta, e traz recomendações para que as famílias dos portadores e profissionais de saúde possam decidir pela adoção – ou não – da dieta.

- Em um estudo conduzido em 2003, o qual envolveu 50 crianças com autismo, revelou (através de análises sanguíneas) que um número significativo destas crianças tinham anticorpos contra o glúten (gliadina) e a caseína (ou seja, havia uma reação auto-imune na presença destas substâncias)
- Em outro estudo envolvendo 20 participantes, demonstrou-se que embora mudanças tenham sido observadas nos dois grupos, o grupo de crianças autistas que adotou a dieta SGSC apresentou melhorias significativas no comportamento, cognição não verbal e coordenação motora em relação ao grupo de crianças que adotaram uma dieta padrão (com gluten e caseína).
- Finalmente, um estudo publicado no Journal of Autism and Related Disorders envolvendo 13 crianças e controles mais rigorosos analisou os efeitos da adoção da dieta por 12 semanas. Este estudo mostrou que, embora tenham sido observadas melhoras pontuais na linguagem e comportamento, não houveram diferenças significativas quando se comparam os sintomas do grupo de crianças seguindo – ou não – a dieta.

É interessante notar, no entanto, que 7 das 13 famílias que participaram do estudo (e adotaram a dieta SGSC) notaram melhorias nos sintomas, diminuição da hiperatividade, melhoria na linguagem e menor frequencia de comportamentos repetitivos (as quais, por seu caráter mais subjetivo, não foram consideradas pelos pesquisadores na análise dos resultados). Os autores reconhecem que um período mais longo do que 12 semanas possa ser necessário para que as melhorias se tornem mais aparentes.

  • O glúten e a caseína contém proteínas que ao serem digeridas tranformam-se em compostos opiáceos com poder de gerar uma certa dependência. Estes compostos são as gluteomorfinas e caseomorfinas.
  • Alguns indivíduos autistas (20%) apresentam sintomas gastrintestinais como diarréias frequentes. O intestino destes indivíduos também costuma ser mais permeável causando uma absorção dos compostos opiáceos. Quando os indivíduos apresentam esta absorção exagerada a quantidade de compostos opiáceos na urina é bastante aumentada.
  • Tais compostos atingem o cérebro causando estados mentais compatíveis com intoxicação por drogas opiácias, como a morfina, a codeína e a heroína. Estudos mostram que camundongos que receberam doses elevadas de caseomorfinas tiveram áreas do cérebro alteradas. Porém não tenho conhecimento de nenhum estudo que comprove que caseomorfinas e gluteomorfinas possam causar sintomas do autismo em seres humanos.
  • Mesmo assim, alguns estudos mostram que quando a caseína e o glúten são removidos da dieta os indivíduos não mais sentem os efeitos dos compostos opiáceos e seu comportamento melhora significativamente. Outros estudos não mostram nenhuma relação entre dieta e autismo.
  • Pesquisas controladas estão sendo realizadas no momento e devem estar disponíveis até o próximo ano.

Fonte: http://www.vidasemglutenealergias.com

imunoglobulina G

Alergia ou Reação de Substância química?

Intolerância a certas comidas, especialmente glúten (derivados do trigo) e caseína (proteína do leite), é uma ocorrência comum entre crianças com desenvolvimento atrasado. Porém antes de adotar uma dieta de eliminação, muitos pais consultam um alergista para determinar se a dieta é necessária. Surpreendentemente, depois de muitos testes, é descoberto que a criança freqüentemente não é alérgica a qualquer comida. Alguns pais escolhem eliminar glúten e proteínas de caseína mesmo assim, e acham que sua criança responde com melhora na atenção, habilidade de dormir melhor e a habilidade de falar melhor. Como esta melhoria é possível se a criança não era alérgica em primeiro lugar? A resposta está relacionada ao entendimento da diferença entre alergias e outros tipos de reações químicas dentro do corpo.

