leveduras_1

Como a sensibilidade de glúten/caseina comum no autismo e outras doenças se relaciona ao problema de levedura ou eles são assuntos separados?

Parece haver alguma relação entre os dois problemas médicos. Glúten e caseina são proteínas. Glúten é uma das proteínas principais no trigo. Caseina é a proteína principal do leite e queijo mas é um elemento aditivo em uma grande variedade de outras comidas como sopa e comidas congeladas. Se estas proteínas forem absorvidas antes de serem digeridas completamente, os pedaços indigestos de proteína entram no cérebro e prendem-se a receptores opiatos nas áreas do cérebro que controla a fala e outras áreas do cérebro e prejudica a função do cérebro. Estes pedaços de proteína chamados de peptídeos são eventualmente eliminados na urina onde eles são medidos.
O teste é chamado de teste de peptídeo urinário. Eu suspeito que não haveria problema com estas moléculas se a levedura fosse controlada e eu estou tentando obter uma concessão para testar esta hipótese. Entretanto, eu lhe aconselho que faça o teste de glúten/caseina peptídeo urinário ou o teste de alergia a alimento IgG o mais cedo possível para trigo e subprodutos do leite. A eliminação destas comidas é um processo difícil e eu aconselharia fazer o teste de peptídeo urinário antes de implementar a dieta. Eu penso que você estará mais motivado a implementar a dieta se você souber que há um problema definido e que não pode ser controlado através de outros meios.

Fonte: http://www.greatplainslaboratory.com

dieta autismo

A candidíase não pode ser curada somente através das alterações dietéticas propostas, mas estas são de fundamental importância para a eficácia do tratamento antifúngico usualmente empregado. A dieta garante que a cândida não cresça ou que tenha um crescimento insignificante.

O mais importante no que se refere ao tratamento da infecção pela cândida é melhorar a função digestiva e o sistema imunológico, assim a cândida não encontrará ambiente propício para o seu crescimento excessivo.

Frente aos alimentos mais envolvidos no crescimento da cândida, é importante, evitar frutas ricas em açúcar como as desidratadas, frutas, sucos de frutas, alimentos fermentados como cerveja, vinho e queijos, pães e grãos contaminados, produtos de origem animal (principalmente a carne vermelha e de porco, gordura animal, manteiga, leite e outros laticínios), amendoim, pistache, castanha de caju e coco ralado, sementes e alimentos refinados. Evitar a ingestão de champignons, pois eles nada mais são do que uma espécie de fungo que pode proliferar a população intestinal de fungos.

Evitar a ingestão de amendoim ou seu óleo, uma vez que freqüentemente estão contaminados com aflatoxinas e fungos considerados imunossupressores.

Alimente-se com mais peixes e óleos de peixe (ricos em ácidos graxos (Ômega 3), alho, cebola,azeitonas, azeite de oliva, hortaliças verdes, ervas, especiarias, semente de linhaça e produtos à base de soja como o tofu e o iogurte.

Alguns suplementos também são indicados como coadjuvantes no tratamento da candidíase:

PROBIÓTICOS: são as bactérias intestinais benéficas que residem no nosso intestino e funcionam como um antibiótico natural contra bactérias patogênicas, vírus e fungos como a cândida. Para isso é importante que estejam em equilíbrio na nossa microflora. O iogurte e outros leites fermentados são fontes naturais de probióticos, mas estes podem ser melhor obtidos através de suplementos de lactobacilos e bifidobactérias. Podem ser utilizados por via oral ou como uso tópico no caso de infecções vaginais recorrentes.

PREBIÓTICOS: como os frutooligossacarídios (FOS), por exemplo. Aconselha-se associa-los ao uso dos probióticos, uma vez que alimentam os lactobacilos, aumentando sua população e assim conferindo maior proteção intestinal.

ÁCIDO CAPRÍLICO: é um ácido graxo de cadeia média presente no coco. É um potente agente antifúngico.

CEBOLA E ALHO: são efetivos no combate tanto da cândida quanto de parasitas. Devem ser consumidos na forma crua ou em suplementos de óleo ou extrato de alho. O processamento do alho em cápsulas provoca perda de parte de sua atividade antifúngica. A alicina é o elemento essencial no óleo de alho, responsável pelas propriedades terapêuticas antibacterianas, antiinflamatórias e antifúngicas. Utilizar diariamente durante 1 a 3 meses.

ÓLEOS: O óleo de peixe tem atividade antifúngica comprovada, havendo também benefícios através da ingestão de peixes como truta, salmão, sardinhas, atum e bacalhau por pelo menos 3 vezes/semana. O óleo de prímula, de borage e groselha preta são ótimas fontes de Omega 6. Óleo de semente de linhaça é boa fonte de ácidos graxos Omega 3 e 6. Todos estes óleos tem propriedades antifúngicas. Destaca-se neste grupo o óleo de orégano por suas propriedades antibacterianas, antifúngicas, antiparasíticas e antioxidante.

ALOE VERA GEL: assim como a espirulina ou clorela têm ação no combate a cândida, principalmente devido ao seu efeito estimulante sobre o sistema imune. Além de suas propriedades antioxidantes e antiinflamatórias.

