Leite de Gergelim

leites

INGREDIENTES:

– 1/4 xícara de semente de gergelim hidratada (12hs.)
- 1 copo de água


MODO DE PREPARO:

- Bater no liquidificador e coar.
- Adoçar a gosto.

GERGELIM
(Sesamum indicum)

O gergelim é rico em vitamina A, B1, B2, E, niacina, cálcio, fósforo, ferro, fibras e, principalmente, em óleos, dos quais 40% é constituído de ácido linoléico, ácido linolênico, ácido oléico e outros. Dentre as gorduras poliinsaturadas contidas no óleo de gergelim, algumas são essenciais (ácido linoléico e ácido linolênico). O uso de óleo de gergelim é, portanto, importante, uma vez que o nosso organismo é incapaz de sintetizar esses ácidos graxos, que são indispensáveis no transporte de gorduras do sangue, promovendo assim a limpeza de gorduras saturadas sangüíneas, responsáveis pela hipercolesteroremia.

As sementes de gergelim contêm uma grande variedade de princípios nutritivos de alto valor biológico:

Lipídios ou gorduras (52%), praticamente todos eles constituídos por ácidos graxos insaturados, o que lhes confere uma grande eficácia na redução do nível de 3 colesterol do sangue.  Dentre as gorduras do gergelim, encontra-se a lecitina, que é um fosfolipídio (gordura fosforada) que desempenha uma importante função no nosso organismo. E componente essencial do tecido nervoso, também se encontra no sangue, no sêmen e na bílis e intervém na função das glândulas sexuais.

Proteinas (20 %) de alto valor biológico, formadas por 15 aminoácidos diferentes com elevada proporção de metionina (aminoácido essencial).

Vitaminas, especialmente a E (tocoferol), a B1 ou tiamina (0,1 mg por 100 g) e a B2 ou
riboflavina (0,24 mg por 100 g).

Minerais e oligoelementos diversos especialmente cálcio, fósforo, ferro, magnésio, cobre e cromo.

Mucilagens, ao que deve sua ação laxante suave.

OBS: Minha filha só se adaptou ao paladar do gergelim do Sítio do Moinho e do gergelim (Sésamo Real) que é vendido na Carioca Zen. De fato o sabor é mais adocicado e após hidratação não correm o risco de ficarem amargos


Leite de Linhaça

linhaça dourada

Deixar as sementes de molho por 12 horas.
Bater no liquidificador 10 colheres de sopa de sementes para 4 copos de água.
Coe 2 ou 3 vezes. A linhaça forma uma mucilagem (“gosma”) que difere dos outros preparados e é nesse gel que estão todas as suas propriedades. Quando for retirá-las do molho, enxague várias vezes – você vai perceber que mesmo enxaguando, a “gosma” permanece, mas as toxinas já terão ido embora nas lavagens repetidas.

Pode servir morno com chocolate em pó ou frio com frutas

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Leite de coco e Linhaça

Ingredientes: 1/2 xícara (chá) de polpa de coco verde (ideal com 0,5 cm de espessura) – 1 xícara (chá) da água do coco verde – 1 colher (sopa) da semente de linhaça pré-hidratada (ver preparo acima) – suco de 1/2 limão.

Preparo: bata tudo no liquidificador até ficar bem cremoso. Acrescente gelo se desejar. Sirva imediatamente.

leite de linhaça

A linhaça é riquíssima em componentes com efeitos benéficos à saúde como fibras, omegas 3 e 6, vitaminas, potássio, magnésio, fósforo, cálcio, ferro, cobre, zinco, manganês e selênio. Com sabor que lembra a castanha, é uma opção sem glúten para fornecer esses nutrientes. Este alimento funcional é capaz de ajudar o sistema imunológico, reduzir o envelhecimento celular e diminuir o risco de algumas doenças.

A linhaça marrom é nativa da região mediterrânea, mas também cultivada no Brasil. Ela apresenta casca um pouco mais dura e resistente, o que pode diminuir a disponibilidade dos seus nutrientes. A dourada cresce em climas mais frios e é geralmente importada do Canadá. Tem a casca mais fina e seu sabor é mais suave do que o da linhaça marrom.