IgE vs Reações de IgG

São alergias definidas como reações específicas dentro do sistema imunológico que involve um anticorpo chamado imunoglobulina E (IgE). Respostas imediatas como colméias, congestão ou inchação tipicamente são o resultado de atividade de IgE. Testes improvisados tradicionais identificam sinais de IgE como pólen ou amendoim que podem causar sintomas que variam desde simples aborrecimento até a morte. Respostas muito diferentes são reações de alergia atrasadas. Se elas acontecerem mais de duas horas depois de ingerir um alimento, podem ser o resultado de imunoglobulina G (IgG) em vez de atividade de IgE. Reações de IgG podem causar sintomas como perturbações de sono, urina na cama subseqüente, sinusite e infecção do ouvido, ou mau humor. Os exames de sangue em vez de exames improvisados são os únicos a verificar alergias de IgG. Se seu médico corretamente disser que testes de IgG não são confiáveis, diga que você está ciente deste fato, mas que está interessado nos resultados. O teste pode fornecer informação sobre alimentos que podem estar causando distúrbios ao sistema imunológico de sua criança. Onde imunoglobulinas estão envolvidas, a palavra “alergia” pode ser usada legitimamente para descrever sintomas depois da exposição. Uma reação a glúten ou caseína às vezes aparece em teste de sangue IgG ou IGA  e é então, chamada de “alergia.” Esta conclusão pode ser enganosa, porque a razão mais provável para caseína e intolerância de glúten é a digestão pobre. A função digestiva pobre tem vários causas. Pode resultar de um intestino imaturo em crianças e do uso de antibióticos pesados ou a falta da proteína que digere a enzima DPP4. A possível relação entre a falta de enzima DPP4 e os sintomas de PDD/autismo foi a recente descoberta de Dr. Alan Friedman nos Laboratórios Johnson & Johnson. Sem enzimas digestivas essenciais, como DPP4, proteínas parcialmente digeridas como glúten e caseína podem vazar no sangue. Proteínas parcialmente digeridas têm configurações estranhas e imitam outras moléculas complexas como a endorfina. Endorfina é proteínas do sistema nervoso que agem como analgésicos. Glúten parcialmente digerido ou proteínas de caseína podem se ligar para agir como analgésicos (ópio) receptores e sintomas de comportamento causando contato de olho pobre, irritabilidade, ou desconecção com o mundo. Digestão pobre pode ou não extrair uma resposta de imunoglobulina. Pode causar sintomas de inflamação, como irritabilidade intestinal, ao invés diarréia e dores de estômago. Estas reações não são tecnicamente alergias. Nem é tecnicamente ativação opiata, uma verdadeira alergia. Quando IgG ou IgE que acham leite ou sensibilidade de glúten, é porque as mensagens químicas que tecem pelo corpo tropeçaram no sistema de alergia.

Fonte: http://www.greatplainslaboratory.com/

Nutrição Funcional no Autismo

nutricao funcional autismo

O autismo é uma doença que vêm freqüentemente crescendo e há fortes indícios que seria por causa de fatores ambientais, já que a proporção desse aumento não pode ser justificado apenas pela genética, pois alterações genéticas sempre mantém a mesma proporção. Muitos estudos, então, vêm tentando desvendar outros fatores que levam ao aparecimento desta doença. Dentre as alterações que constantemente aparecem em autistas estão alterações gastrintestinais, como a má digestão de certos alimentos, hiperpermeabilidade intestinal, o que facilita a passagem de alimentos mal digeridos pelo intestino, alcançando a corrente sanguínea, desencadeando reações alérgicas, e /ou inflamatórias, que ativam o nosso sistema imunológico. O sistema imunológico é o segundo pilar que deve ser estudado quando se trata de autismo, que pode ser modulado, através de nutrientes, além de outras alternativas, como tratamentos antifúngicos, extremamente relacionados com esta patologia. E em terceiro lugar temos as alterações no sistema cerebral, que pode ser influenciado pelos outros fatores já descritos. A desintoxicação de metais pesados também parece ser extremamente necessária em pacientes autistas, então, este deve ser mais uma linha de pesquisa na busca do tratamento destes pacientes. Quando se pensa em nutrição para autistas dependerá muito das causas, história do desenvolvimento dos sintomas, se foi após uso de antibióticos, se foi após alguns tipos de vacinas, ou se não houve motivo aparente. Então o tratamento nutricional destes pacientes deve ser muito individualizado, e de preferência, depende de uma série de exames para identificação desde alergias alimentares (nunca desprezando sintomas clínicos), até a presença de crescimento de fungos no intestino e/ou aumento de toxinas ou compostos análogos (parecidos com os que encontramos normalmente no organismo), mas que interrompem ou prejudicam as vias metabólicas normais destes indivíduos. Os alimentos que foram mais relacionados com o autismo são os que possuem glúten (trigo, cevada, centeio, aveia) e caseína (laticínios), mas outros também podem ser prejudiciais dependendo da individualidade bioquímica, como: ovos, tomate, berinjela, abacate, pimenta soja, milho e nozes. Devem ser evitados aditivos químicos como os corantes, conservantes, nitratos, sódio e adoçantes. Portanto, evitar o consumo de alimentos industrializados e procurar uma alimentação rica em frutas, verduras, grãos integrais e legumes. Além disso, é importante evitar consumir cafeína e nem bebidas alcoólicas. Procurar manter os níveis de glicose no nosso sangue constantes, pois é importante para a função cerebral. Para isso, consumir alimentos a cada 3 horas em pequenas quantidades, assim, o organismo tem suprimento constante de energia e não vai ter picos e nem quedas de glicose ao longo do dia. Uma dieta antioxidante que ajudará a eliminar as toxinas e nutrir o organismo, além de manter glicemia é fundamental. Estas condutas também auxiliarão no bom funcionamento do intestino que é fundamental nestes pacientes, tanto para melhorar a sensibilidade alimentar, quanto para diminuir hiperpermeabilidade intestinal e melhor a imunidade. A utilização de produtos antifúngicos também pela nutrição é de grande valia.
Com isso, podemos perceber que invariavelmente a nutrição está envolvida com o tratamento do autismo, sendo que, muitos profissionais acreditam que a nutrição individualizada nestes pacientes deve vir antes de outras alternativas, tanto pela sua melhora do quadro, quanto por preparar o organismo para responder melhor aos outros tipos de tratamentos.

