dieta autismo

A candidíase não pode ser curada somente através das alterações dietéticas propostas, mas estas são de fundamental importância para a eficácia do tratamento antifúngico usualmente empregado. A dieta garante que a cândida não cresça ou que tenha um crescimento insignificante.

O mais importante no que se refere ao tratamento da infecção pela cândida é melhorar a função digestiva e o sistema imunológico, assim a cândida não encontrará ambiente propício para o seu crescimento excessivo.

Frente aos alimentos mais envolvidos no crescimento da cândida, é importante, evitar frutas ricas em açúcar como as desidratadas, frutas, sucos de frutas, alimentos fermentados como cerveja, vinho e queijos, pães e grãos contaminados, produtos de origem animal (principalmente a carne vermelha e de porco, gordura animal, manteiga, leite e outros laticínios), amendoim, pistache, castanha de caju e coco ralado, sementes e alimentos refinados. Evitar a ingestão de champignons, pois eles nada mais são do que uma espécie de fungo que pode proliferar a população intestinal de fungos.

Evitar a ingestão de amendoim ou seu óleo, uma vez que freqüentemente estão contaminados com aflatoxinas e fungos considerados imunossupressores.

Alimente-se com mais peixes e óleos de peixe (ricos em ácidos graxos (Ômega 3), alho, cebola,azeitonas, azeite de oliva, hortaliças verdes, ervas, especiarias, semente de linhaça e produtos à base de soja como o tofu e o iogurte.

Alguns suplementos também são indicados como coadjuvantes no tratamento da candidíase:

PROBIÓTICOS: são as bactérias intestinais benéficas que residem no nosso intestino e funcionam como um antibiótico natural contra bactérias patogênicas, vírus e fungos como a cândida. Para isso é importante que estejam em equilíbrio na nossa microflora. O iogurte e outros leites fermentados são fontes naturais de probióticos, mas estes podem ser melhor obtidos através de suplementos de lactobacilos e bifidobactérias. Podem ser utilizados por via oral ou como uso tópico no caso de infecções vaginais recorrentes.

PREBIÓTICOS: como os frutooligossacarídios (FOS), por exemplo. Aconselha-se associa-los ao uso dos probióticos, uma vez que alimentam os lactobacilos, aumentando sua população e assim conferindo maior proteção intestinal.

ÁCIDO CAPRÍLICO: é um ácido graxo de cadeia média presente no coco. É um potente agente antifúngico.

CEBOLA E ALHO: são efetivos no combate tanto da cândida quanto de parasitas. Devem ser consumidos na forma crua ou em suplementos de óleo ou extrato de alho. O processamento do alho em cápsulas provoca perda de parte de sua atividade antifúngica. A alicina é o elemento essencial no óleo de alho, responsável pelas propriedades terapêuticas antibacterianas, antiinflamatórias e antifúngicas. Utilizar diariamente durante 1 a 3 meses.

ÓLEOS: O óleo de peixe tem atividade antifúngica comprovada, havendo também benefícios através da ingestão de peixes como truta, salmão, sardinhas, atum e bacalhau por pelo menos 3 vezes/semana. O óleo de prímula, de borage e groselha preta são ótimas fontes de Omega 6. Óleo de semente de linhaça é boa fonte de ácidos graxos Omega 3 e 6. Todos estes óleos tem propriedades antifúngicas. Destaca-se neste grupo o óleo de orégano por suas propriedades antibacterianas, antifúngicas, antiparasíticas e antioxidante.

ALOE VERA GEL: assim como a espirulina ou clorela têm ação no combate a cândida, principalmente devido ao seu efeito estimulante sobre o sistema imune. Além de suas propriedades antioxidantes e antiinflamatórias.

VITAMINAS/MINERAIS: o sistema imune necessita de alguns nutrientes para o seu bom funcionamento como a vitamina A, beta caroteno, vitamina E, iodo, selênio, zinco, ácido fólico e biotina. Esta última é uma das vitaminas do complexo B, e também tem atividade evitando a conversão da cândida na sua forma mais invasiva.

ALGAS MARINHAS: são ricas em selênio e iodo que têm atividade de inativar os fungos. Antes do advento das drogas antifúngicas o iodo era o “remédio” mais potente contra a cândida e outros fungos.”

Nutricionista: Patricia Blanche Davidson
Graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Pós -graduanda do curso de Nutrição Clínica Funcional/ UNIB – SP
Coordenadora da Nutconsult
Nutricionista do Hospital Estadual Azevedo Lima
Atua em atendimento nutricional domiciliar

Fonte: http://blog.agencialumini.com/

suplementos no autismo
Diversos estudos foram realizados sobre as funções de suplementos quando empregados em indivíduos no Espectro Autista. Dr.Rimland estudou cada uma das informações minuciosamente e a conclusão dos seus estudos nos mostram quais são as mais importantes para as nossas crianças! É observada uma significativa mudança no comportamento em 2 ou 3 meses. A bioquímica de cada criança é única! Os testes laboratoriais irão indicar as deficiências e excessos. Não se esqueça: Isso NÃO significa que você deva parar com os medicamentos do seu filho. Sempre consulte o seu médico! Razões para dar suplementos para Autismo e PDD: Deficiências dietéticas em virtude da dieta restritiva; problemas de absorção por causa de deficiência metabólicas ou por doenças de origem hereditária; ajudam a desintoxicar metais pesados; previnem o estresse oxidativo e ajudam na saúde geral das crianças. Os nutrientes necessários são: Vitaminas; minerais; antioxidantes; ácidos graxos essenciais; probióticos; enzimas digestivas.