Leite de Gergelim

gergelim

As sementes de gergelim são ricas em manganês, ferro, cobre e cálcio. Elas também trazem boas quantidades de vitamina B1, B2 e vitamina E – além de antioxidantes e fitoesteróis, que bloqueiam a produção do colesterol ruim (52% do gergelim é composto de ácidos graxos insaturados, que auxiliam nessa função de deter o LDL). Os nutrientes do gergelim, vale dizer, são melhores absorvidos se triturados antes do consumo.

gergelim 2

  • Usar o gergelim CRU (às vezes, ele é vendido tostado), amarelinho com a casca ou mais branquinho sem ela. O SEM CASCA fica pronto mais rápido. O gergelim COM CASCA pode ficar até 8 horas de molho;
  • Não deixar muito tempo suas sementes de molho, pois assim o leite ficará AMARGO (deixe as sementes sem casca, por no máximo, uma hora de molho na água). Com a casca, suporta mais tempo sem ficar amargo. Detalhe importante: a maior parte do cálcio está na casquinha… então, a escolha é sua
  • É interessante investir nesse líquido porque o gergelim é a semente das que usamos para esse processo, a que oferece mais cálcio. Eliminando a questão do amargo, o gergelim é excelente e o resíduo que fica pode ser aproveitado para fazer uma deliciosa pasta vegetal, misturando-o aos temperos preferidos, como cebolinha, missô, shoyu, salsinha, coentro etc. Ou então: deixe o gergelim de molho por 8 horas; lave bem e escorra; bata no liquidificador com um pouco de sal e limão, depois adicione orégano
  • Aconselha-se usá-lo batido com frutas porque seu sabor é bem diferenciado, talvez exótico para quem não está habituado (até acostumar com ele, é claro…)

Como fazer:
¼ de xícara de semente de gergelim hidratada ou germinada
200 ml de água (um copo)
Bata as sementes de gergelim com a água no liquidificador e coe num coador de tecido.
Uso uma fralda de bebê, que tem a textura ideal.

OBS: Sempre é bom repetir: NÃO USE a água na qual as sementes ficaram de molho.