Fonte: Blog VP – Nutrição Funcional

Autismo e o Sistema Orgânico

autismo sistema organico

Dieta Sem Glúten e Sem Caseína no Autismo. Por Que Fazer ?

I Encontro Médico Internacional de Autismo e Transtornos do Desenvolvimento

Palestrante:
Dra Geórgia Regina Macedo de Meneses Fonseca
*Pediatra, Homeopata, Especialista em Saúde Mental
*Pesquisadora em Autismo da Federação Brasileira de Homeopatia
*Membro do Programa Estadual de Homeopatia da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro
*Ganhadora do Primeiro Prêmio Orgulho Autista 2005 em pesquisa alternativa
*Mãe de Juliana, 9 anos, com autismo

Dra. Geógia começou sua palestra explicando que vários pais chegam em seu consultório, desesperados e sem saber o que fazer, com seus filhos agitadíssimo, como mostra a figura acima. Nos identificamos muito com a figura e caímos na risada. Lu era assim antes da dieta. Então ela continuou sua explicação citando os vários mitos sobre Dieta x Autismo: dieta só serve para emagrecimento; intestino não tem na a ver com o cérebro; autismo é uma doença genética, é uma doença psiquiátrica ou de origem psicológica; pais desesperados aceitam fazer qualquer coisa pelos filhos; todos os autistas melhoram espontaneamente, médicos que aceitam essas intervenções praticam pseudociência (a dieta não foi cientificamente comprovada). A partir daí iniciou a explicação do porque se fazer a Dieta SGSC Para isso, faremos uma viagem no corpo humano e explicaremos aqui, a partir das informações de Dra Geórgia, a ótica que a biomedicina nos dá a respeito dos terríveis vilões: Sr. Glúten e Sra. Caseína! Antigamente via-se o autismo como um tripé: social, interesse e comunicação.

Social: Significa a dificuldade em relacionar-se com os outros, (a incapacidade de compartilhar sentimentos, gostos e emoções e a dificuldade na discriminação entre diferentes pessoas).

Comunicação: Dificuldade em utilizar com sentido todos os aspectos da comunicação verbal e não verbal (gestos, expressões faciais, linguagem corporal, ritmo e modulação na linguagem verbal.)

Interesse: Se caracteriza por rigidez e inflexibilidade e se estende às várias áreas do pensamento, linguagem e comportamento da pessoa. Isto pode ser exemplificado por comportamentos obsessivos e ritualísticos, compreensão literal da linguagem, falta de aceitação das mudanças e dificuldades em processos criativos.

Hoje o conceito de autismo está amplo e ele é dividido em 4 pontos: social, interesse, comunicação e SISTEMA ORGÂNICO.

