Método TEACCH

TEACCH

O TEACCH (Treatment and Education of Autistic and related Communication-handicapped Children)

é um programa especial de educação talhado para as necessidades individuais de aprendizagem da criança autista, baseado no desenvolvimento do quotidiano.•

Baseado no fato das crianças autistas serem frequentemente aprendizes visuais, o TEACCH traz uma clareza visual ao processo de aprendizagem, buscando a receptividade, a compreensão, a organização e a independência. A criança trabalha num ambiente altamente estruturado que deve incluir organização física dos móveis, áreas de atividades claramente identificadas, murais de rotina e trabalhos baseados em figuras e instruções claras de encaminhamento. A criança é guiada por uma sequência de atividades muito clara e isso ajuda que ela fique mais organizada.

Acredita-se que um ambiente estruturado para uma criança autista crie uma forte base para a aprendizagem. Embora o TEACCH não foque especificamente nas habilidades sociais e comunicativas tanto quanto outras terapias, ele pode ser usado junto com essas terapias para torná-las mais efetivas.

Objetivo: aumentar o funcionamento independente. Valoriza o aprendizado estruturado (principalmente no início do tratamento). Dá importância à rotina e a informação visual. É necessário organizar e simplificar o ambiente, apresentando  menos estímulos sensoriais concomitantes. Isto facilita a criança a focar a atenção nos detalhes relevantes.

UTILIZAÇÃO DE  MATERIAL COM INFORMAÇÃO VISUAL

A informação dada visualmente tem como objetivo amenizar as dificuldades de comunicação existentes. A programação das atividades do dia deve ser dada visualmente. Pode existir um quadro indicando, em seqüência, quais atividades ou tarefas a criança deve realizar. Alguns quadros são feitos de maneira a induzir a criança a retirar o cartão com a foto ou desenho da próxima atividade e depositá-la no local onde deve ir. Por exemplo, retirar a foto da piscina do quadro e colocá-la em um lugar com o mesmo símbolo na piscina. É claro que a utilização dos quadros requer um aprendizado. Inicialmente alguém fará cada passo com a criança, colocando os cartões em sua mão e ensinado-a a colocá-lo no local. Quando a atividade tiver acabado, a criança deve voltar ao quadro de tarefas para ver qual a próxima atividade e pegar seu respectivo cartão. Com o tempo ela poderá realizar a tarefa de maneira independente. O fundamental é a persistência até que a criança aprenda a utilizar a informação visual. Na maioria das vezes a utilização deste método traz tranqüilidade à criança já que possibilita melhor compreensão e comunicação. O quadro a seguir ilustra os passos que a criança deve seguir ao chegar na escola e quais serão as atividades: guardar mochila, ir ao banheiro, jogo, lavar as mãos, lanchar e ir para casa. Ao invés do nome pode-se colocar uma foto da criança em cima do quadro de suas atividades. É necessário que ao ver a figura a criança entenda o que se espera dela. Isto ajuda na organização, minimiza possíveis problemas de linguagem receptiva e dá independência para a criança. É possível também utilizar material visual para ensinar a fazer determinadas tarefas como fazer café, escovar os dentes, etc. A próxima figura utiliza um álbum para ensinar a fazer café. As páginas do álbum possuem uma seqüência de fotos que ensinam cada passo de como fazer café. Primeiro pega a água, depois colocar na cafeteira, etc. Este tipo de orientação pode servir para qualquer coisa que se queira ensinar para a criança. É obvio que isto implica em um aprendizado. Inicialmente os passos serão dados com auxílio, mas sempre utilizando o álbum como referencial para a criança. É fundamental iniciar com tarefas bem simples (como por exemplo, pegar biscoitos em um pote) e sempre utilizando as fotos para a criança aprender a obter a informação ordenada e organizada visualmente. A família pode ter também um esquema na parede para a criança se situar com relação aos dias da semana e o que fará em determinado dia. Nos dias de semana pode-se colocar uma foto dela com uniforme da escola ou algum logotipo que a criança associe à escola. Nos sábados e domingos pode-se colocar uma foto de casa ou foto da criança com os pais ou avós. O importante é que fique claro para a criança que dia é hoje e o que ela fará. É também útil fotografar os locais e pessoas que fazem parte da vida da criança. Assim, quando os pais forem explicar para a criança aonde ela vai, podem mostrar uma foto ilustrativa enquanto passam a informação verbal (“hoje vamos à casa da vovó” e mostra a foto). Outro método utilizado com o intuito de aumentar a comunicação é o PECS (Picture Exchange Communication System). Este sistema utiliza cartões contendo fotos ou logotipos de coisas relevantes para a criança. Pode-se iniciar com coisas que a criança gosta de comer e ensiná-la a utilizar os cartões como objeto de troca pelo que deseja.