Fonte: http://cozinhanatureba.blogspot.com

constipaçao intestinal

O ácido tartárico é um composto formado por fungos existentes na flora intestinal alterada. O ácido tartárico é tóxico para os músculos e em quantidades de 12 gramas pode ser fatal para seres humanos. O ácido tartárico é também extremamente elevado em muitos pacientes com fibromialgia, que têm também dores musculares e nas juntas, na síndrome da fadiga crônica, na esquizofrenia, no transtorno do déficit da atenção, no lupus eritematoso sistêmico, na síndrome do cólon irritável, na colite, na cistite intersticial, na depressão (unipolar e bipolar), na esclerose múltipla, e na infecção de HIV. Todas essas doenças não são causadas por microorganismos gastrintestinais anormais, mas alguns dos sintomas provavelmente são exacerbados por este problema e em muitas destas circunstâncias, é certamente possível que haja uma relação de causa e efeito. O ácido tartárico é um composto análogo ao ácido málico, que é uma peça chave no ciclo de Krebs, que nos fornece energia. Acredita-se que o ácido tartárico iniba a ação do ácido málico no ciclo de Krebs, diminuindo a produção de energia. Dessa forma, uma suplementação com ácido málico pode suplantar o efeito do ácido tartárico permitindo o funcionamento regular do ciclo de Krebs. É possível que diversos dos metabólitos produzidos pelas leveduras inibam o ciclo de Krebs, e assim a produção de energia das células em geral. Uma grande porcentagem de pacientes com fibromialgia responde favoravelmente ao tratamento com ácido málico. A arabinose, um outro metabólito produzido pelas leveduras, muitas vezes é encontrado, em quantidades cerca de 40 vezes maior ao limite considerado normal, na urina de crianças autistas. Ela provavelmente reflete uma contaminação do organismo ao invés de apenas uma contaminação intestinal. A arabinose intestinal entra no corpo pelo sistema porta, indo ao fígado onde é transformada em arabitol. Portanto, o achado de arabinose na urina não pode ser oriundo de uma infestação intestinal por cândida. A arabinose liga-se a lisina, a arginina, comprometendo a função destes aminoácidos e das proteínas aonde elas se encontram, inclusive de proteínas responsáveis pela interconexão dos neurônios. Este subproduto da arabinose, lisina e arginina é chamado de pentosidina. A arabinose inibe a neoglicogênese que é o processo de restabelecer as taxas de glicose sanguíneas quando elas estão baixas, propiciando a hipoglicemia. Muitos pacientes com fibromialgia têm hipoglicemia significativa. Como o cérebro necessita para seu funcionamento de um aporte constante e em taxas normais de glicose, e utiliza cerca de 70% da glicose produzida pelo organismo para seu adequado funcionamento, a hipoglicemia afeta predominantemente a sua função. Qualquer droga antifúngica pode ser eficaz, mas a nistatina é uma das mais populares. Praticamente, todas as drogas antifúngicas estão sendo usadas no tratamento do autismo, incluindo o fluconazol (Diflucan), o cetoconazol (Nizoral), e o itraconazol (Sporonox), a terbinafina (Lamisil), e o amfotericina B. Alguns produtos naturais também tem um poder antifúngico importante, como por exemplo, o alho e o ácido caprílico, que é encontrado na gordura do coco. O ácido caprílico parece ser uma excelente opção para o tratamento dos fungos intestinais, uma vez que é um produto natural e de sabor agradável. O lactobacillus acidophilus e outras bactérias da flora intestinal normal também podem ter um efeito no controle do aumento dos fungos intestinais. Além disso, uma diminuição da sacarose alimentar é de grande importância no combate aos fungos. No caso de grandes infestações, as frutas deverão ser oferecidas ao autista separadas dos outros alimentos, para que a digestão seja mais eficiente, não sobrando restos de açúcar no intestino. Esse desequilíbrio intestinal muitas vezes ocorre pelo tratamento excessivo com antibióticos na primeira infância, que desequilibra a flora intestinal e permite o crescimento dos fungos. Entretanto, muitas vezes apenas um tratamento antibiótico já é suficiente para permitir o crescimento anormal de fungos intestinais. Na medida em que tanto a incidência precoce, como a alta frequência de infecções de ouvido são associados com a severidade maior de autismo, vale a pena investigar uma conexão entre autismo e leveduras. Muitas crianças com autismo se desenvolveram normalmente e depois regrediram. Esta regressão é associada frequentemente a ocorrência de sapinho (candidíase bucal) e/ou ao uso freqüente de antibióticos. Esses metabólitos produzidos pelas leveduras intestinais estão também associados além do autismo a outras condições neurológicas como o transtorno invasivo do desenvolvimento, as convulsões, as dificuldades de aprendizagem, ou outros distúrbios de linguagem. Os fatores que influenciam o desencadear do autismo nestas condições provavelmente incluem os níveis dos produtos tóxicos presentes, como por exemplo, do ácido tartárico, o tempo de duração da exposição a estes produtos, o número de exposições, a idade da criança no momento da exposição e a facilidade ou não do organismo se desintoxicar destas substâncias. A Cândida é um dos fungos intestinais mais freqüentes, possui proteínas em sua superfície (antígenos) que são semelhantes a muitos tipos de tecidos humanos, podendo ser responsável pelo desencadeamento de uma resposta imune cruzada com a placenta, o ovário, a supra-renal, o timo, o fígado, o pâncreas, a bílis e o cérebro. Outros fatores modeladores importantes no autismo, e outras doenças relacionadas às levedura são as imunodeficiências, que são muito comuns no autismo e podem também estar presente em outros distúrbios. Alguns indivíduos podem ser tão imunodeficientes, que mesmo uma única exposição antibiótica pode alterar a flora intestinal significativamente. A própria candidíase, dependendo da cepa, pode produzir gliotoxinas, compostos que fragmentam o DNA dos glóbulos brancos do sangue, causando ou agravando a depressão do sistema imunológico. As toxinas ambientais, também podem ser importantes no enfraquecimento do sistema imunológico. Algumas vezes, na falha dos tratamentos naturais, é necessário fazer uso de drogas antifúngicas para o controle dos fungos intestinais. Provavelmente isso acontece quando o aporte de açúcar não foi corretamente reduzido, ou quando o sistema imunológico encontra-se enfraquecido.