• Vitamina B6 e Magnésio
• Lactobacillus GG
• Óleo de Fígado de Bacalhau
• Ácido Fólico
• Vitamina D
• Ginkgo Biloba
• Vitamina C
• Zinco
• Acidiphilus
• Coenzima Q10
• Vitamina B12
• Vitamina B12
• Melatonina
• Cálcio
• DMG ou TMG
• Vitamina E
• 5HTP
• L – Taurine
• Gaba
• L-Carnitina
• L-Teanina
• Inositol
• DMAE
• Prime Cololostrum
• Serina Fosfatidil
• Probióticos

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Dr. Richard Kelly, um médico e pesquisador na Universidade de John Hopkins descobriu com  com outros colegas que os sintomas do autismo presente na desordem genérica de SLOS foram rapidamente revertidos após uma dieta com colesterol. Algumas das muitas melhoras incluiu melhora no padrão do sono, controle de comportamentos berrantes, aprenderam como caminhar, falaram pela primeira vez, e ficaram mais responsáveis e sociáveis com os membros da família. Além disso, outros benefícios da dieta com colesterol incluiram diminuição de infecções, redução no ressecamento da pele, redução do comportamento autodestrutivo, melhora no tom muscular, melhora no crescimento, melhora em comportamento defensivo, e melhora em geral.  Alguns pais disseram que seus filhos tiveram uma melhora significante no comportamento autístico, e até mesmo alguns adultos falaram pela primeira vez – todos em poucos dias do início da dieta com suplementação de colesterol. Essas mudanças ocorrem antes de os níveis de colesterol terem aumentado no sangue, sugerindo que a melhora é resultado da formação dos derivativos do colesterol – tais como hormônios esteróides  e sais biliares.

A Sindrome de Smith-Lemli-Opitz (SLOS) é uma desordem genética autossômica recessiva associada ao autismo, mal formações múltiplas e sindrome de retardamento mental incialmente descrita por  Smith Lemli, e Opitz. A sindrome (SLOS) é causada por uma deficiência do cholesterol-7-deidro (7DHC) redutase, a enzima responsável pela catalização do passo final na síntese do colesterol indicada na figura simplificada do metabolismo do colesterol.  Como resultado da deficiência desse enzima o colesterol-7-deidro acumula, e o nível de colesterol dramaticamente diminui.  Apesar de algumas crianças com SLOS terem anormalidades físicas severas, muitas são apenas levemente afetadas e comportamentos autísticos podem ser sua anormalidade maior. Já que exames bioquímicos são raramente feitos para essa doença, pode ser possível que existam muitas crianças com SLOS, com menos anormalidades anatômicas, nais quais o diagnóstico falhou.   Como resultado, a deficiência dessa enzima, indivíduos com essa desordem tem colesterol extremamente baixo mas níveis extremamente altos de deidrocolesterol-7. Uma pessoa com SLOS tinha o menor valor de colestererol  (< 1mg/dL) já medido no soro, enquanto a maioria das pessoas tem níveis entre 150-250 mg/dL.. Já que níveis de colesterol são insuficientes em pessoas com SLOS, virtualmente nenhum dos hormônios esteróides  normais e sais biliares derivados do colesterol podem ser adequadamente produzidos, porém, formas anormais desses hormônios derivados do 7-DHC serão produzidas.  É muito importante notar que colesterol é um elemente essência na mielina, a qual é o material de insulação essêncial para o funcionamente nervoso (especialmente no cérebro).   Pessoas com SLOS possui vários graus de habilidades cognitivas variando de funcionamento intectual médio à profundo retardo mental.  É muito comum para mostrarem também hiperreatividade sensorial, irritabilidade, atraso na linguagem, ciclo de sono perturbado, comportamento auto destruitivo, comportamento autístico.  Em um estudo, quase 50% das crianças com SLOS se encaixaram no critério de DSM-IV para autismo. Em outro estudo, 86% das crianças com SLOS tinham desordem do espectro autítico.  Muitas das anormalidades comportamentais do SLOS significantemente respondem bem com suplementação de colesterol.

Se o autismo for dominante no  SLOS, e os sintomas autísticos melhoram com a suplementação de colesterol, então é viável que qualquer anormalidade bioquímica severa levando à desmielinação precisa ser explorada como uma possível cauda do autismo.

Matéria retirada do site: Dieta sem Glúten e sem caseína