Fonte: Drª.Carla Gikovate – Neurologista Infantil – Mestre em Psicologia

http://www.carlagikovate.com.br

dieta do autista - autismo

I Encontro Médico Internacional de Autismo e Transtornos do Desenvolvimento

Palestrante Drª.Geórgia Regina.M.Fonseca

O teste tradicional de alergia não detecta este problema, talvez porque isso não seja uma alergia, mas intolerância a glúten, caseína e outros alimentos que possam sensibilizar o autista. O mais recomendado é o teste de IgG ou o exame de peptídeos opióides na urina. Muitos pais relatam que mesmo com resultado negativo, seus filhos foram colocados em dieta e alcançaram bons resultados. No começo da dieta, ao remover estas proteínas pode haver uma reação negativa, como a de um viciado saindo das drogas. Crianças mais novas, com menos de três anos, têm um beneficio dramático com esse tipo de intervenção, mas muitos adultos que adotam essa dieta também notaram melhoras na concentração e na comunicação.

Alguns autistas só comem alimentos que contém glúten e caseína (leite, macarrão, bolos, bolachas…). Como um drogado o autista é viciado nestas proteínas. Muitos pais contam que depois de algumas semanas na dieta o autista começa a sair deste “fogge stage” – estado de confusão – como se os seus sentidos estivessem emergindo e também passam a comer outros alimentos que não comiam antes. Podem comer farinhas que não contenham glúten como tapioca arroz, batata, carnes, mel, frutas, vegetais. A caseína desaparece dos testes urinários em 3 / 5 dias. Pode demorar mais de 8 meses para a diminuição do padrão de peptídeos urinários do glúten. Segundo Dr Paul Shattock os testes para alergia deveriam ser feitos após a retirada do glúten e da caseína. “Esta reação de abstinência pode ser erroneamente caracterizada como uma resposta negativa à uma intervenção dietética de curto período como também à julgamento precoce e abandono da dieta.” Ronald Roggan MD / Universidade de Calgary. O desaparecimento dos peptídeos do glúten é mais gradual que os do leite. Os efeitos colaterais da retirada do glúten são mais brandos porém mais prolongados particularmente nos adultos.

Fonte: http://blog.agencialumini.com/

autistas

Psicólogos e fisioterapeutas acompanharão pacientes e seus pais

07-10-09 O Dia Online

Rio – Crianças autistas terão, a partir de hoje, um centro municipal com tratamento multidisciplinar para o problema. A unidade, que será oficialmente inaugurada hoje, já tem 30 pacientes e deverá dobrar a sua capacidade até o fim do ano, segundo o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Márcio Pacheco. “O objetivo do centro, que terá desde atividades lúdicas à fisioterapia, é desenvolver na criança autista a capacidade de aprendizagem. Queremos preparar este paciente para que tenha melhor desenvolvimento na escola. Essas crianças podem competir no mercado de trabalho e esse é um dos nossos objetivos”, diz. Segundo Pacheco, o centro, que conta com brinquedoteca e computadores, tem como diferencial o acompanhamento dos pais e familiares dos pacientes. “Esse atendimento é fundamental porque vamos poder trabalhar o relacionamento dos pais com seus filhos. Com um relacionamento em casa melhor, essas crianças terão mais facilidade para se relacionar com outras pessoas.” Segundo a neuropediatra Eliana Silva, diretora do centro, o diagnóstico do transtorno ocorre quando a criança tem cerca de 3 anos. “Os bebês autistas geralmente são mais quietos, choram pouco. As crianças evitam brincadeiras com outros colegas. Os movimentos repetitivos, principalmente das mãos, também são frequentes”, relata a médica. Os pais de crianças com o transtorno podem buscar auxílio e esclarecimentos no próprio centro, que fica na Avenida Presidente Vargas 1.997, 1º andar, ou pelo telefone: 21 2242-7700