Fonte: http://www.autismoinfantil.com.br

Nutrição Funcional no Autismo

nutricao funcional autismo

O autismo é uma doença que vêm freqüentemente crescendo e há fortes indícios que seria por causa de fatores ambientais, já que a proporção desse aumento não pode ser justificado apenas pela genética, pois alterações genéticas sempre mantém a mesma proporção. Muitos estudos, então, vêm tentando desvendar outros fatores que levam ao aparecimento desta doença. Dentre as alterações que constantemente aparecem em autistas estão alterações gastrintestinais, como a má digestão de certos alimentos, hiperpermeabilidade intestinal, o que facilita a passagem de alimentos mal digeridos pelo intestino, alcançando a corrente sanguínea, desencadeando reações alérgicas, e /ou inflamatórias, que ativam o nosso sistema imunológico. O sistema imunológico é o segundo pilar que deve ser estudado quando se trata de autismo, que pode ser modulado, através de nutrientes, além de outras alternativas, como tratamentos antifúngicos, extremamente relacionados com esta patologia. E em terceiro lugar temos as alterações no sistema cerebral, que pode ser influenciado pelos outros fatores já descritos. A desintoxicação de metais pesados também parece ser extremamente necessária em pacientes autistas, então, este deve ser mais uma linha de pesquisa na busca do tratamento destes pacientes. Quando se pensa em nutrição para autistas dependerá muito das causas, história do desenvolvimento dos sintomas, se foi após uso de antibióticos, se foi após alguns tipos de vacinas, ou se não houve motivo aparente. Então o tratamento nutricional destes pacientes deve ser muito individualizado, e de preferência, depende de uma série de exames para identificação desde alergias alimentares (nunca desprezando sintomas clínicos), até a presença de crescimento de fungos no intestino e/ou aumento de toxinas ou compostos análogos (parecidos com os que encontramos normalmente no organismo), mas que interrompem ou prejudicam as vias metabólicas normais destes indivíduos. Os alimentos que foram mais relacionados com o autismo são os que possuem glúten (trigo, cevada, centeio, aveia) e caseína (laticínios), mas outros também podem ser prejudiciais dependendo da individualidade bioquímica, como: ovos, tomate, berinjela, abacate, pimenta soja, milho e nozes. Devem ser evitados aditivos químicos como os corantes, conservantes, nitratos, sódio e adoçantes. Portanto, evitar o consumo de alimentos industrializados e procurar uma alimentação rica em frutas, verduras, grãos integrais e legumes. Além disso, é importante evitar consumir cafeína e nem bebidas alcoólicas. Procurar manter os níveis de glicose no nosso sangue constantes, pois é importante para a função cerebral. Para isso, consumir alimentos a cada 3 horas em pequenas quantidades, assim, o organismo tem suprimento constante de energia e não vai ter picos e nem quedas de glicose ao longo do dia. Uma dieta antioxidante que ajudará a eliminar as toxinas e nutrir o organismo, além de manter glicemia é fundamental. Estas condutas também auxiliarão no bom funcionamento do intestino que é fundamental nestes pacientes, tanto para melhorar a sensibilidade alimentar, quanto para diminuir hiperpermeabilidade intestinal e melhor a imunidade. A utilização de produtos antifúngicos também pela nutrição é de grande valia.
Com isso, podemos perceber que invariavelmente a nutrição está envolvida com o tratamento do autismo, sendo que, muitos profissionais acreditam que a nutrição individualizada nestes pacientes deve vir antes de outras alternativas, tanto pela sua melhora do quadro, quanto por preparar o organismo para responder melhor aos outros tipos de tratamentos.