Para entenderem o que o Sistema Orgânico abrange, apresentamos abaixo sintomas que maioria dos autistas possuem:

  • CONSTIPAÇÃO
  • DIARRÉIA
  • DOR ABDOMINAL
  • GASES
  • REFLUXO
  • FADIGA
  • ANSIEDADE
  • SONO ALTERADO
  • HIPERATIVIDADE
  • INSENSIBILIDADE DOLOROSA
  • PROCESSAMENTO SENSORIAL

Esses sintomas vêm sendo estudado e muitas descobertas têm sido apresentadas como as que mostramos a seguir. Nos anos 80 alguns pesquisadores começaram a notar que o comportamento de vários animais submetidos à influência de drogas opióides como morfina e heroína eram similares aos comportamentos de alguns autistas. Dr. Jaak Panksepp propôs que autistas poderiam ter, naturalmente, elevados níveis de componentes de drogas opióides no seu sistema nervoso. Logo depois o Dr. Christopher Gillberg encontrou provas da existência de elevados níveis de substâncias parecidas com endorfinas no fluído cerebrospinal de alguns autistas. Estes níveis são mais elevados em autistas que são mais insensíveis à dor e que demonstram um comportamento mais agressivo.

Fonte: http://blog.agencialumini.com/

pineal

Fonte: http://www.autistas.org/

Estatísticas

Avaliação das famílias sobre os efeitos comportamentais
de intervenções biomédicas

As informações abaixo são resultado de informações coletadas de mais de 21.500 famílias nos Estados Unidos que completaram questionários do Instituto de Pesquisa Sobre Autismo (Autism Research Institute).

As famílias de autistas representam uma vasta e importante reserva de informações sobre os benefícios e efeitos adversos das mais variadas drogas e intervenções utilizadas em crianças autistas.  Os dados vem sendo coletados e mapeados desde 1967 a partir de questionários especialmente preparados para melhor entendermos os benefícios e utilidade das mais comumente utilizadas intervenções.

Vide:
- Drogas/Medicamentos
- Tratamentos Biológicos/Sem Drogas/Suplementos Vitamínicos e Dietas Especiais.


Medicamentos

Nota: medicamentos para convulsão: A primeira linha mostra os efeitos comportamentais causados pela droga; a segunda linha mostra os efeitos da droga em convulsões.