VITAMINAS/MINERAIS: o sistema imune necessita de alguns nutrientes para o seu bom funcionamento como a vitamina A, beta caroteno, vitamina E, iodo, selênio, zinco, ácido fólico e biotina. Esta última é uma das vitaminas do complexo B, e também tem atividade evitando a conversão da cândida na sua forma mais invasiva.

ALGAS MARINHAS: são ricas em selênio e iodo que têm atividade de inativar os fungos. Antes do advento das drogas antifúngicas o iodo era o “remédio” mais potente contra a cândida e outros fungos.”

Nutricionista: Patricia Blanche Davidson
Graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Pós -graduanda do curso de Nutrição Clínica Funcional/ UNIB – SP
Coordenadora da Nutconsult
Nutricionista do Hospital Estadual Azevedo Lima
Atua em atendimento nutricional domiciliar

Fonte: http://blog.agencialumini.com/

Cândida e a Influência da Dieta

acucar

Os fungos crescem com o açúcar, principalmente a sacarose. O consumo de grandes porções de carboidratos refinados como balas, chocolates, bolos, biscoitos, pão branco, bebidas alcoólicas e cafeína podem levar a um supercrescimento da cândida. Mesmo o açúcar contido nas frutas e nos seus sucos, se consumidos em excesso, favorecem também o seu crescimento. O excesso de açúcar e de lipídios diminui a fagocitose de leucócitos e a função linfocitária, respectivamente, tornando o ambiente próprio para o seu ótimo crescimento. As deficiências nutricionais frente a uma alimentação desequilibrada e uma função digestiva precária também estimulam o seu crescimento.

Muitos alimentos, mesmo que considerados saudáveis, podem estar grandemente colonizados por fungos e suas toxinas. Estes incluem milho, amendoim, castanha de caju, e côco ralado. Fungos também podem ser encontrados na cevada, centeio, trigo, arroz, milho e em praticamente todos os grãos de cereais. Uma dieta rica em cereais e oleaginosas contaminadas, portanto aumentam a colonização de fungos no trato digestivo. Animais que se alimentam destes grãos contaminados também tem um crescimento de fungos aumentado e nós, portanto podemos ingeri-los de maneira indireta através do consumo de sua carne. Além disso, esses animais podem ter sido alimentados com antibióticos, o que de alguma forma pode influenciar no desequilíbrio da nossa ecologia intestinal.

A exposição a toxinas ambientais (pesticidas, herbicidas, petroquímicos e metais pesados) também aumenta a sua prevalência. Alguns estudos apontam para uma relação da cândida com uma sensibilidade aumentada ao mercúrio derivado dos amálgamas dentários e com uma prevalência aumentada de alergias alimentares.

Fonte: http://blog.agencialumini.com/

autismo dieta

A bióloga Eloah Antunes começou a pesquisar sobre o assunto quando o seu filho, Luan, hoje com sete anos, apresentou os sintomas da síndrome. Graças aos estudos feitos nos Estados Unidos, decobriu que o tratamento poderia ser feito por meio da alimentação. A avó de Luan, a psicopedagoga Juceli Antunes, abraçou a causa e hoje é presidente da Associação em Defesa do Autista (Adefa).

“O autismo não está no cérebro, ele é uma enfermidade multifatorial, que atinge o sistema gástrico. A ingestão de proteínas de glúten encontradas no trigo, na cevada, na aveia, e também de caseína, que é a proteína do leite, afeta a função do cérebro normal. O tratamento consiste na dieta, na terapia comportamental e na reposição de nutrientes”, explicou Juceli.

Para a médica da SMDP, essa linha não funciona para todas as crianças autistas: “Cada criança necessita de um tipo de tratamento. Mas entendemos que muitos vão se beneficiar da dieta. O importante é ter um numero grande de opções. Não existe um tratamento modelo”.

A avó de Luan conta que hoje o neto obedece a ordens e se sociabiliza com outras crianças: “Foi uma tarefa difícil, porque ninguém achava o problema. Ele não falava, ficava sem dormir, gritava dia e noite, batia a cabeça na parede, se jogava no chão. Minha nora não dormiu durante 3 anos”, revelou Juceli.

Para ela, o tratamento à base da dieta sem açúcar, glúten e leite é a principal causa da melhora das crianças assistidas pela Adefa e pela escola.

“Não há uma regra geral. Ainda existe algum autista que pode comer um desses três vilões da alimentação. O estudo do autismo não vai chegar as um resultado final nunca”, disse Juceli, que também serviu como fonte de informação para a equipe do Cema-Rio.

Fonte: G1 Globo.com

Entrevista feita com Dr. Antonucci psiquitra DAN! Italiano.
Transmissão SOS Autismo. Entrevista na Prima Tivvù di Avelino do italiano Dr.Nicola Antonucci explicando intervenções biomédicas e a importância do tratamento do autismo. Ele decidiu estudar e ser um médico DAN! pela experiência própria de ter um filho com autismo. Agradeço a Prima Tivvù di Avelino pela liberação de reprodução deste material e pela sensibilidade demosntrada sobre o Autismo.