CARACTERÍSTICAS DO TRANSTORNO

Estima-se que a prevalência do autismo seja de um para cada mil nascidos, sendo quatro vezes mais frequentes nos meninos do que nas meninas. Um dos mais famosos autistas é Kim Peek, imortalizado por Dustin Hoffman no filme ‘Rain Man’. Ele memorizou mais de 12 mil livros. Os sintomas podem variar de acordo com a idade. Os mais frequentes são a dificuldade de fazer amigos, resistência a mudanças de rotina e repetição de palavras e movimentos.
Não existe um exame capaz de identificar o transtorno. O diagnóstico é clínico.

Fonte:  PÂMELA OLIVEIRA, RIO DE JANEIRO – O Dia Online

Eu tentei ligar algumas vezes mais até o momento, não consegui falar com ninguém. Se alguém conseguiu obter mais informações ou foi atendido, por favor, deixe aqui o seu depoimento dizendo o que achou do atendimento.

Um abraço,  Jaqueline Araujo

Nutrição Cerebral

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“Nutrição Cerebral” é o novo livro do Dr. Helion Póvoa, o precursor da medicina ortomoleluar no Brasil. Escrito em conjunto com o psiquiatra Juarez Callegaro a nutricionista Luciana Ayer e organizado pela jornalista Lucia Seixas – o livro mostra de que forma a falta de nutrientes no cérebro pode determinar o declínio da inteligência e, conseqüentemente, provocar depressão, doenças neurodegenerativas e até mesmo desvios de personalidade. Para os autores, maiores especialistas brasileiros no assunto, o equilíbrio nutricional do cérebro é a chave do nosso bem-estar. O livro revela como a medicina e a psiquiatria ortomoleculares podem se tornar ferramentas importantes na prevenção dos sofrimentos mentais, através da manutenção e amplificação da inteligência humana. Abaixo um resumo do capítulo 16 que trata da relação que existe entre nutrição e autismo.