PiorouA

Sem
Efeito

Melhorou

Relação
Melhor/Pior

Nº de CasosB

Aderall

39% 28% 34% 0.9:1 285

Amphetamine

47% 28% 25% 0.5:1 1174

Anafranil

31% 37% 31% 1.0:1 351

Antibioticos

30% 59% 11% 0.4:1 1617

AntifungaisC: Diflucan

7% 42% 51% 7.2:1 185

AntifungaisC: Nystatin

5% 48% 47% 10:1 727

Atarax

26% 53% 21% 0.8:1 443

Benadryl

24% 51% 25% 1.1:1 2512

Beta Blocker

18% 49% 33% 1.8:1 236

Buspar

26% 45% 30% 1.2:1 281

Chloral Hydrate

41% 37% 22% 0.5:1 375

Clonidine

21% 31% 48% 2.2:1 1090

Clozapine

44% 39% 16% 0.4:1 79

Cogentin

19% 53% 28% 1.4:1 149

Cylert

45% 35% 21% 0.5:1 580

Deanol

15% 55% 29% 1.9:1 195

Depakene: Comportamento

25% 43% 32% 1.3:1 871

Depakene: Convulsões

12% 30% 57% 4.6:1 569

Desipramine

38% 25% 38% 1.0:1 61

Dilantin: Comportamento

28% 48% 24% 0.9:1 1049

Dilantin: Seizures

14% 36% 51% 3.8:1 377

Felbatol

26% 45% 29% 1.1:1 38

Fenfluramine

21% 51% 28% 1.4:1 453

Halcion

37% 30% 33% 0.9:1 43

Haldol

37% 27% 35% 0.9:1 1119

IVIG

13% 45% 42% 3.2:1 31

Klonapin: Comportamento

28% 33% 38% 1.4:1 156

Klonapin: Seizures

38% 50% 12% 0.3:1 26

Lithium

27% 42% 31% 1.1:1 384

Luvox

28% 36% 37% 1.3:1 120

Mellaril

28% 38% 33% 1.2:1 2023

Mysoline: Comportamento

44% 40% 15% 0.3:1 131

Mysoline: Seizures

19% 58% 23% 1.2:1 57

Naltrexone

22% 46% 32% 1.5:1 200

Paxil

27% 28% 45% 1.7:1 192

Phenergan

30% 44% 26% 0.9:1 244

Phenobarbitol: Comportamento

47% 37% 16% 0.3:1 1052

Phenobarbitol: Convuslões

17% 43% 40% 2.4:1 458

Prolixin

34% 34% 33% 1.0:1 83

Prozac

31% 33% 36% 1.2:1 975

Risperidal

19% 28% 53% 2.8:1 401

Ritalin

44% 26% 29% 0.7:1 3540

Secretin: Intravenosa

8% 43% 49% 6.2:1 217

Secretina: Transdérmico

12% 47% 41% 3.6:1 78

Stelazine

28% 44% 27% 1.0:1 415

Tegretol: Comportamento

24% 45% 31% 1.3:1 1345

Tegretol: Convulsões

12% 33% 55% 4.5:1 721

Thorazine

36% 40% 24% 0.7:1 897

Tofranil

30% 37% 33% 1.1:1 698

Valium

36% 41% 23% 0.7:1 788

Zarontin: Comportamento

34% 43% 22% 0.7:1 129

Zarontin: Convulsões

21% 51% 29% 1.4:1 87

Zoloft

33% 31% 36% 1.1:1 212

Tratamentos Biológicos/Suplementos Vitamínicos
(Sem Drogas)

PiorouA

Sem
Efeito

Melhorou

Relação
Melhor/Pior

Nº de CasosB

Vitamina A

2% 59% 39% 22:1 334

CalcioD

2% 62% 35% 14:1 988

Óleo de Fígado de Bacalhau

3% 51% 46% 14:1 411

Colostro

6% 58% 37% 6.7:1 163

Desintoxificação (QUELAÇÃO)

3% 28% 70% 27:1 116

Enzimas Digestivas

4% 44% 52% 14:1 314

Di-methyl-glycine (DMG)

7% 51% 42% 5.9:1 4547

Fatty Acids

4% 44% 51% 12:1 299

5 HTP

11% 55% 35% 3.3:1 66

Ácido Fólico

4% 55% 41% 11:1 1100

Tratamento para Alergia Alimentar

4% 37% 59% 14:1 290

Magnésio

6% 65% 29% 5.2:1 288

MelatoninaE

10% 33% 57% 5.9:1 302

Pepcid

9% 61% 30% 3.2:1 64

SAMe

25% 46% 29% 1.1:1 28

St. Johns Wort

11% 67% 22% 2.0:1 46

Tri-methyl-glycine (TMG)

14% 42% 44% 3.1:1 182

Transfer Factor

18% 51% 31% 1.7:1 39

Vitamina B3

5% 55% 41% 9.0:1 487

Vitamina B6 (sozinha)

7% 64% 29% 4.1:1 590

Vitamina B6 & Magnésio

4% 49% 46% 11.1:1 5079

Vitamina C

2% 59% 39% 16:1 1306

Zinco

3% 55% 43% 17:1 835

Dietas Especiais

PiorouA

Sem
Efeito

Melhorou

Relação
Melhor/Pior

Nº de CasosB

Candida (dieta)

3% 45% 52% 18:1 605

Feingold Diet

2% 47% 51% 23:1 645

Glúten/Caseína,
Dieta Sem

4% 33% 64% 18:1 724

Remover
chocolate

1% 50% 49% 36:1 1491

Remover ovos

2% 61% 37% 21:1 882

Remover Leite e derivados

2% 51% 48% 30:1 4950

Remover Açucar

2% 51% 47% 24:1 3392

Remover Trigo

2% 53% 46% 26:1 2701

Dieta de Rotação

2% 50% 47% 20:1 678

A. “Piorou” refere-se apenas a piorou no comportamento. Drogas, mas não nutrientes, tipicamente causam problemas físicos se usados a longo prazo.

B. O números de casos é cumulativo no decorrer de várias décadas, portanto não reflete o atual nível de uso (ex: Haldol é raramente utilizado atualmente).

C. Medicação antifungal é usada apenas se o autismo tem causa relacionada leveduras.

D. Os efeitos do cálcio não são devidos a dieta sem laticínios; estatísticas são similares para aqueles que consomem e que não consomem leite.