Fonte: Blog VP – Nutrição Funcional

bolo de laranja sem gluten e sem ovos

Nessa receita não vai leite, nem ovos e nem trigo. Costumo chamar essa receita de “Receita Base”, porque faço com ela bolo de frutas, de laranja, de cenoura com cobertura de cacau, torta de banana, etc. Então vc pode fazer as substituições que quiser, no lugar da água coloque suco de frutas. Suco de laranja fica uma delícia e faça uma calda com suco de laranja e açúcar e jogue por cima, leve ao forno só p/ secar Pode tb colocar bananas amassadas na massa depois de batida, fatias de banana no meio e em cima da massa, salpique açúcar e canela e leve ao forno por mais ou menos 10 min, vira uma torta de banana deliciosa. Pode também substituir a banana por maçã ou abacaxi.

Uma observação: em outras receitas, os ovos a gente substitui por 1 colher de chá de fermento em pó p/ cada ovo.

Pode substituir a farinha de arroz por amido de milho.

“Receita Base de Bolo da Marilian”

Copo usado p/ medida : 200 ml
Assadeira usada: redonda de 35cm de diâmetro ou retangular de 30cm de largura.

Ingredientes:
- ½ copo de óleo
- 1 copo de agua ou suco de 3 laranjas
- 1 copo cheio de açúcar
- 1 pitada de sal
- 2 e 1/2 copos de farinha de arroz (ou 1 copo de farinha de arroz e 1 e 1/2 copo de fubá se quiser o bolo de fubá)
- 1 colher sopa , mais 1 colher das de chá de fermento em pó Royal

Modo de Preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador e coloque numa assadeira untada com óleo. Se for fazer com o fubá, acrescente um pouco de erva doce, fica uma delícia! Leve ao forno médio até dourar.

Fonte: http://semglutensemlactose.blogspot.com

Exame – Painel IgG de Alimentos

Painel  IgG

Saiu o 1º resultado de um exame que a Giulia fez, pelo visto ela vai ter que continuar tomando leite de arroz enriquecido de calcio de algas marinhas (Bevanda di Riso con calcio di alghe marine) que o nosso país não fabrica e importa da Itália e que custa 14, 95 na Carioca Zen e 16,15 numa loja no Barra Shopping. O que vende no Supermercado Zona  Sul e que custa 9, 95 não é enriquecido de cálcio e como todos os produtos lácteos que são as maiores fontes de cálcio foram retiradas da dieta, é importante que a bebida seja enriquecida com este mineral principalmente para as crianças que estão em fase de crescimento já que o cálcio é responsável pela formação e desenvolvimento dos ossos e dentes.

Fica aqui a minha indignação… O exame além de custar 944 reais, o Plano de Saúde não pagar e nem querer reembolsar, em minha opinião este exame deixou a desejar. Antes eu tivesse feito no Great Plains mas na época achei que fazendo aqui seria mais rápido e mais em conta… um grande erro! Eles enviam o sangue para ser analizado em um laboratório americano e o exame foi realizado dia 02/09 levando assim um mês e meio para ficar pronto e pelo valor deveria ser perfeito mas apresenta falhas! Será que alguém saberia dizer que taxa seria de 150 a 500 que não se encontra os valores no exame? Bem, agora já foi feito e não adianta chorar o leite derramado. Mas fico triste em ver os abusos no nosso país. Pagamos valores absurdos por um  plano de saúde com medo de cair na rede pública que deveria ser de qualidade e atender a todos com dignidade. A preocupação dos governantes é sediar a  Copa do Mundo e as Olimpíadas em um país que não é capaz nem de cuidar da saúde, educação e segurança do seu povo! Isso seria mais dinheiro no bolso dos políticos enquanto o povo vive a mercê da sorte! Tudo gira em torno de um capitalismo vergonhoso  onde “vidas”  não tem importância. Absurdo! Espero que um dia o Brasil possa se tornar um país digno de se viver e que possamos realmente nos orgulharmos de sermos “brasileiros”.