Para Crianças Mais Felizes e Bondosas

Chegar ao mundo passando por um gestação tranquila, em que houve boa disponibilidade de nutrientes, é algo que aumenta as chances de felicidade de qualquer ser humano. Entretanto, como a evolução é o grande propósito da natureza, a infância, primeira etapa da vida, oferece uma oportunidade única de reparar eventuais danos da gravidez, para dar origem a uma existência feliz e criativa. A recuperação de danos é realizada, principalmente durante o sono do bebê e por isso os recém-nascidos precisam dormir tanto. Nessa fase o pequeno organismo está sob o predomínio do sistema vago, da acetilcolina, que acumula energia e produz o anabolismo. É a fase em que acontecem a reparações e a finalização da estrutura do bebê, inclusive as cerebrais.
Hoje se sabe que o metabolismo de uma criança é seis vezes mais rápido que o de um adulto. Essa descoberta, inclusive, foi a que deu o Prêmio Nobel ao cientista Pierre Le Compte du Nouy que desenvolveu modelos matemáticos de reparação de danos através de índices de cicatrização de feridas. Esse dado deixa clara a vulnerabilidade da saúde infantil e alerta para diversos perigos, inclusive o uso de medicamentos. Infelizmente, vem-se tornando comum a utilização abusiva de antibióticos e antiinflamatórios em crianças. Quase não se usa na pediatria básica dar lactobacilos para corrigir a flora intestinal das crianças e pouco se considera a importância do zinco para a formação do sistema imunológico e para a absorção e fixação das vitaminas, especialmente a vitamina A, que promove a resistência da pele e das mucosas. Por isso é tão comum que crianças apresentem infecções constantes, como as de ouvido. Na verdade, crianças com depressão imunológica sofrerão durante toda a vida, como se constata hoje na questão do autismo, distúrbio considerado como uma forma de esquizofrenia infantil. Crianças com autismo não conseguem se desenvolver normalmente em suas relações sociais e comportam-se de modo compulsivo e ritualista. Embora seja bem diferente do retardo mental, no autismo não acontece o desenvolvimento normal da inteligência. Preferir estar só é uma característica da criança autista, que não desenvolve intimidade com as pessoas e resiste às mudanças. Tem dificuldade de falar e muitas vezes não fala, assim como nem sempre entende o que lhe é dito. A doença é duas a quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas. O autismo costuma surgir por volta dos três anos de idade e com muita frequência em crianças com deficiência de zinco o que as torna muito vulneráveis às infecções. Por isso é muito comum que crianças autistas tenham um longo histórico de antibióticos, que, como sabemos, faz proliferar os microorganismos nocivos a flora intestinal.
Cerca de 50% das crianças autistas possuem a Candida albicans e, à medida que também não possuem zinco, acontece nelas a proliferação de outros germes cujas toxinas prejudicam o metabolismo, com sérios reflexos no cérebro. Além do zinco, outros minerais têm muita importância no autismo, como o cálcio. Na verdade o balanceamento do cálcio com os demais minerais no cérebro é fator de muito peso nessa doença. Existe portanto uma questão nutricional no autismo. Quando se utilizam alimentos no tratamento do autismo – e infelizmente poucos centros psiquiátricos o fazem atualmente –, o que se considera principalmente é a depressão imunológica provocada pela carência de zinco, que é agravada pelo excesso de carboidratos refinados. Como se sabe, esses dois fatores fazem proliferar tanto a Candida albicans como a Clostridium difficile,  cujas toxinas estão envolvidas também em outros distúrbios infantis, como o distúrbio do déficit de atenção (DDA). Como o autismo, o DDA vem aumentando significativamente em crianças nas últimas décadas. E as causas desse distúrbio infantil certamente podem estar nas questões alimentares, mais especificamente no aumento da permeabilidade intestinal e nas proteínas não digeridas do glúten e da caseína. Quando são absorvidas pelo intestino e passam para a corrente sanguinea, as proteínas mal digeridas do leite e do trigo podem produzir no liquor do cérebro derivados de substâncias estimulantes. É o que provoca a agitação típica do distúrbio do déficit de atenção (DDA) e a hiperatividade. É muito importante o fato de que os distúrbios mentais mais comuns da infância começam a ser relacionados com erros alimentares, e já existem diversas pesquisas provando que a utilização de smart nutrients pode produzir excelentes resultados na reversão de muitos desses distúrbios. No que diz respeito ao DDA, comprovou-se que o uso de ômega 3 associado à restrição de carboidratos refinados, corantes, chocolate, cafeína e gorduras trans e hidrogenadas, que fornecem excesso de ômega 6, pode dar ótimos resultados.
Existe uma relação na incidência da deficiência de ômega 3 como o DDA na infância, a esquizofrenia na adolescência, a depressão na vida adulta e a doença de Alzheimer na velhice.
A verdade é que à medida que aumenta na dieta infantil a quantidade de substâncias que podem gerar uma alteração neurológica, também crescem as chances de disfunções sérias no presente e no futuro. Quanto mais perde energia no lobo frontal, por falta de nutrientes, mais dificuldade a criança terá para adquirir conhecimentos e assimilar as lições que a vida oferece. Um outro cuidado fundamental que se deve ter com a saúde infantil diz respeito aos metais tóxicos. O mercúrio, por exemplo, que ainda aparece na fórmula de muitos agrotóxicos utilizados no Brasil, bloqueia as bombas injetoras que promovem a entrada da vitamina B12 no cérebro, o que pode causar distúrbios psiquiátricos graves também em crianças. Esse é um dado pouco difundido porque muitas pessoas psicóticas costumam apresentar níveis de B12 normais no sangue. Entretanto, quando a dosagem é realizada no liquor, os níveis da vitamina estão frequentemente baixos. O mesmo ocorre com o ácido fólico. Já o chumbo, comprovadamente, causa hiperatividade e DDA. Tal fato é levado tão a sério que em alguns países crianças em idade escolar devem fazer testes para verificar se estão ou não contaminadas por chumbo. Infelizmente essa prática não existe entre nós e muitas marcas de tintas ainda contêm chumbo em sua composição. Também verificou-se a presença do metal na tinta de brinquedos provenientes da China. Em alguns países, como os Estados Unidos, o cuidado com a contaminação por chumbo é tão grande que existe uma fiscalização rigorosa de solos para plantio, já que no passado a gasolina continha chumbo e muitas terras próximas a estrada estão hoje impregnadas com o metal. Também não se admite a construção de parques infantis em áreas contaminadas com chumbo. A relação entre as doenças modernas com os fatores nutricionais é bastante evidente e as poucas civilizações que ainda se alimentam de forma natural a reforçam.
Um componente da alimentação infantil que merece maiores considerações é certamente o açúcar refinado, pois é grave a permissividade com que ele é utilizado. Como vimos, o açúcar refinado faz perder cromo e ainda zinco pela urina, tornando as crianças mais predispostas à depressão e a problemas imunológicos, entre outros. A criança ainda não conhece o sabor dos alimentos e por isso a introdução de açúcar é totalmente desnecessária, assim como o sal nas comidas salgadas. É preciso dar às crianças a oportunidade de experimentar o sabor natural dos alimentos. Quanto melhor a criança se alimenta, maior a disponibilidade de nutrientes benéficos para seu cérebro.
Texto retirado do livro Nutrição Cerebral de Helion Póvoa, Juarez Callegaro e Luciana Ayer