E. Atenção: Enquanto melatonina pode beneficiar o sono e o comportamento, o uso prolongado ainda não tem efeitos conhecidos na puberdade.

lasanha de panqueca sem gluten

Ingredientes:

- 1 ovo

- 1 copo de leite de soja

- +- 12 colh. (sopa) farinha de arroz

- +- 3 colh. (sopa) farinha de soja

- 1 colh. (sopa) fermento em pó

- sal a gosto

Preparo: Bater tudo no liqui. Untar uma frigideira bem de leve, com um pinguinho de óleo. Quando estiver bem quente, coloque uma “conchada” da massa. Deixe o suficiente para secar apenas, não deixe tostar, porque senão na hora de enrolar a massa vai quebrar. Tem que ir controlando o fogo e controlando a umidade da frigideira. Mas é facinho.Depois de todos os discos de panqueca prontos, tem-se duas opções: rechear um por um, enrolar e colocar no refratário com molho por cima, ou fazer o esquema de lasanha.

Recheio: molho bolonhesa, mas dá pra fazer com frango, presunto, peito de peru… várias coisas. Escolha o seu recheio preferido, use e abuse. Por cima salpiquei um cheiro verde gostoso. Não economize no molho!!!!

Fonte: http://semglutensemlactose.blogspot.com

gluten

A Gliadorfina (ou gluteomorfina) é um peptídeo derivado do glúten e as caseomorfinas do leite. A gliadomorfina é composta de 7 amino ácidos que começam com o sufixo N-terminal tirosina-prolina  e tem a prolina nas posições 4 e 6, como indicado abaixo. As Beta caseomorfinas são peptídeos originários da beta caseina, compostos de 4 a 11 aminoácidos, todos começando com a tirosina na posição N-terminal (13,14) . Mais recentemente, Meisel e Fitzgerald descreveram uma variedade de peptideos que tem função opióide derivados de todos os grupos da caseina (alfa caseina, beta caseina e kappa caseina), e de outras proteinas do leite (alfa lactoalbumina, beta lactoglobulina) e da albumina do soro. As beta caseomorfinas foram as primeiras substâncias com forte poder opióide encontradas no sangue. Elas são degradadas pela dipetidil peptidase IV formando uma mistura de tirosina-prolina, fenilalanina-prolina-glicina, fenilalanina-prolina, e glicina16. Entretanto, as beta caseomorfinas são as mais estáveis em relação a degradação enzimática pela dipeptidil peptidase IV (15).

Dr. Reichelt17 na Noruega, e outros descobriram que amostras de urina de pessoas com autismo, déficit de atenção e hiperatividade, doença celíaca e esquizofrenia continham quantias altas do peptídeo caseomorfina.

suplementos no autismo
Diversos estudos foram realizados sobre as funções de suplementos quando empregados em indivíduos no Espectro Autista. Dr.Rimland estudou cada uma das informações minuciosamente e a conclusão dos seus estudos nos mostram quais são as mais importantes para as nossas crianças! É observada uma significativa mudança no comportamento em 2 ou 3 meses. A bioquímica de cada criança é única! Os testes laboratoriais irão indicar as deficiências e excessos. Não se esqueça: Isso NÃO significa que você deva parar com os medicamentos do seu filho. Sempre consulte o seu médico! Razões para dar suplementos para Autismo e PDD: Deficiências dietéticas em virtude da dieta restritiva; problemas de absorção por causa de deficiência metabólicas ou por doenças de origem hereditária; ajudam a desintoxicar metais pesados; previnem o estresse oxidativo e ajudam na saúde geral das crianças. Os nutrientes necessários são: Vitaminas; minerais; antioxidantes; ácidos graxos essenciais; probióticos; enzimas digestivas.

• Vitamina B6 e Magnésio
• Lactobacillus GG
• Óleo de Fígado de Bacalhau
• Ácido Fólico
• Vitamina D
• Ginkgo Biloba
• Vitamina C
• Zinco
• Acidiphilus
• Coenzima Q10
• Vitamina B12
• Vitamina B12
• Melatonina
• Cálcio
• DMG ou TMG
• Vitamina E
• 5HTP
• L – Taurine
• Gaba
• L-Carnitina
• L-Teanina
• Inositol
• DMAE
• Prime Cololostrum
• Serina Fosfatidil
• Probióticos