Um abraço, Jaqueline Araujo

pineal

Fonte: http://www.autistas.org/

Estatísticas

Avaliação das famílias sobre os efeitos comportamentais
de intervenções biomédicas

As informações abaixo são resultado de informações coletadas de mais de 21.500 famílias nos Estados Unidos que completaram questionários do Instituto de Pesquisa Sobre Autismo (Autism Research Institute).

As famílias de autistas representam uma vasta e importante reserva de informações sobre os benefícios e efeitos adversos das mais variadas drogas e intervenções utilizadas em crianças autistas.  Os dados vem sendo coletados e mapeados desde 1967 a partir de questionários especialmente preparados para melhor entendermos os benefícios e utilidade das mais comumente utilizadas intervenções.

Vide:
- Drogas/Medicamentos
- Tratamentos Biológicos/Sem Drogas/Suplementos Vitamínicos e Dietas Especiais.


Medicamentos

Nota: medicamentos para convulsão: A primeira linha mostra os efeitos comportamentais causados pela droga; a segunda linha mostra os efeitos da droga em convulsões.


PiorouA

Sem
Efeito

Melhorou

Relação
Melhor/Pior

Nº de CasosB

Aderall

39% 28% 34% 0.9:1 285

Amphetamine

47% 28% 25% 0.5:1 1174

Anafranil

31% 37% 31% 1.0:1 351

Antibioticos

30% 59% 11% 0.4:1 1617

AntifungaisC: Diflucan

7% 42% 51% 7.2:1 185

AntifungaisC: Nystatin

5% 48% 47% 10:1 727

Atarax

26% 53% 21% 0.8:1 443

Benadryl

24% 51% 25% 1.1:1 2512

Beta Blocker

18% 49% 33% 1.8:1 236

Buspar

26% 45% 30% 1.2:1 281

Chloral Hydrate

41% 37% 22% 0.5:1 375

Clonidine

21% 31% 48% 2.2:1 1090

Clozapine

44% 39% 16% 0.4:1 79

Cogentin

19% 53% 28% 1.4:1 149

Cylert

45% 35% 21% 0.5:1 580

Deanol

15% 55% 29% 1.9:1 195

Depakene: Comportamento

25% 43% 32% 1.3:1 871

Depakene: Convulsões

12% 30% 57% 4.6:1 569

Desipramine

38% 25% 38% 1.0:1 61

Dilantin: Comportamento

28% 48% 24% 0.9:1 1049

Dilantin: Seizures

14% 36% 51% 3.8:1 377

Felbatol

26% 45% 29% 1.1:1 38

Fenfluramine

21% 51% 28% 1.4:1 453

Halcion

37% 30% 33% 0.9:1 43

Haldol

37% 27% 35% 0.9:1 1119

IVIG

13% 45% 42% 3.2:1 31

Klonapin: Comportamento

28% 33% 38% 1.4:1 156

Klonapin: Seizures

38% 50% 12% 0.3:1 26

Lithium

27% 42% 31% 1.1:1 384

Luvox

28% 36% 37% 1.3:1 120

Mellaril

28% 38% 33% 1.2:1 2023

Mysoline: Comportamento

44% 40% 15% 0.3:1 131

Mysoline: Seizures

19% 58% 23% 1.2:1 57

Naltrexone

22% 46% 32% 1.5:1 200

Paxil

27% 28% 45% 1.7:1 192

Phenergan

30% 44% 26% 0.9:1 244

Phenobarbitol: Comportamento

47% 37% 16% 0.3:1 1052

Phenobarbitol: Convuslões

17% 43% 40% 2.4:1 458

Prolixin

34% 34% 33% 1.0:1 83

Prozac

31% 33% 36% 1.2:1 975

Risperidal