InspiradospeloAutismo

As crianças autistas possuem mais matéria cinzenta do que as outras crianças nas áreas do cérebro que serão responsáveis pelo processamento social e pela aprendizagem através da observação. As conclusões resultam de um estudo divulgado em Chicago, durante o encontro anual da Radiological Society of North America. As diferenças existem e foi possível observá-las com recurso a técnicas de imagiologia. “Os resultados apontam para a possibilidade da incapacidade de relacionamento das crianças autistas ser o resultado de um funcionamento anormal do sistema neurológico”, refere Manzar Ashtari, autor principal do estudo que trabalha num hospital pediátrico norte-americano (Children´s Hospital of Philadelphia). Tudo estará relacionado com os chamados neurônios espelho, que são ativados quando um indivíduo está a praticar uma ação ou a experimentar uma sensação ou emoção ou ainda quando observamos estes comportamentos nos outros.

Além das diferenças nas áreas de matéria cinzenta associadas aos neurônios espelho, os resultados do estudo revelaram que o aumento da camada no lóbulo parietal estava relacionado com os QI mais elevados nas crianças normais mas não nas crianças autistas. “Nos cérebros das crianças normais, a maior quantidade de matéria cinzenta está associada a QI mais elevado mas nos cérebros das crianças autistas esta correspondência não se verifica porque a matéria cinzenta não funciona adequadamente“. As crianças autistas também mostravam uma redução significativa de matéria cinzenta na região da amígdala direita que explicará a profunda inaptidão social.A equipa de investigadores acredita que este mapeamento do cérebro será capaz de contribuir de forma significativa para a compreensão dos problemas das crianças autistas, sobretudo da percepção da estrutura e funcionamento cerebral.