19% 28% 53% 2.8:1 401

Ritalin

44% 26% 29% 0.7:1 3540

Secretin: Intravenosa

8% 43% 49% 6.2:1 217

Secretina: Transdérmico

12% 47% 41% 3.6:1 78

Stelazine

28% 44% 27% 1.0:1 415

Tegretol: Comportamento

24% 45% 31% 1.3:1 1345

Tegretol: Convulsões

12% 33% 55% 4.5:1 721

Thorazine

36% 40% 24% 0.7:1 897

Tofranil

30% 37% 33% 1.1:1 698

Valium

36% 41% 23% 0.7:1 788

Zarontin: Comportamento

34% 43% 22% 0.7:1 129

Zarontin: Convulsões

21% 51% 29% 1.4:1 87

Zoloft

33% 31% 36% 1.1:1 212

Tratamentos Biológicos/Suplementos Vitamínicos
(Sem Drogas)

PiorouA

Sem
Efeito

Melhorou

Relação
Melhor/Pior

Nº de CasosB

Vitamina A

2% 59% 39% 22:1 334

CalcioD

2% 62% 35% 14:1 988

Óleo de Fígado de Bacalhau

3% 51% 46% 14:1 411

Colostro

6% 58% 37% 6.7:1 163

Desintoxificação (QUELAÇÃO)

3% 28% 70% 27:1 116

Enzimas Digestivas

4% 44% 52% 14:1 314

Di-methyl-glycine (DMG)

7% 51% 42% 5.9:1 4547

Fatty Acids

4% 44% 51% 12:1 299

5 HTP

11% 55% 35% 3.3:1 66

Ácido Fólico

4% 55% 41% 11:1 1100

Tratamento para Alergia Alimentar

4% 37% 59% 14:1 290

Magnésio

6% 65% 29% 5.2:1 288

MelatoninaE

10% 33% 57% 5.9:1 302

Pepcid

9% 61% 30% 3.2:1 64

SAMe

25% 46% 29% 1.1:1 28

St. Johns Wort

11% 67% 22% 2.0:1 46

Tri-methyl-glycine (TMG)

14% 42% 44% 3.1:1 182

Transfer Factor

18% 51% 31% 1.7:1 39

Vitamina B3

5% 55% 41% 9.0:1 487

Vitamina B6 (sozinha)

7% 64% 29% 4.1:1 590

Vitamina B6 & Magnésio

4% 49% 46% 11.1:1 5079

Vitamina C

2% 59% 39% 16:1 1306

Zinco

3% 55% 43% 17:1 835

Dietas Especiais

PiorouA

Sem
Efeito

Melhorou

Relação
Melhor/Pior

Nº de CasosB

Candida (dieta)

3% 45% 52% 18:1 605

Feingold Diet

2% 47% 51% 23:1 645

Glúten/Caseína,
Dieta Sem

4% 33% 64% 18:1 724

Remover
chocolate

1% 50% 49% 36:1 1491

Remover ovos

2% 61% 37% 21:1 882

Remover Leite e derivados

2% 51% 48% 30:1 4950

Remover Açucar

2% 51% 47% 24:1 3392

Remover Trigo

2% 53% 46% 26:1 2701

Dieta de Rotação

2% 50% 47% 20:1 678

A. “Piorou” refere-se apenas a piorou no comportamento. Drogas, mas não nutrientes, tipicamente causam problemas físicos se usados a longo prazo.

B. O números de casos é cumulativo no decorrer de várias décadas, portanto não reflete o atual nível de uso (ex: Haldol é raramente utilizado atualmente).

C. Medicação antifungal é usada apenas se o autismo tem causa relacionada leveduras.

D. Os efeitos do cálcio não são devidos a dieta sem laticínios; estatísticas são similares para aqueles que consomem e que não consomem leite.

E. Atenção: Enquanto melatonina pode beneficiar o sono e o comportamento, o uso prolongado ainda não tem efeitos conhecidos na puberdade.

Dieta Sem Glúten e Sem Caseína

autismo 2

O autismo é uma desordem ainda pouco compreendida. Geralmente o diagnóstico é feito com base em características como dificuldades de interação social, prejuízos na comunicação e padrões restritos e repetitivos de comportamentos e interesses. É uma doença diferente do retardo mental ou da lesão cerebral, sendo mais freqüente em meninos. Suas causas não são conhecidas porém existe a hipótese de que proteínas como o glúten e a caseína estão envolvidas no desenvolvimento e progressão da doença.

Muitos livros e sites da internet, especialmente nos EUA recomendam que indivíduos autistas eliminem estas substâncias de suas dietas. A proteína glúten está presente em alimentos feitos com aveia, centeio, cevada e trigo. Assim bolos, tortas, biscoitos, massas e pizzas quando feitos com estas matérias primas devem ser eliminados da dieta. A caseína é a proteína do leite dos mamíferos. Uma dieta livre de caseína deverá excluir o leite e todos os seus derivados como queijo e iogurte.

Com esta dieta, pais, médicos e nutricionistas relatam melhoras significativas nos sintomas dos indivíduos autistas. Porém será que a dieta realmente ajuda?

O que se sabe até agora:

  • O glúten e a caseína contém proteínas que ao serem digeridas tranformam-se em compostos opiáceos com poder de gerar uma certa dependência. Estes compostos são as gluteomorfinas e caseomorfinas.
  • Alguns indivíduos autistas (20%) apresentam sintomas gastrintestinais como diarréias frequentes. O intestino destes indivíduos também costuma ser mais permeável causando uma absorção dos compostos opiáceos. Quando os indivíduos apresentam esta absorção exagerada a quantidade de compostos opiáceos na urina é bastante aumentada.
  • Tais compostos atingem o cérebro causando estados mentais compatíveis com intoxicação por drogas opiácias, como a morfina, a codeína e a heroína. Estudos mostram que camundongos que receberam doses elevadas de caseomorfinas tiveram áreas do cérebro alteradas. Porém não tenho conhecimento de nenhum estudo que comprove que caseomorfinas e gluteomorfinas possam causar sintomas do autismo em seres humanos.
  • Mesmo assim, alguns estudos mostram que quando a caseína e o glúten são removidos da dieta os indivíduos não mais sentem os efeitos dos compostos opiáceos e seu comportamento melhora significativamente. Outros estudos não mostram nenhuma relação entre dieta e autismo.
  • Pesquisas controladas estão sendo realizadas no momento e devem estar disponíveis até o próximo ano.

Testando a dieta:

O instituto de pesquisa sobre autismo, estabeleceu um tratamento que inclui a dieta livre em glúten e caseína ara indivíduos autistas. De acordo com o instituto todo indivíduo autista deve testar a mesma por pelo menos três meses. Porém consulte um nutricionista pois a retirada de alguns alimentos deve ser feita em substituição a outras para que a criança não desenvolva nenhuma deficiência nutricional. Geralmente o processo se inicia com a remoção de um alimento por vez para que se saiba qual estava causando mais problemas. Por exemplo, como primeiro passo o leite de vaca pode ser substituído por leite de soja ou suco fortificado com cálcio. Um mês após a eliminação do leite e de seus derivados inicia-se a eliminação do glúten. A dieta exige bastante paciência e colaboração de familiares e professores já que todos os ingredientes de alimentos industrializados devem ser lidos afim de detectar a possível adição de caseinatos, lactose, aveia, trigo, farinha de trigo, farelo de trigo etc. Nossa legislação ainda obriga as indústrias a incluir nos rótulos as frases: “contém glúten” ou “não contém glúten”.
Procure por lojas que vendam alimentos livres de glúten e caseína e também por receitas para que a dieta não fique muito monótona. Alimentos permitidos incluem arroz, quinoa, batatas, farinha de milho, soja, frutas, vegetais, feijão, tapioca, carnes, peixes e ovos.

Fonte: http://andreiatorres.blogspot.com

Fonte da imagem: http://img.timeinc.net/time/europe/magazine/2002/0715/autism/images/kid.jpg